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sexta-feira, 3 de março de 2017

Transformação Digital Eleva Em 50% Receitas de Empresas no Brasil - RISCO DA INOVAÇÃO

Transformação Digital Eleva Em 50% Receitas de Empresas no Brasil - RISCO DA INOVAÇÃO – Como Tomar Decisões Melhores - Como Usuários, Empresas e Governantes Podem Entender Como Fazer Escolhas Embasadas em Relação a Novos Produtos e Serviços - Respeitar as Cinco Regrinhas Gerais (Entender que é preciso um modelo - ACEITAR AS LIMITAÇÕES DO MODELO - Esperar o inesperado - ENTENDER O USO E O USUÁRIO - Checar a infraestrutura) - Como EVITAR FRACASSOS Com a Transformação Digital da Sua Organização e do Seu País da "ERA INDUSTRIAL" Para a Economia Digital


1. Para muitos gestores, de muitas empresas, ler a manchete, do item 8 abaixo, de que "TRANSFORMAÇÃO DIGITAL ELEVA EM 50% RECEITAS DE EMPRESAS NO BRASIL", É MUITO TENTADOR, pois a possibilidade de elevar as receitas da sua própria organização em 50%, por meio da TRANSFORMAÇÃO DIGITAL, é o "sonho de consumo" de muitos administradores brasileiros.

2. Contudo, a TRANSFORMAÇÃO DIGITAL pode ser uma oportunidade de elevar as receitas da sua própria organização em 50% como, também, pode QUEBRAR QUALQUER ORGANIZAÇÃO EMPRESARIAL que fracassar na TRANSFORMAÇÃO DIGITAL e, certamente, as chances de fracasso na TRANSFORMAÇÃO DIGITAL são maiores do que as chances de sucesso, razão pela qual é necessário ter muita cautela para conduzir a TRANSFORMAÇÃO DIGITAL da sua organização.

3. Por que as chances de fracasso, na TRANSFORMAÇÃO DIGITAL, são maiores do que as chances de sucesso ?

3.1 Por que a TRANSFORMAÇÃO DIGITAL está associada com INOVAÇÃO e INOVAÇÕES trazem RISCOS, conforme matéria transcrita no item 3.3 abaixo, de Harvard Business Review Brasil, que não deveriam ser ignorados, apenas, por que a TRANSFORMAÇÃO DIGITAL pode ser uma oportunidade de elevar as receitas da sua própria organização em 50%.

3.2 Para EVITAR FRACASSOS com a TRANSFORMAÇÃO DIGITAL da sua organização e do seu país, para passar da "ERA INDUSTRIAL" para a economia digital, analisamos, conjuntamente, uma série de variáveis, críticas, que se não geridas e monitoradas, adequadamente, podem QUEBRAR SUA EMPRESA, DURANTE A IMPLEMENTAÇÃO DO PROCESSO DE TRANSFORMAÇÃO DIGITAL, variáveis críticas essas que podem ser consultadas no Manual Estratégico, Tático, Técnico, Tecnológico, Jurídico Digital, Operacional e Introdutório do Processamento Geométrico Quântico, citado no item 7 abaixo, decorrentes, também, dos muitos INSTRUMENTOS NOVOS a serem concedidos e implementados, durante o processo de TRANSFORMAÇÃO DIGITAL, conforme item 7.1 abaixo.

3.3 Início da transcrição da matéria:

Risco da inovação – como tomar decisões melhores

Robert C. Merton é titular da cátedra School of Management Distinguished Professor of Finance na Sloan School of Management (MIT) e University Professor Emeritus da Harvard University, ambas nos EUA. Recebeu o Nobel de economia em 1997

ABRIL 2013

Novos produtos e serviços são criados para que as pessoas possam realizar algo de um jeito melhor do que antes, ou para fazer coisas que até então não podiam. Mas a inovação também traz riscos. 

O grau de risco de uma inovação depende, em grande medida, de escolhas feitas pelas pessoas na hora de usá-la.

Responda à seguinte pergunta: se tivesse de ir de carro de Boston a Nova York debaixo de neve, você se sentiria mais seguro num veículo com tração nas quatro rodas ou só em duas? 

O leitor provavelmente optaria pela tração nas quatro. 

Mas, se for analisar estatísticas de acidentes nas estradas, você veria que a chegada da tração nas quatro rodas não ajudou muito a reduzir o índice de acidentes por quilômetro rodado em estradas durante nevascas — o que talvez o levasse a concluir que a inovação não tornou o ato de dirigir na neve mais seguro.

Obviamente, o problema não é que a inovação não tenha contribuído para a segurança, mas sim que hábitos de motoristas ao volante mudaram por se sentirem mais seguros. 

Hoje, há mais gente encarando a estrada na neve do que antigamente — e, provavelmente, dirigindo com menos cuidado. 

Se o leitor e todo mundo mais fizesse o trecho de Boston a Nova York à mesma velocidade, e se o total de veículos nas estradas tivesse permanecido inalterado, a tração nas quatro rodas teria, sim, contribuído muito para a segurança. 

Já se você e todos os demais resolvessem ir muito mais rápido, o risco de dirigir na neve seria o mesmo de antigamente. 

Na prática, a pessoa está fazendo uma escolha (consciente ou não) entre reduzir o risco e melhorar o desempenho.

Se o grau de risco de uma inovação depende de escolhas feitas pelas pessoas, quanto mais informadas e conscientes forem suas escolhas, pela lógica menor devia ser o risco. 

Mas, ao ponderarem as consequências de uma inovação — de que modo vai mudar os trade-offs que as pessoas fazem e seu comportamento —, empresas e governantes devem estar cientes das limitações dos modelos que embasam decisões de um indivíduo sobre como usar a inovação. 

Como veremos, certos modelos trazem falhas fundamentais e devem ser descartados, enquanto outros podem ser aprimorados. 

Certos modelos são adequados para situações específicas, enquanto outros exigem usuários sofisticados para produzir bons resultados. 

E mesmo quando a pessoa usa o modelo certo para decidir como usar uma inovação — chegando ao justo equilíbrio entre risco e desempenho —, a experiência mostra que é quase impossível prever como esse novo comportamento irá influenciar o grau de risco de outras escolhas e condutas (da pessoa e de outros indivíduos), muitas vezes em áreas sem qualquer relação aparente. 

É a velha história das consequências involuntárias. 

Quanto mais complexo o sistema no qual a inovação se insere, mais prováveis e graves serão essas consequências. 

Aliás, muitos dos riscos associados a uma inovação decorrem não da inovação propriamente dita, mas da infraestrutura na qual é inserida.

A moral da história é que toda inovação muda o equilíbrio entre risco e retorno. 

Para minimizar riscos e consequências involuntárias, usuários, empresas e governantes devem entender como fazer escolhas embasadas em relação a novos produtos e serviços. Devem, especificamente, respeitar cinco regrinhas gerais.

A) Entender que é preciso um modelo;

B) Aceitar as limitações do modelo;

C) Esperar o inesperado;

D) Entender o uso e o usuário;

E) Checar a infraestrutura.

Entender que é preciso um modelo (As outras quatro regrinhas podem ser consultadas na matéria original)

Ao adotar um novo produto ou tecnologia, sua decisão sobre o risco e o retorno é influenciada por aquilo que a ciência cognitiva chama de modelo mental. 

No caso da viagem de carro entre Boston e Nova York debaixo de neve, o leitor talvez raciocine que, embora não possa controlar todo risco que o trajeto traz, pode, sim, definir o tipo de carro que dirige e a velocidade à qual dirige. 

Um modelo mental simples para avaliar trade-offs entre risco e desempenho, portanto, pode ser representado por um gráfico que compara a segurança com o modelo de carro e a velocidade.

Naturalmente, esse modelo é uma grande simplificação. A relação entre segurança e velocidade vai depender de outras variáveis — condições do tempo e da estrada, o volume de tráfego, a velocidade de outros carros na via —, muitas delas fora de seu controle. Para fazer as escolhas certas, é preciso entender exatamente qual a relação entre todas essas variáveis ​​e a velocidade à qual se dirige. 

Obviamente, quanto mais fatores forem computados, mais complicado é determinar os riscos associados a uma dada velocidade. Para fazer uma avaliação precisa, é preciso reunir dados, estimar parâmetros para todos os fatores e determinar de que modo esses fatores podem interagir.

De modo geral, a maioria dos modelos aplicados a situações na vida real existem de forma semiconsciente na mente das pessoas. 

Mesmo hoje, ao dirigir um carro, automaticamente recorremos a modelos mentais robustos, porém imprecisos, nos quais relações entre fatores são inferidas com base na experiência. 

Mas, com o advento da computação, mais e mais atividades que tradicionalmente dependeram da cognição humana se provam aptas à modelagem matemática formal. 

Em um voo comercial que cruza o Atlântico, por exemplo, o avião será pilotado, em grande medida, por um computador cujas “decisões” sobre velocidade, altitude e trajetória são baseadas em modelos matemáticos que processam continuamente dados sobre localização, pressão atmosférica, peso da aeronave, tráfego aéreo, velocidade dos ventos e uma série de outros fatores. 

Hoje, o piloto automático é tão sofisticado que pode até fazer o pouso sozinho do avião.

E se na aviação é assim, no mercado financeiro também: a fórmula Black-Scholes de avaliação de opções de ações, que ajudei a criar na década de 1970, busca estabelecer até que ponto fatores externos mensuráveis ou observáveis — para ser mais específico, o preço do ativo subjacente, a volatilidade desse preço, taxas de juros e data de expiração — podem estar ligados ao preço de uma opção de compra desse ativo específico. 

Instituições financeiras usam modelos como o Black-Scholes para permitir que computadores realizem operações. 

É possível, por exemplo, programar um computador para lançar uma ordem de compra ou venda de uma ação ou de uma opção se o programa observar, com base em dados do mercado, que a cotação real da ação ou da opção está se desviando do valor produzido pela Black-Scholes ou algum outro modelo rigoroso de avaliação.

Parece sensato, portanto, supor que quanto mais fatores seu modelo computar, melhor será a avaliação dos riscos assumidos ao decidir se e como adotar uma determinada inovação. 

Isso explica, em grande medida, a popularidade da modelagem matemática, especialmente no caso de inovações tecnológicas e financeiras. 

E muitos desses modelos produzem resultados bastante bons. 

A metodologia geral de reprodução no cerne da Black-Scholes, por exemplo, já foi bem fundamentada por evidências empíricas: o valor real de opções e de outros derivativos parece corresponder ao valor projetado pelo modelo, inclusive por versões simplificadas deste. 

Mas é bem aí, quando se começa a achar que sua avaliação é infalível, que é preciso redobrar as atenções.

Fonte - Link http://hbrbr.uol.com.br/risco-da-inovacao-como-tomar-decisoes-melhores/

Fim

Evite fracassos com a transformação digital da sua organização e do seu país para a economia digital

7. Nova Ordem Mundial - Projeto Base - Criação de Moeda Digital Única - Módulo 03/33 - Evite Fracassos Com a Transformação Digital - Manual Estratégico, Tático, Técnico, Tecnológico, Jurídico Digital, Operacional e Introdutório do Processamento Geométrico Quântico - PARTE 01 - Índice e item 1 - Fonte - Link http://rogerounielo.blogspot.com.br/2016/02/evite-fracassos-com-transformacao.html

7.1 São necessários muitos instrumentos como, por exemplo, “Data Center”, definido por software, operando com NOVA INTELIGÊNCIA ORGANIZATIVA Nº 01, a ser aplicada na construção e na operacionalização de NOVA INFRA-ESTRUTURA DE TI, operando com NOVA INTELIGÊNCIA ORGANIZATIVA Nº 02, a ser aplicada na construção e na operacionalização de NOVA ARQUITETURA DE TI, operando com NOVA INTELIGÊNCIA ORGANIZATIVA Nº 03, a ser aplicada na construção e na operacionalização de NOVA INFRA-ESTRUTURA DE PROGRAMAÇÃO, operando com NOVA INTELIGÊNCIA ORGANIZATIVA Nº 04, a ser aplicada na construção e na operacionalização de NOVA ARQUITETURA DE PROGRAMAÇÃO e, finalmente, operando com NOVA INTELIGÊNCIA ORGANIZATIVA Nº 05, a ser aplicada na construção e na operacionalização de NOVA INFRA-ESTRUTURA DE SEGURANÇA, com TODAS referidas novas arquiteturas e com TODAS referidas novas infra-estruturas, citadas anteriormente, “ORIENTADAS A VÁRIOS OBJETOS VIRTUAIS, ORIENTADOS A OBJETO, CONSTITUÍDOS POR VÁRIAS PEÇAS LEGO VIRTUAIS DE PROGRAMAÇÕES, ORIENTADAS A OBJETO”, funcionando, simultaneamente, como “MÁQUINAS INDUSTRIAIS VIRTUAIS”, que produzem ELEMENTOS CONSTITUINTES DE PROCESSOS ELETRÔNICOS DIGITAIS, como “Peças Lego Virtuais de Programações Orientadas a Objeto”, INTEROPERÁVEIS e INTERCAMBIÁVEIS, ENTRE SI, e, também, simultaneamente, INTEROPERÁVEIS e INTERCAMBIÁVEIS com as diversas “Experiências Eletrônicas”, dos “Clientes Digitais”, no “Mundo Virtual”, permitindo DESENVOLVER e ALTERAR, com RAPIDEZ, FACILIDADE e SEGURANÇA, “produtos digitais”, “serviços digitais”, “processos digitais” e “modelos de negócios digitais”, para as diversas “Experiências Eletrônicas”, dos “Clientes Digitais”, no “Mundo Virtual”, a serem disponibilizados em diversas “Redes de Relacionamentos Virtuais” e a serem disponibilizados em diversos “Ecossistemas de Relacionamentos Virtuais”, o que gera inúmeros riscos operacionais, inúmeros riscos negociais, inúmeros riscos legais, inúmeros riscos de mercado, inúmeros riscos de segurança etc., razão pela qual o processo de transformação digital, da “ECONOMIA DA ERA INDUSTRIAL”, para a “ECONOMIA DIGITAL”, deve estar cercado de muitas precauções e cuidados, redobrados, das organizações em geral, do próprio Brasil, e dos demais países do mundo, e esse “Módulo 03/33 - Nova Ordem Mundial - Moeda Digital Única - Manual Estratégico, Tático, Técnico, Tecnológico, Jurídico Digital, Operacional e Introdutório do Processamento Geométrico Quântico nº 01”, descrito no item seguinte, se propõe a identificar essas possibilidades de fracassos, e PROPOR SOLUÇÕES PRÁTICAS, de como podem ser evitados referidos fracassos, pelas organizações, em geral, e pelos diversos países do mundo, por meio da análise de problemas estruturais, geradores de riscos sistêmicos, relevantes, para setores econômicos digitais, geradores de riscos sistêmicos, relevantes, para atividades econômicas digitais, geradores de riscos sistêmicos, relevantes, para a economia digital como um todo, geradores de riscos sistêmicos, relevantes, para “Organizações Digitais”, geradores de limites ao crescimento de setores econômicos digitais, geradores de limites ao crescimento de atividades econômicas digitais, geradores de limites ao crescimento da economia digital, como um todo, e, também, geradores de limites ao crescimento de “Organizações Digitais”, bem como incorpora, ainda, referido manual, sugestões de observância de alguns cuidados, indispensáveis, no processo de transformação digital, para que o CRESCIMENTO, EXPONENCIAL, DE NEGÓCIOS DIGITAIS, não trave ou inviabilize a expansão, futura, de “Organizações Digitais”, de setores econômicos digitais, de atividades econômicas digitais e da própria economia digital, como um todo, no Brasil e nos demais países do mundo.

8. Início da transcrição da matéria:

Transformação digital eleva em 50% receitas de empresas no Brasil

Terça, 21 Fevereiro 2017 00:00 Escrito por  Redação 

Conforme estudo da CA Technologies, país supera média global, que é de 37% de aumento nas receitas

A CA Technologies, empresa norte-americana especialista em softwares para impulsionar a transformação digital de empresas, anunciou ontem os resultados de um estudo global que mensurou os ganhos das corporações com a adoção de tecnologia. 

A pesquisa foi conduzida pela Coleman Parkes a pedido da CA e ouviu 1.770 executivos de TI em 21 países, incluindo 76 profissionais brasileiros.

O estudo apontou que os investimentos em transformação digital aumentaram em 37% a receita de empresas globais e em 50% a das brasileiras. 

Isso é reflexo do incremento da eficiência operacional nessas companhias: os processos de trabalho fluem melhor, os funcionários trabalham estimulados e há economia em custos.

“A transformação digital mudou de uma vez por todas o papel da tecnologia dentro das empresas. Se antes as companhias eram feitas para durar, hoje são feitas para mudar. A experiência do usuário está no centro desse movimento”, afirma João Fábio Valentin, vice-presidente de DevOps da CA na América Latina.

Francisco Dal Fabbro, vice-presidente de Agile Management da CA na região, reforça que a transformação não é só digital, mas cultural. 

“A inovação tem de chegar a produtos, processos, serviços e operações, de forma ágil". 

"A transformação digital determina quem vai vencer os concorrentes e quem vai ser ultrapassado”, salienta. 

A pesquisa aponta que 88% das empresas entrevistadas já adotaram Agile em algum nível, porém somente 6% o utilizam em toda a organização.

Mas nenhuma estrutura de tecnologia é suficiente se não for segura – e a segurança hoje não é mais aquela das barreiras, mas sim a que dá acesso de maneira rápida às informações exatas, para as pessoas certas, tendo como base a identidade do usuário e os dispositivos, que acabam sendo os únicos pontos de controle confiáveis. 

A pesquisa da CA mostra que empresas que adotam segurança centrada em identidades, de forma transparente, têm clientes mais satisfeitos e fiéis, além de colaboradores mais produtivos.

“A visão moderna da segurança corporativa é de uma camada transparente que abrange todo o processo de criação e operação de um sistema ou aplicativo de forma automática e sem gerar dificuldades". 

"Ela é construída para se autoconectar e, assim, proteger o que deve ser protegido. Com a diversidade de ambientes, dispositivos e tipos de dados crescendo cada vez mais, assegurar a confidencialidade e o acesso às informações é vital”, assinala Denyson Machado, diretor sênior de Segurança da CA na América Latina.

Segundo o estudo, 82% dos entrevistados concordam que uma solução de segurança centrada em identidade é crítica para o negócio, porém apenas 25% já usam esta abordagem. 

Por outro lado, 75% admitem que seus ambientes são protegidos por sistemas de segurança básicos ou muito limitados.

Destaques apontados no estudo

A transformação digital:

- Aumentou em 37% Global / 50% Brasil as receitas das empresas;

- Aumentou a eficiência operacional em 38% Global / 52% Brasil;

- Proporcionou 40% Global / 58% Brasil de clientes mais satisfeitos; e 38% Global / 50% Brasil de clientes mais fiéis;

- Tornou possível ter 38% Global/ 52% Brasil funcionários mais produtivos;

- Reduziu em 37% Global / 48% Brasil os custos com TI;

- 39% Global / 52% Brasil com maior qualidade no desenvolvimento de apps;

Agile

- Usuários avançados de Agile agem 40% Global/ 28% Brasil mais rápido diante de oportunidades;

- A pesquisa aponta que 88% das empresas entrevistadas já adotaram Agile em algum nível, porém somente 6% o utilizam em toda a organização

Devops

- Usuários avançados de Devops agem 42% Global/ 36% Brasil mais rápido diante de oportunidades;

Segurança

Empresas que usam segurança centrada em identidade têm:

- Negócios que crescem 69% Global;

- Empregados 67% Global / 65% Brasil mais produtivos;

- Clientes 69% Global / 78% Brasil mais satisfeitos;

- 82% dos entrevistados concordam que uma solução de segurança centrada em identidade é crítica para o negócio, porém apenas 25% já usam esta abordagem;

- 75% admitem que seus ambientes são protegidos por sistemas de segurança básicos ou muito limitados

Dados gerais

- 71% Global / 78% Brasil das empresas aumentou alcance digital;

- 69% Global / 83% Brasil das companhias melhorou experiência do cliente;

- 66% Global/ 78% Brasil das empresas aumentou retenção do cliente;

- Para 82% Global / 88% Brasil segurança tem de ser centrada em identidade, mas só 25% Global / 23% Brasil são avançados nessa modalidade.

A pesquisa completa está disponível neste link:

https://www.ca.com/us/rewrite/articles/agile/accelerating-velocity-and-customer-value-with-agile-and-devops.register.html

Fonte - Link http://www.executivosfinanceiros.com.br/ti/ti/item/4731-transformação-digital-eleva-em-50-receitas-de-empresas-no-brasil.html

Fim

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Com Voz de Graça, Tele Indiana Conquista 100 Milhões de Usuários Em 175 Dias - ATIVOS DA NOVA ECONOMIA DIGITAL MUNDIAL SÃO COISAS INTANGÍVEIS (CONHECIMENTO E INTELIGÊNCIA)

Com Voz de Graça, Tele Indiana Conquista 100 Milhões de Usuários Em 175 Dias - ATIVOS DA NOVA ECONOMIA DIGITAL MUNDIAL SÃO COISAS INTANGÍVEIS (CONHECIMENTO E INTELIGÊNCIA)



1. Em 175 dias de operação a operadora indiana Jio, do grupo Reliance, conquistou 100 milhões de assinantes, conforme matéria do item 4 abaixo. 

2. "A Cisco foi uma das fornecedoras da rede da Jio, que custou US$ 30 bilhões". 

3. A economia digital da Índia é um símbolo do primeiro grande salto quântico, de muitos que ainda virão, EM BREVE, rumo a UMA ECONOMIA DIGITAL MUNDIAL, INTERCONECTADA e INTEGRADA, fazendo a PRODUTIVIDADE e a COMPETITIVIDADE, de todas as ECONOMIAS, de todos os países, do MUNDO, crescerem de FORMA EXPONENCIAL, na próxima década, afastando a estagnação econômica e a recessão mundial, SEM NOVAS AGRESSÕES AO MEIO AMBIENTE, UMA VEZ QUE OS ATIVOS DA NOVA ECONOMIA DIGITAL MUNDIAL SÃO COISAS INTANGÍVEIS, LIGADAS AO CONHECIMENTO E A INTELIGÊNCIA.

4. Início da transcrição da matéria:

Com voz de graça, tele indiana conquista 100 milhões de usuários em 175 dias

28 de Fevereiro de 2017 as 09:54

Fernando Paiva, de Barcelona

A operadora indiana Jio, do grupo Reliance, está fazendo história no setor de telefonia móvel. 

A empresa chacoalhou o mercado indiano ao montar uma rede puramente 4G (ou seja, sem infraestrutura legada em 3G ou 2G) e oferecer voz ilimitada de graça a seus assinantes através de VoLTE (voice over LTE). 

Como não havia aparelhos baratos no mercado que funcionassem com essa tecnologia, decidiu ela própria fabricar seus terminais VoLTE, vendidos por aproximadamente US$ 45. 

Resultado: em 175 dias de operação conquistou 100 milhões de assinantes. 

"Somos a empresa que conquistou mais rapidamente 100 milhões de clientes no mundo. Foram sete por segundo até agora, em média". 

"Chegamos a ter 1 milhão em um único dia", disse Mathew Oommen, presidente da Reliance, em entrevista coletiva ao lado do presidente da Cisco, Chuck Robbins, nesta terça-feira, 28, no Mobile World Congress, em Barcelona. 

A Cisco foi uma das fornecedoras da rede da Jio, que custou US$ 30 bilhões. 

"Não sei porque ainda se cobra por voz em 2017. A única razão é porque 67% da receita dos meus competidores vêm de voz. Queremos que ninguém na Índia pague por voz", disse Oommen. 

O executivo promete dobrar a capacidade da sua rede nos próximos seis a oito meses e chegar a 400 milhões de assinantes.

Cisco 

A Reliance é apresentada pela Cisco como exemplo de operadora inovadora, por ter uma rede puramente IP, definida por software (SDN) e com grande nível de automatização. 

O CEO da Cisco acredita que o setor de telecomunicações está entrando em uma fase de transformação digital irreversível que trará mudanças significativas para o seu modelo de negócios e operação. 

"Estamos embarcando na década mais fenomenal de transição. O que vimos nos últimos 20 anos não será nada comparado com os próximos cinco a dez anos. Haverá mais que 25 bilhões conexões à Internet em 2020, que permitirão novos modelos de negócios e criarão oportunidades sem precedentes", previu Robbins.

Fonte - Link http://m.mobiletime.com.br/news/467102

Fim

sábado, 25 de fevereiro de 2017

O Nada Como Fonte do Amor Divino e da Misericórdia - Os Sonhos Que Criam o Amor Divino Inexistente

O Nada Como Fonte do Amor Divino e da Misericórdia - Os Sonhos Que Criam o Amor Divino Inexistente


1. Durante o dia tive um sonho! Sonhei que vislumbrava a infinita criação vibrando pelo não espaço infinito!

2. Além do não espaço infinito, não havia outra não coisa no meu sonho senão o Amor Divino, que impregna a criação infinita, única coisa capaz de transcender o tempo e o espaço, e unir Seres de Infinitas Dimensões Existenciais e unir Seres de Infinitas Dimensões Não Existenciais.

3. Em meu sonho pude não ver o que é vedado aos olhos e à mente vislumbrar, sem saber quem sonhava, sem saber quem observava no sonho, e sem saber quem era observado no sonho e, embora tenha me parecido que o sonho era a verdadeira realidade de uma consciência adormecida, na realidade da mente concreta do mundo, que na verdade não estava sonhando, mas tendo como que pequenos e rápidos lampejos de um despertar ainda muito sonolento?, ainda me pergunto, acordado, olhando a noite pela janela do quarto!

4. Afinal pude constatar em meu sonho que o Amor Divino existe e mesmo que o Amor Divino não existisse seria criado como realidade no meu sonho e, estranhamente, nesse sonho, os sonhos de Amor Divino inexistente se tornavam realidade pelo Poder de Criar o Amor Divino do Nada, pelo pensamento, e se o nada não tinha uma função, neste mundo da realidade cotidiana, passou a ter uma função, no meu sonho, se transmutando em uma fonte inesgotável de Amor Divino a que qualquer mente pode ter acesso para sorver Amor Divino e misericórdia, nessa fonte ontológica originária, por obra do seu próprio pensamento, para distribuir esse Amor Divino para toda a criação, mas neste momento acordei com a sensação de que era um sonho bom demais para ser verdade, e já não sei mais se é melhor estar dormindo, sonhando com o Amor Divino, ou estar acordado, sonhando com o Amor Divino, mas espere aí, faz alguma diferença sentir o Amor Divino acordado ou sentir o Amor Divino em sonho? Eis a prova de que o Amor Divino não tem fronteiras, desde que não coloquemos fronteiras artificiais para bloquear o curso do Amor Divino!

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Ciena Lança Waveserver Ai, Plataforma Para Interconexão de Data Centers - DISRUPÇÃO do Modelo de Negócios das "ORGANIZAÇÕES DA ERA INDUSTRIAL"

Ciena Lança Waveserver Ai, Plataforma Para Interconexão de Data Centers - DISRUPÇÃO do Modelo de Negócios das "ORGANIZAÇÕES DA ERA INDUSTRIAL"


1. O que significa, na prática, o Waveserver Ai, plataforma para interconexão, lançado pela Ciena, que permite a INTERCONEXÃO de nuvens múltiplas para data centers multi-tenant e provedores de nuvem, conforme matéria do item 4 abaixo, e qual o impacto dessa inovação em termos de DISRUPÇÃO do modelo de negócios das "ORGANIZAÇÕES DA ERA INDUSTRIAL"?

2. Essa plataforma para INTERCONEXÃO que a Ciena lançou permitirá que o "CLIENTE DIGITAL NR. 01", que está utilizando a "REDE DE RELACIONAMENTOS VIRTUAIS NR. 01", da "ORGANIZAÇÃO DIGITAL NR. 01", CONECTADA ao "PROVEDOR DE NUVEM NR. 01", acesse a "REDE DE RELACIONAMENTOS VIRTUAIS NR. 02", da "ORGANIZAÇÃO DIGITAL NR. 02", CONECTADA ao "PROVEDOR DE NUVEM NR. 02", para comprar um "PRODUTO DIGITAL NR. 01" ou um "SERVIÇO DIGITAL NR. 02", da "ORGANIZAÇÃO DIGITAL NR. 02", a partir do "PROVEDOR DE NUVEM NR. 01"!

2. Por outro ponto de vista, essa plataforma para INTERCONEXÃO que a Ciena lançou, permitirá que o "CLIENTE DIGITAL NR. 02", que está utilizando a "REDE DE RELACIONAMENTOS VIRTUAIS NR. 02", da "ORGANIZAÇÃO DIGITAL NR. 02", CONECTADA ao "PROVEDOR DE NUVEM NR. 02", acesse a "REDE DE RELACIONAMENTOS VIRTUAIS NR. 01", da "ORGANIZAÇÃO DIGITAL NR. 01", CONECTADA ao "PROVEDOR DE NUVEM NR. 01", para comprar um "PRODUTO DIGITAL NR. 02" ou um "SERVIÇO DIGITAL NR. 02", da "ORGANIZAÇÃO DIGITAL NR. 01", a partir do "PROVEDOR DE NUVEM NR. 02"!

3. Resumindo, o "CLIENTE DIGITAL NR. 01", pode estar na nuvem do Google, comprando uma passagem aérea, da "ORGANIZAÇÃO DIGITAL NR. 01", e, sem sair da nuvem do Google, poderá adquirir um SEGURO DE VIAGEM de uma "ORGANIZAÇÃO DIGITAL NR. 02", hospedada na nuvem da Microsoft, DURANTE A COMPRA DA PASSAGEM AÉREA, o que cria um "MUNDO DIGITAL" INTERCONECTADO e INTEGRADO que muda, profundamente, a "EXPERIÊNCIA ELETRÔNICA DE CONSUMO DIGITAL" de produtos e serviços, digitais, do "CLIENTE DIGITAL", altera a forma de competição entre "ORGANIZAÇÕES DIGITAIS", diferentes, e altera, ainda, a forma de consumo dos produtos e serviços, digitais, que CADA VEZ MAIS PASSARÃO A SER CONSUMIDOS, APENAS, DURANTE A "EXPERIÊNCIA ELETRÔNICA", do "CLIENTE DIGITAL", no "Mundo Virtual".

4. Início da transcrição da matéria:

Ciena lança Waveserver Ai, plataforma para interconexão de data centers

Sistema permite a interconexão de nuvens múltiplas para data centers multi-tenant e provedores de nuvem

O Waveserver Ai também permite a interconexão de nuvens múltiplas para data centers multi-tenant e provedores de nuvem, permitindo a disponibilização de serviços mais competitivos de alta velocidade e capacidade

Da Redação
23 de Fevereiro de 2017 - 19h19

A Ciena, empresa de tecnologia e estratégia de rede, acaba tornar disponível no mercado o Waveserver Ai, plataforma para aplicações de interconexão de data centers (DCI), em continuidade ao seu modelo operacional consolidado, baseado em servidores. 

O novo produto é um desdobramento da família Waveserver já aguardado pelas operadoras de rede.

Segundo a empresa, a plataforma de pacotes óticos é de fácil automatização, permitindo conexões de alta capacidade entre os data centers ao mesmo tempo em que reduz os custos de rede para empresas e provedores de conteúdo. 

O Waveserver Ai também permite a interconexão de nuvens múltiplas para data centers multi-tenant e provedores de nuvem, permitindo a disponibilização de serviços mais competitivos de alta velocidade e capacidade.

Atualmente, os provedores em escala web enfrentam o desafio de disponibilizar mais conteúdo dos usuários finais, enquanto é esperado dos operadores de data centers a entrega de mais conectividade de alta velocidade para ligar usuários em múltiplos ambientes. Isso aumenta a demanda por DCI de alta capacidade. 

De acordo com a IDC, os gastos mundiais com serviços públicos em nuvem aumentarão a uma taxa anual de crescimento composta de 19,4%, de quase US$ 70 bilhões em 2015 para mais de US$ 141 bilhões em 2019.

Segundo a Ciena, o Waveserver Ai oferece maior capacidade e densidade de serviços com uma ocupação mínima nos data centers, onde o espaço tem custo alto. 

Aproveitando a tecnologia WaveLogic Ai da própria empresa, a plataforma é escalável até 2,4 TB no espaço de uma única unidade de rack, o que equivale de 50% a 100% mais densidade na comparação com outras plataformas compactas de DCI. 

Além disso, com consumo de energia por bit ultrabaixo, os operadores podem reduzir o consumo total de energia e verão um impacto positivo em seus resultados financeiros.

Outro benefício do Waveserver Ai é que ele simplifica o planejamento e a implantação de DCI com um chipset programável e coerente que pode sintonizar de 100G a 400G para maximizar a capacidade em qualquer distância — metropolitana, regional ou long-haul, afirma a empresa. 

Usando uma única plataforma compacta do Waveserver Ai, os operadores podem entregar uma capacidade de 400G de comprimento de onda single a short-haul, e de 200G para DCI de long-haul, duplicando a capacidade potencial das redes atuais.

“O aumento inexorável da demanda por largura de banda na nuvem, IoT, vídeo e muito mais continua a exercer pressão sobre as redes de hoje". 

"Com o emparelhamento de um mecanismo óptico de alto desempenho com um modelo operacional de TI, o Waveserver Ai oferece mais capacidade com pouca pegada e maior eficiência de energia para DCI e outras aplicações de alta capacidade”, disse Steve Alexander, vice-presidente sênior e diretor de tecnologia da Ciena.

Fonte - Link http://computerworld.com.br/ciena-lanca-waveserver-ai-plataforma-para-interconexao-de-data-centers

Fim

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Dell Sustenta Que Segurança é Parte Crucial da Transformação Digital - Projeto de Segurança de Lógica Quântica - Módulo 06/33



"Nós realmente sentimos que estamos permitindo esta próxima onda de progresso humano e para mim isso é incrivelmente excitante", disse Michael Dell

“Por fim, o CTO (Zulfikar Ramzan, CTO da RSA) diz que é preciso se planejar para o caos. Segundo ele, num cenário de caos é preciso unir forças e colocar em prática o que ele batizou de ABC, do inglês availability (disponibilidade), budget (orçamento) e collaboration (colaboração)”

“Razam diz que seu objetivo pessoal é "tornar o mundo mais seguro através da tecnologia". "Vindo para RSA isso me deu mais esperança -- pude me conectar e aprender com pessoas incríveis que estão enfrentando alguns dos desafios mais importantes do nosso tempo"

1.           Concordamos em gênero, número e grau com o Senhor Michael Dell, de que “há hoje uma "sede real" pela transformação digital em vários setores da economia, mas enfatiza que as empresas têm de fazer essa mudança com segurança”, conforme matéria transcrita no item 11 abaixo.

2.           Foi por causa de nossas preocupações com segurança, na transformação digital, que na análise citada no item 10 abaixo, bem como no projeto base para criação da economia digital (vide itens 2.1 e 2.2 a seguir), fizemos sugestões de padrões de segurança para IoT para o Brasil e para os demais países do mundo, descritos a seguir, endereçadas à Agência Nacional de Telecomunicações-ANATEL, empresas de TI (provedores de soluções tecnológicas para outras empresas), áreas de TI das empresas que criam produtos e serviços digitais, "em seus sistemas legados", e para o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação, retirados do “Projeto de Segurança de Lógica Quântica - Módulo 06/33” (vide item 2.3 abaixo):

Início da transcrição

Sugestões de Padrões de Segurança Para IoT no Brasil - Incorporacão de novas “Metodologias da Nova Inteligência Organizativa da Programação Utilizadas Para Criação do “Sistema Operacional TOTAL” e do “Programa de Virtualização TOTAL”, cujo detalhamento pode ser encontrado nas lâminas 82 a 91 e 259 a 275, do “Planejamento Estratégico Para Criação de Economia Digital no Brasil e no Mundo - Parte 01”, link http://www.rogerounielo.blogspot.com.br/2016/01/economia-digital-planejamento.html, também, disponível no YouTube, link https://youtu.be/UeBjJZ7ttK0, a partir dos 06 minutos e 46 segundos e 22 minutos e 04 segundos, respectivamente, e nas lâminas 106 a 138 desse mesmo planejamento, a partir dos 08 minutos e 45 segundos, a seguir transcritas, que sugerimos sejam analisadas pelos especialistas de tecnologia da informação das “Organizações da Era Industrial” e pelos especialistas de tecnologia da informação das “Organizações da Era Eletrônica”, base sob a qual será construída a “Era Digital”:

a)          Biblioteca de “Peças Lego Virtuais de Programações Orientadas a Objeto” - Geral;

b)   BIBLIOTECA - CADASTRO - Registra Onde a “Peça Lego Virtual de Programação Orientada a Objeto” é Utilizada;

c) BIBLIOTECA DE PROGRAMAÇÃO - “Peças Lego Virtuais de Programações Orientadas a Objeto”;

d)   Sequência Lógica de Encadeamento das “Peças Lego Virtuais de Programações Orientadas a Objeto” Contendo Instruções da Programação;

e)          Linha de Programação - Estrutura - Composição;

f)            Sequência Lógica de Encadeamento do Processamento dos Programas;

g)          Sequência Lógica de Encadeamento do Processamento de Sistemas;

h)          Visualização da Linha de Programação Pelo Usuário;

i)            Arquitetura de TI Padrão (Era Industrial).

Final da transcrição

2.1       ÍNDICE DO MANUAL ESTRATÉGICO, TÁTICO, TÉCNICO, TECNOLÓGICO, JURÍDICO DIGITAL, OPERACIONAL E INTRODUTÓRIO DO PROCESSAMENTO GEOMÉTRICO QUÂNTICO DIVULGADO EM 02/09/2016 - Fonte - Link http://rogerounielo.blogspot.com.br/2016/08/destinatarios-organizacoes-publicas.html

2.2       Nova Ordem Mundial - Projeto Base - Criação de Moeda Digital Única - Módulo 03/33 - Evite Fracassos Com a Transformação Digital - Manual Estratégico, Tático, Técnico, Tecnológico, Jurídico Digital, Operacional e Introdutório do Processamento Geométrico Quântico - PARTE 01 - Índice e item 1 - Fonte - Link http://rogerounielo.blogspot.com.br/2016/02/evite-fracassos-com-transformacao.html

2.3       Projeto de Segurança de Lógica Quântica - Módulo 06/33”, nas lâminas 139 a 246, do “Planejamento Estratégico Para Criação de Economia Digital no Brasil e no Mundo - Parte 01”, link http://www.rogerounielo.blogspot.com.br/2016/01/economia-digital-planejamento.html, disponível, também, no YouTube, link https://youtu.be/UeBjJZ7ttK0, a partir dos 11 minutos e 28 segundos, bem como, também, descrita, nos itens 15.1 a 15.6, anteriores -- PARTE 19 - Item 12.8.1 a Item 18.13.2 - Fonte - Link http://rogerounielo.blogspot.com.br/2016/11/nova-ordem-mundial-projeto-base-criacao_4.html  -- com a adoção de CERTIFICAÇÃO DIGITAL E DE ASSINATURA DIGITAL, NO PADRÃO ICP-BRASIL, REGULADO PELO ARTIGO 1º, DA MEDIDA PROVISÓRIA 2.200-2, DE 24/08/2001, OU EM PADRÃO DE CERTIFICAÇÃO DIGITAL E DE ASSINATURA DIGITAL INTERNACIONAL, A SER DESENVOLVIDO, FUNCIONANDO O “COMPILADOR DE MÚLTIPLAS ARQUITETURAS DIFERENTES”, SEGUNDA PARTE, EM CÓDIGO ABERTO, conhecida, apenas, entre o Bank for International Settlements-BIS e o “Banco Central A” e o “Banco Central B”, para processar as trocas de informações de pagamentos internacionais e sensibilização de reservas bancárias entre o “País A” e o “País B”, por exemplo, E OS CERTIFICADOS DIGITAIS E AS ASSINATURAS DIGITAIS, NACIONAIS E INTERNACIONAIS, COMO MECANISMOS DE SEGURANÇA, ADICIONAIS, além da utilização dos 27 (vinte e sete) “Modos de Segurança”, de lógica quântica, citados anteriormente.

3.           Será grande o esforço das organizações, no Brasil e no resto do mundo, para se ajustarem ao mesmo padrão de tecnologia da informação e de SEGURANÇA, orientado ao conceito de objeto e ao “conceito lego”, em diversos níveis, para poderem criar “Redes de Relacionamentos Virtuais” e participarem de “Redes de Relacionamentos Virtuais”, de outras organizações, integradas as “Bancos Digitais” de diversas organizações financeiras e não financeiras, no Brasil e no resto do mundo, e para poderem, também, operar  integradas ao “Projeto de Arquitetura Aberta de Programação de Tecnologia de Informação Para Construção de Sistema de Pagamentos Nacional e Internacional Por Bancos Centrais - Módulo 01/33” protocolado, registrado e digitalizado, em 25/06/2015, sob o nº 896494, no 1º Ofício do Registro Civil, Títulos e Documentos e Pessoas Jurídicas de Brasília-DF (Cartório Marcelo Ribas), Setor Comercial Sul-SCS, Quadra 08, Bloco B-60, Sala 140-E, 1º andar, Edifício Venâncio 2000, CEP 70.333-900, Fone - (61) 3224-4026.

3.1       Vídeo Disponível no YouTube - link https://youtu.be/PkQbM_jLCug

3.2       Slides contendo a descrição da arquitetura de TI, citada no item anterior, estão disponíveis no link http://www.rogerounielo.blogspot.com.br/2015/07/arquitetura-de-ti-lego-para-construcao_34.html

4.           Se não houver, no Brasil e no resto do mundo, a construção das “Redes de Relacionamentos Virtuais”, com base em uma mesma visão e com base em tecnologias flexíveis, a “Organização 01” faz esforço tecnológico para se adaptar ao “Banco Digital A” e à “Rede de Relacionamento Virtual A”, no Momento 01.

5.           No Momento 02 (Seis meses depois), a mesma “Organização 01” deve fazer novo esforço tecnológico para se adaptar ao padrão tecnológico do “Banco Digital B” e da “Rede de Relacionamento Virtual B”.

6.           Se essa “Organização 01operar com 12 bancos digitais, sendo 06 de propriedade de instituições financeiras e 06 de propriedade de instituições não financeiras, e desejar participar de 300Redes de Relacionamentos Virtuais”, demorará uma eternidade para se ajustar a cada um dos padrões tecnológicos, INCLUSIVE AOS PADRÕES TECNOLÓGICOS DE SEGURANÇA, que lhe serão impostos por cada parceiro e parceria e, quando necessitar promover ajustes na programação, canal, interface de canal, sistemas, aplicativos, com cada um dos 12 bancos digitais ou com cada uma das 300 “Redes de Relacionamentos Virtuais”, deverá fazer esforços tecnológicos, constantes, sucessivos e cada vez mais caros.

7.           A partir de determinado momento, o consumo de estrutura tecnológica da Organização 01será tão grande que essa organização terá perda de eficiência, eficácia e resultados, na medida em que cresce na economia digital e do conhecimento. No final, apesar de todos os esforços da Organização 01e do emprego de vultosos recursos, tenderá a perder, cada vez mais, competitividade, na economia digital do conhecimento, à medida que o tempo passa, considerando que a velocidade das mudanças nesse tipo de mercado é cada vez maior, a intervalos de tempo cada vez menores.

8.           Por esses motivos expostos anteriormente, é ALTAMENTE recomendável que as organizações empresariais e não empresariais, da iniciativa pública e privada, bem como as instituições financeiras e respectivos órgãos reguladores como Conselho Monetário Nacional-CMN, Banco Central do Brasil-Bacen, Federação Brasileira de Bancos-Febraban, Banco Central dos Bancos Centrais-BIS, formem um grupo multidisciplinar, com participantes do Brasil e do exterior, para discutir um projeto, comum, de criação de “Redes de Relacionamentos Virtuais”, “Banco Digital” e “Sistema de Pagamentos”, nacional e internacional, que operem integrados, no Brasil e no resto do mundo, para que o esforço de construção da “Economia do Conhecimento”, no Brasil e no resto do mundo, seja o menor possível, com observância de paradigmas, INOVADOREE E SEGUROS, diferentes daqueles que hoje se utiliza para viabilizar, tecnologicamente, os atuais sistemas de tecnologia da informação.

9.           Face o exposto, sugerimos à ANATEL, manter entendimentos com as empresas de TI (provedores de soluções tecnológicas para outras empresas), com as áreas de TI  das empresas que criam produtos e serviços, digitais, "em seus sistemas legados", e com o INSTITUTO NACIONAL DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, visando discutir padronização, mínima, DE MERCADO, na forma de AUTO-REGULAÇÃO, por exemplo, para identificação digital de pessoas físicas e para identificação digital de pessoas jurídicas, não como uma regulamentação de IoT, mas como FUNDAMENTO, BÁSICO, PARA O DESENVOLVIMENTO E SUSTENTABILIDADE DA IOT NO BRASIL, CONSIDERANDO QUE ERROS DE CONCEPÇÃO INICIAL, EM PROJETO DESTA MAGNITUDE, COMO POR EXEMPLO, ERROS DE CONCEPÇÃO PARA SEGURANÇA, PARA REALIZAÇÃO DE NEGÓCIOS DIGITAIS, PODE PROVOCAR ELEVADOS PREJUÍZOS E O DISPERDÍCIO DE BILHÕES DE REAIS EM INVESTIMENTOS.

10.       Título da análise - Anatel Descarta Criação de Regulamento Para IoT - Como TRADUZIR a Linguagem Jurídica Para a LINGUAGEM TECNOLÓGICA Sem Necessidade de Criação de Novas Leis Para IoT no Brasil - REQUISITOS MÍNIMOS PARA IMPLANTAÇÃO DE IOT NO BRASIL: Empresas de TI (Provedores de Soluções Tecnológicas Para Outras Empresas) e Áreas de TI  Das Empresas Que Criam Produtos e Serviços Digitais, "Em Seus Sistemas Legados", Implementado PROCESSOS DE SEGURANÇA e de IDENTIFICAÇÃO DIGITAL Das Partes Contratantes de NEGÓCIOS JURÍDICOS DIGITAIS - Vide Item 2.2.10: Sugestões Para IDENTIFICAÇÃO DIGITAL Das Partes Contratantes de NEGÓCIOS JURÍDICOS DIGITAIS - Vide Item 2.2.11: Sugestões de Encaminhamento à ANATEL, Empresas de TI (Provedores de Soluções Tecnológicas Para Outras Empresas), Áreas de TI  das Empresas Que Criam Produtos e Serviços Digitais, "Em Seus Sistemas Legados", e Para o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação - Vide Item 2.2.12: Sugestões de Padrões de Segurança Para IoT no Brasil - Fonte - Link https://rogerounielo.blogspot.com.br/2017/02/anatel-descarta-criacao-de-regulamento.html

11.       Início da transcrição da matéria:

Dell sustenta que segurança é parte crucial da transformação digital

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Segundo Michael Dell, há hoje uma "sede real" pela transformação digital em vários setores da economia, mas enfatiza que as empresas têm de fazer essa mudança com segurança

Erivelto Tadeu - de San Francisco (EUA)*
15 de Fevereiro de 2017 - 20h03

Ao falar das oportunidades para as empresas trazidas pelas inovações tecnológicas, o CEO da Dell Technologies, Michael Dell, destacou a importância da segurança da informação. Durante palestra na abertura da RSA Conference 2017, conferência anual sobre segurança cibernética que acontece esta semana em San Francisco, na Califórnia, Dell disse que a "a transformação digital é real, mas tem que ser feita com segurança".

A RSA, que passou a pertencer à Dell no ano passado como parte da compra da EMC, é um pilar importante da "estratégia de federação" mantida pela companhia com a aquisição, a qual inclui ainda a Pivotal, joint venture formada pela EMC e VMware que atua como fornecedora de serviços, software e soluções de TI; a VCE, fornecedora de infraestrutura convergente; e a Virtustream, empresa de computação em nuvem. No caso específico da RSA, foram feitas algumas integrações de produtos ao portfólio da Dell, embora a empresa continue atuando de forma independente.

Segundo Michael Dell, "há hoje uma sede real pela transformação digital em vários setores da economia, que estão investindo [nesse conceito]". E ressaltou o potencial que inovações podem trazer para a transformação digital de setores como saúde, educação, manufatura e outros. “Isso forçará muitas empresas a procurar tecnologias de segurança para fazer as mudanças de forma segura”, disse.

A explicação de Dell para o crescimento da demanda é que as tecnologias de segurança passaram a ter grande importância para CEOs e conselhos de administração, tornando-se uma "questão de alta preocupação".

No entanto, ele ressaltou que não é uma questão de tecnologia, mas de risco para o negócio. "Nós realmente sentimos que estamos permitindo esta próxima onda de progresso humano e para mim isso é incrivelmente excitante", disse.

Dell explicou que a RSA oferece soluções para empresas que querem construir seus centros de operações de segurança (SOCs), mas citou também a Dell SecureWorks, mais focada na prestação de serviços a organizações que já possuem seu próprio SOC, bem como à prestação de serviços gerenciados de segurança.

Ele destacou ainda a importância da NSX, plataforma de virtualização de rede da VMware, que, além da eficiência operacional da rede, oferece segurança, principalmente para organizações que precisam de um data center mais seguro com microssegmentação.

Além disso, a Dell tem a plataforma de proteção de dados que fornece criptografia para dados. "Temos um amplo conjunto de recursos do data center para o cliente para produtos e serviços de segurança que permite aos clientes de todos os tamanhos certificar-se de que seus dados mais valiosos são protegidos", disse.

Caos na cibersegurança

Dell fez sua exposição após Zulfikar Ramzan, CTO da RSA, convidado surpresa no keynote que abriu a conferência.

O especialista enfatizou a necessidade de segurança orientada aos negócios e os desafios e oportunidades diante do caos atual.

Como um exemplo desse caos, Ramzan citou a eleição presidencial de 2016 dos Estados Unidos, em que o FBI culpou diretamente serviços de inteligência da Rússia de interferirem no pleito.

Segundo a polícia federal americana, códigos de computador nocivos que teriam sido usados em uma ampla campanha de invasões cibernéticas.

"Mudou o curso da eleição presidencial nos EUA? Quem sabe, mas isso mudou o discurso que se seguiu. Foi notícia de primeira página de grandes jornais e abalou os fundamentos da democracia. Demonstrou que nosso problema não se limita a ciberataques. Mais que isso, é a cauda longa que o caos cria."

Ramzan defendeu o desenvolvimento de um projeto ambicioso entre empresas, governos e órgãos de segurança. “Eles precisam estar do mesmo lado da sala", disse. "É importante inovar, avançar e desenhar linhas que se conectam, não linhas que separam".

Segundo o especialista, as empresas precisam de líderes de segurança orientados aos negócios. E dá três recomendações para os profissionais navegar nesse caos e aproveitar essa situação para o crescimento na carreira. "No caos, encontramos oportunidades incríveis para se adaptar, aprender e crescer", explicou Ramzan.

O primeiro conselho dado por ele é que se lide com o risco como uma ciência e não como uma arte obscura. Para isso, diz que é preciso questionar o famoso “e se” para construir possíveis cenários do caos.

A segunda orientação é simplificar o que precisa ser controlado. Ele comentou que recentemente esteve em uma empresa que contava com 84 sistemas de segurança de fornecedores diferentes. “Como é possível gerenciar esse universo?”, questionou. Por isso, recomenda que haja uma consolidação dos fornecedores.

Por fim, o CTO diz que é preciso se planejar para o caos. Segundo ele, num cenário de caos é preciso unir forças e colocar em prática o que ele batizou de ABC, do inglês availability (disponibilidade), budget (orçamento) e collaboration (colaboração).

Razam diz que seu objetivo pessoal é "tornar o mundo mais seguro através da tecnologia".

"Vindo para RSA isso me deu mais esperança -- pude me conectar e aprender com pessoas incríveis que estão enfrentando alguns dos desafios mais importantes do nosso tempo."

*O jornalista viajou aos EUA a convite da RSA.


Atenciosamente,

Brasília-DF, 18/02/2017

Rogerounielo Rounielo de França
OAB-SP 117.597
Pós-Graduado em Direito Público pela Faculdade Fortium
Especialista em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas-FGV
Participante do Centro Espírita André Luiz-CEAL
Participante do Fórum de Discussão “Segundas Filosóficas” - http://segundasfilosoficas.org - “Somos capazes de sonhar com um mundo melhor. Seremos também capazes de projetá-lo e de efetivamente construí-lo?