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quinta-feira, 30 de maio de 2019

Análise da Análise do BACEN : “BC analisa a relação entre spreads de taxas de juros, concorrência e concentração bancária no país”

Análise da Análise do BACEN : “BC analisa a relação entre spreads de taxas de juros, concorrência e concentração bancária no país”



Fonte - Link https://rogerounielo.blogspot.com/2019/05/analise-da-analise-do-bacen-bc-analisa.html?m=1

CONCLUSÕES:

A) Assim como existe relação entre spreads de taxas de juros, concorrência e concentração bancária no país, também, existe relação com a LEI DA OFERTA E DA PROCURA DE DINHEIRO NO BRASIL COM O GASTO PÚBLICO, O QUE INFLUI NO SPREAD BANCÁRIO, pois se a dívida pública do Brasil passou de R$ 1,971 TRILHÕES, em 2001, saltando para R$ 5,431 trilhões, em março/2019, crescimento de 175,54% (R$ 3,460 TRILHÕES), no período, o aumento dessa dívida pública se faz retirando recursos da iniciativa privada, FAZENDO O ESTADO INEFICIENTE UM GRANDE CONCORRENTE DAS EMPRESAS PRIVADAS E DOS CIDADÃOS, NA HORA EM QUE EMPRESAS PRIVADAS E CIDADÃOS VÃO PEGAR EMPRÉSTIMOS JUNTO ÀS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS, pois o ESTADO paga qualquer patamar de taxas de juros que sejam exigidos pelas instituições financeiras, para bancar O CRESCIMENTO EXPONENCIAL DA DÍVIDA PÚBLICA E PARA BANCAR O CRESCENTE RISCO DE CALOTE DO PODER PÚBLICO, gerado pelo crescimento exponencial da dívida pública do Brasil, que passou de R$ 1,971 TRILHÕES, em 2001, saltando para R$ 5,431 trilhões, em março/2019, crescimento de 175,54% (R$ 3,460 TRILHÕES), no período, e, também, para bancar R$ 9,472 TRILHÕES com pagamento de juros e amortização da dívida pública, de 2004 a 2014, o que representou 60,33% do total de gastos (R$ 15,7 TRILHÕES) do governo federal no período, conforme item 26 do link https://rogerounielo.blogspot.com/2015/01/gastos-governo-federal-serie-historica_21.html?m=1

B) Para diminuir o spread bancário no Brasil, portanto, além de AUMENTAR A CONCORRÊNCIA PARA AS ATUAIS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS de um Sistema Financeiro CENTRALIZADO, VERTICALIZADO e COM POUCAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS OFERTANDO CRÉDITO, por meio da DESCENTRALIZAÇÃO do Sistema Financeiro Nacional, HORIZONTALIZAÇÃO do Sistema Financeiro Nacional e MUITAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS E MUITAS INSTITUIÇÕES NÃO FINANCEIRAS, INCLUSIVE FINTECHS, OFERTANDO CRÉDITO, COMO O CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL E O BACEN JÁ VEM FAZENDO, POR MEIO DA RESOLUÇÃO NR. 4.649, DE 28/03/2018 (OPEN BANKING), RESOLUÇÃO NR. 4.656, DE 26/04/2018, que dispõe sobre a sociedade de crédito direto e a sociedade de empréstimo entre pessoas, e disciplina a realização de operações de empréstimo e de financiamento entre pessoas por meio de plataforma eletrônica, o Decreto Presidencial nº 9.544, de 29/10/2018, que reconhece como de interesse do país a participação estrangeira, em até 100%, no capital social tanto de Sociedades de Crédito Direto (SCD) quanto de Sociedades de Empréstimo entre Pessoas (SEP) que apresentarem pedido ao BC para funcionar, a CRIAÇÃO DA PLATAFORMA DE PAGAMENTO INSTANTÂNEO, e o compartilhamento entre Bancos brasileiros de plataforma em blockchain feita pela IBM, conforme proposta dentro do Sistema de Pagamentos Brasileiro, que agrega o conjunto de procedimentos, regras, instrumentos e operações que dão suporte às movimentações financeiras do Brasil, com a referida plataforma em blockchain sendo padrão e toda a indústria de pagamentos nacional podendo usá-la como base, por exemplo, é NECESSÁRIO DIMINUIR O GASTO PÚBLICO NO BRASIL, DIMINUIR O TAMANHO DO ESTADO e TORNAR O ESTADO DIMINUÍDO MAIS EFICIENTE, PARA QUE O ESTADO SEJA UM INDUTOR DO CRESCIMENTO ECONÔMICO E NÃO UM PESO PARA O CRESCIMENTO ECONÔMICO, RETIRANDO RECURSOS DA INICIATIVA PRIVADA E RETIRANDO RECURSOS DE TODAS AS FORMAS DE INVESTIMENTOS, INCLUSIVE EM INOVAÇÃO.

1. Na matéria do item 2 abaixo, o BACEN analisa a relação entre spreads de taxas de juros, concorrência e concentração bancária no país, onde são apresentadas as seguintes conclusões:

A) “Segundo a Hipótese da Estrutura, Conduta e Desempenho, tida como a mais intuitiva, a estrutura do mercado – medida pela concentração – determina a conduta das instituições financeiras e também o seu desempenho econômico-financeiro. Isto é: um mercado de crédito bancário mais concentrado levaria a maiores spreads”;

B) “Já a hipótese do poder de mercado argumenta que um poder de mercado maior levaria a maiores spreads, e não necessariamente a concentração do mercado. O boxe encontra resultados corroborando de forma mais forte a Hipótese de Poder de Mercado do que a da Estrutura, Conduta e Desempenho, sugerindo que concorrência é mais relevante do que concentração na determinação dos spreads”.

1.1 No estudo do BACEN, constante do item 3 abaixo, consta o seguinte:

“De acordo com o boxe do REB, o crédito ampliado ao setor não financeiro totalizou R$9,4 trilhões em dezembro de 2018, correspondendo a 138% do Produto Interno Bruto (PIB). Desse total, 56% são destinados a empresas (privadas e públicas) e a famílias e 44% ao governo geral (administração pública federal, estadual e municipal)”

1.1.1 Do total de R$9,4 trilhões concedidos, em crédito, em dezembro de 2018, 44% (R$ 4,136 TRILHÕES) foram concedidos ao governo geral (administração pública federal, estadual e municipal), mas sem análise de dados históricos não é possível demonstrar que a LEI DA OFERTA E DA PROCURA DE DINHEIRO NO BRASIL E O GASTO PÚBLICO, TAMBÉM, INFLUEM NO SPREAD BANCÁRIO.

1.1.2 De acordo com a análise “Portal da Transparência - Gastos Governo Federal - Série Histórica - 2004 a 2014”, disponível no link https://rogerounielo.blogspot.com/2015/01/gastos-governo-federal-serie-historica_21.html?m=1, letra “B”, no item 19, de referida análise, temos que do total de R$ 15,7 TRILHÕES, em gastos, diretos, do Governo Federal, realizados entre 2004 e 2014, o programa “XXYZ - Pessoal, Encargos Sociais e Dívida” foi responsável por 74,093% desses gastos, ou seja,
de 2004 a 2014, de cada R$ 100,00, o Governo Federal utilizou R$ 74,09 para pagar, apenas, três despesas: pessoal, encargos sociais e dívidas.

1.1.3 Pelo item 28, da análise referida anteriormente, disponível no link https://rogerounielo.blogspot.com/2015/01/gastos-governo-federal-serie-historica_21.html?m=1, a dívida pública era de R$ 1,971 TRILHÕES, em 2001, saltando para R$ 3,466, em 2014, e saltando, novamente, para R$ 5,431 trilhões, em março/2019 (78,4% do PIB, aponta BC - Fonte - Link https://mobile.valor.com.br/brasil/6233029/divida-publica-bruta-sobe-em-marco-para-784-do-pib-aponta-bc).

1.1.4 Grosso modo, a dívida pública do Brasil passou de R$ 1,971 TRILHÕES, em 2001, saltando para R$ 5,431 trilhões, em março/2019, crescimento de 175,54% (R$ 3,460 TRILHÕES), no período.

1.1.5 Assim como existe relação entre spreads de taxas de juros, concorrência e concentração bancária no país, também, existe relação com a LEI DA OFERTA E DA PROCURA DE DINHEIRO NO BRASIL COM O GASTO PÚBLICO, O QUE INFLUI NO SPREAD BANCÁRIO, pois se a dívida pública do Brasil passou de R$ 1,971 TRILHÕES, em 2001, saltando para R$ 5,431 trilhões, em março/2019, crescimento de 175,54% (R$ 3,460 TRILHÕES), no período, o aumento dessa dívida pública se faz retirando recursos da iniciativa privada, FAZENDO O ESTADO INEFICIENTE UM GRANDE CONCORRENTE DAS EMPRESAS PRIVADAS E DOS CIDADÃOS, NA HORA EM QUE EMPRESAS PRIVADAS E CIDADÃOS VÃO PEGAR EMPRÉSTIMOS JUNTO ÀS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS, pois o ESTADO paga qualquer patamar de taxas de juros que sejam exigidos pelas instituições financeiras, para bancar O CRESCIMENTO EXPONENCIAL DA DÍVIDA PÚBLICA E PARA BANCAR O CRESCENTE RISCO DE CALOTE DO PODER PÚBLICO, gerado pelo crescimento exponencial da dívida pública do Brasil, que passou de R$ 1,971 TRILHÕES, em 2001, saltando para R$ 5,431 trilhões, em março/2019, crescimento de 175,54% (R$ 3,460 TRILHÕES), no período, e, também, para bancar R$ 9,472 TRILHÕES com pagamento de juros e amortização da dívida pública, de 2004 a 2014, o que representou 60,33% do total de gastos (R$ 15,7 TRILHÕES) do governo federal no período, conforme item 26 do link https://rogerounielo.blogspot.com/2015/01/gastos-governo-federal-serie-historica_21.html?m=1

1.1.6 Para diminuir o spread bancário no Brasil, portanto, além de AUMENTAR A CONCORRÊNCIA PARA AS ATUAIS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS de um Sistema Financeiro CENTRALIZADO, VERTICALIZADO e COM POUCAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS OFERTANDO CRÉDITO, por meio da DESCENTRALIZAÇÃO do Sistema Financeiro Nacional, HORIZONTALIZAÇÃO do Sistema Financeiro Nacional e MUITAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS E MUITAS INSTITUIÇÕES NÃO FINANCEIRAS, INCLUSIVE FINTECHS, OFERTANDO CRÉDITO, COMO O CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL E O BACEN JÁ VEM FAZENDO, POR MEIO DA RESOLUÇÃO NR. 4.649, DE 28/03/2018 (OPEN BANKING), RESOLUÇÃO NR. 4.656, DE 26/04/2018, que dispõe sobre a sociedade de crédito direto e a sociedade de empréstimo entre pessoas, e disciplina a realização de operações de empréstimo e de financiamento entre pessoas por meio de plataforma eletrônica, o Decreto Presidencial nº 9.544, de 29/10/2018, que reconhece como de interesse do país a participação estrangeira, em até 100%, no capital social tanto de Sociedades de Crédito Direto (SCD) quanto de Sociedades de Empréstimo entre Pessoas (SEP) que apresentarem pedido ao BC para funcionar, a CRIAÇÃO DA PLATAFORMA DE PAGAMENTO INSTANTÂNEO, e o compartilhamento entre Bancos brasileiros de plataforma em blockchain feita pela IBM, conforme proposta dentro do Sistema de Pagamentos Brasileiro, que agrega o conjunto de procedimentos, regras, instrumentos e operações que dão suporte às movimentações financeiras do Brasil, com a referida plataforma em blockchain sendo padrão e toda a indústria de pagamentos nacional podendo usá-la como base, por exemplo, é NECESSÁRIO DIMINUIR O GASTO PÚBLICO NO BRASIL, DIMINUIR O TAMANHO DO ESTADO e TORNAR O ESTADO DIMINUÍDO MAIS EFICIENTE, PARA QUE O ESTADO SEJA UM INDUTOR DO CRESCIMENTO ECONÔMICO E NÃO UM PESO PARA O CRESCIMENTO ECONÔMICO, RETIRANDO RECURSOS DA INICIATIVA PRIVADA E RETIRANDO RECURSOS DE TODAS AS FORMAS DE INVESTIMENTOS, INCLUSIVE EM INOVAÇÃO.

2. Início da transcrição da matéria:

BC analisa a relação entre spreads de taxas de juros, concorrência e concentração bancária no país

Fonte - Link https://www.bcb.gov.br/detalhenoticia/346/noticia

27Maio2019

Publicado às 15:00 Atualizado 27/05 às 14:53

​Um mercado bancário concentrado possui maiores spreads nos juros do crédito?

Ou será que é a baixa competição que acaba resultando em custo maior para os tomadores de crédito?

A relação entre concorrência, concentração e spread das taxas de juros bancárias é controversa, e o tema é explorado em boxe do Relatório de Economia Bancária (REB) de 2018, a ser divulgado nesta terça-feira (28).

O trabalho traz evidências de que concorrência é mais importante que concentração no que se refere aos spreads de empréstimos a empresas no Brasil.

Segundo a Hipótese da Estrutura, Conduta e Desempenho, tida como a mais intuitiva, a estrutura do mercado – medida pela concentração – determina a conduta das instituições financeiras e também o seu desempenho econômico-financeiro. Isto é: um mercado de crédito bancário mais concentrado levaria a maiores spreads.

Já a hipótese do poder de mercado argumenta que um poder de mercado maior levaria a maiores spreads, e não necessariamente a concentração do mercado. O boxe encontra resultados corroborando de forma mais forte a Hipótese de Poder de Mercado do que a da Estrutura, Conduta e Desempenho, sugerindo que concorrência é mais relevante do que concentração na determinação dos spreads.

Testes empíricos

Para verificar a validade das hipóteses, regrediram-se os spreads contra variáveis relacionadas a cada hipótese. Foram utilizadas duas estratégias de estimação.

A primeira, mais usual, considerou apenas dados agregados. A segunda utilizou os microdados proprietários do BC, ao nível de cada empréstimo concedido para pessoas jurídicas.

A utilização das duas abordagens almeja verificar se a agregação de dados compromete a inferência e a obtenção de resultados úteis à formulação de políticas.

Na primeira abordagem, utilizando informação trimestral de 2005 a 2018, trabalhou-se com dados em diferentes dimensões: (i) por tipo de pessoa (pessoa física ou pessoa jurídica); (ii) por modalidade de crédito; e (iii) por classificação de risco. Dependendo da dimensão analisada, houve considerável diferença nos resultados da covariação entre spreads e concentração, o que impossibilitou quaisquer conclusões acerca dessa relação. Esse resultado sugere que o teste das hipóteses pode ser prejudicado pela utilização de dados agregados.

Na segunda abordagem, o teste foi feito com microdados de três modalidades de empréstimos a firmas não financeiras: (a) capital de giro; (b) desconto de recebíveis; e (c) veículos. Foram utilizadas informações de mais de 13 milhões de empréstimos entre bancos privados e firmas, de 2005 a 2016.

Os spreads de cada contrato foram regredidos contra o poder de mercado de cada banco (medido pelo índice de Lerner) e o nível de concentração de cada mercado (medido pelo IHHn regional).

Os resultados mostram que empréstimos em regiões com maior concentração bancária possuem spreads, em média, 0,07 p.p. maiores do que em regiões com menor concentração.

Já bancos com alto poder de mercado cobram spreads, em média, 1,84 p.p. maiores do que bancos com baixo poder de mercado. Esses resultados reforçam a importância do nível de concorrência comparativamente ao de concentração nos spreads praticados no mercado bancário brasileiro.

Em geral, os resultados do boxe indicam que, apesar do ambiente concorrencial ser um fator relevante para a determinação do spread, um aumento do grau de concorrência sozinho provavelmente não seria capaz de promover redução expressiva dos spreads.

As estimativas apresentadas indicam que as diferenças entre o grau de poder de mercado das instituições com maior poder e o das instituições com baixo poder explicam apenas 7,3% do spread médio da amostra, de 25,3 p.p.

Esse resultado está em linha com a decomposição do spread bancário que vem sendo reportada no Relatório de Economia Bancária e reforça o diagnóstico de que, para redução sustentável do custo do crédito, é fundamental avançar em iniciativas que reduzam a inadimplência, aumentem a capacidade de recuperação de garantias e reduzam assimetrias de informação sobre os tomadores de crédito.

Fonte - Link https://www.bcb.gov.br/detalhenoticia/346/noticia

Fim

3. Início da transcrição da matéria:

BACEN - O crédito ampliado ao setor não financeiro totalizou R$9,4 trilhões em dezembro de 2018, correspondendo a 138% do Produto Interno Bruto (PIB)

Estatística de crédito ampliado ao setor não financeiro da economia brasileira será divulgada

De acordo com o boxe do REB, o crédito ampliado ao setor não financeiro totalizou R$9,4 trilhões em dezembro de 2018, correspondendo a 138% do Produto Interno Bruto (PIB). Desse total, 56% são destinados a empresas (privadas e públicas) e a famílias e 44% ao governo geral (administração pública federal, estadual e municipal).

No que diz respeito à participação no crédito ampliado, o maior componente foi o de títulos públicos, respondendo por 35% do total em dezembro de 2018, seguido pelas operações de crédito do SFN (34%).

A dívida externa representou 22% do crédito total, enquanto o mercado de capitais e os outros empréstimos corresponderam a 6% e 2%, respectivamente

A nova estatística crédito ampliado ao setor não financeiro passa a ser divulgada mensalmente, a partir de 29/05/2019, fornece uma visão abrangente do conjunto das fontes de recursos utilizadas para o financiamento dos setores público e privado não financeiros da economia brasileira, permitindo aferir a dimensão e a participação relativa de seus principais componentes (operações de crédito dos demais setores institucionais residentes, os títulos de dívida públicos e privados e os créditos concedidos por não residentes - dívida externa), bem como padrões de complementaridade e de substituição entre eles

Fonte - Link https://www.bcb.gov.br/detalhenoticia/345/noticia

23Maio2019
Publicado às 12:07 Atualizado 23/05 às 14:26

​Com o objetivo de fornecer uma visão abrangente do conjunto das fontes de recursos utilizadas para o financiamento dos setores público e privado não financeiros da economia brasileira, a estatística de crédito ampliado ao setor não financeiro passa a ser divulgada mensalmente, a partir de 29 maio, na Nota para a Imprensa – Estatísticas Monetárias e de Crédito e no Sistema Gerenciador de Séries Temporais (SGS).

A nova estatística e a sua metodologia estão descritas em um dos boxes  que integram o Relatório de Economia Bancária (REB) de 2018, cuja publicação será feita na próxima terça-feira (28).

A série, que tem início em janeiro de 2013, compreende tanto as operações de crédito do Sistema Financeiro Nacional (SFN) – empréstimos e financiamentos concedidos por bancos e outras instituições financeiras –, quanto as operações de crédito dos demais setores institucionais residentes, os títulos de dívida públicos e privados e os créditos concedidos por não residentes (dívida externa).

A estatística de crédito ampliado ao setor não financeiro permite aferir a dimensão e a participação relativa de seus principais componentes, bem como padrões de complementaridade e de substituição entre eles.

Contribui ainda para análises comparativas do nível e do perfil de endividamento do governo, das empresas e das famílias.

As séries estatísticas foram construídas em conformidade com o padrão metodológico internacional e são complementares às demais estatísticas sobre o mercado de crédito no Brasil.

São também consistentes com os outros conjuntos de estatísticas macroeconômicas (fiscais, do setor externo e de contas financeiras) e, nesse sentido, contribuem para a consolidação do arcabouço estatístico brasileiro.

Resultados

De acordo com o boxe do REB, o crédito ampliado ao setor não financeiro totalizou R$9,4 trilhões em dezembro de 2018, correspondendo a 138% do Produto Interno Bruto (PIB). Desse total, 56% são destinados a empresas (privadas e públicas) e a famílias e 44% ao governo geral (administração pública federal, estadual e municipal).

No que diz respeito à participação no crédito ampliado, o maior componente foi o de títulos públicos, respondendo por 35% do total em dezembro de 2018, seguido pelas operações de crédito do SFN (34%).

A dívida externa representou 22% do crédito total, enquanto o mercado de capitais e os outros empréstimos corresponderam a 6% e 2%, respectivamente.

Para mais informações, acesse o boxe completo aqui.

Fonte - Link https://www.bcb.gov.br/detalhenoticia/345/noticia

Fim 

domingo, 26 de maio de 2019

A curva de Laffer, o aumento de tributos e a diminuição da receita tributária - Crédito ampliado ao setor não financeiro totalizou R$9,4 trilhões em dezembro de 2018, correspondendo a 138% do Produto Interno Bruto (PIB) - CÁLCULO DA CURVA DE LAFER CONSIDERANDO APENAS A RECEITA TRIBUTÁRIA - CÁLCULO DA CURVA DE LAFER CONSIDERANDO A RECEITA TRIBUTÁRIA, operações de crédito dos demais setores institucionais residentes, os títulos de dívida públicos e privados e os créditos concedidos por não residentes - dívida externa - Receita diz que mudança em regra de lucro obtido com venda de imóveis não aumenta carga tributária - “Um estudo do Banco Mundial mostrou que, quando a relação dívida/PIB supera 77% durante um longo período de tempo, o crescimento econômico se desacelera e cada ponto percentual da dívida acima deste nível custa ao país 1,7% de crescimento econômico nos países desenvolvidos. Quanto aos países em desenvolvimento, a situação é ainda pior: cada ponto percentual adicional de dívida acima do nível de 64% reduzirá anualmente o crescimento econômico em 2%”



1. Conforme matéria intitulada “Receita diz que mudança em regra de lucro obtido com venda de imóveis não aumenta carga tributária”, constante do item 5 abaixo:

“A Receita Federal confirmou nesta quinta-feira que a nova taxa para lucro imobiliário está em estudo pelo órgão. A ideia, de acordo com técnicos, faz parte de um conjunto de estudos feitos pelo Fisco para aumentar a arrecadação sem aumentar a carga tributária”

2. Algumas decisões políticas fundamentais não podem prescindir de estarem baseadas nas leis matemáticas a serem aplicadas como critério de decisão, para gestão macroeconômica eficaz e eficiente, como, por exemplo, utilizar a CURVA DE LAFER (vide item 6 abaixo), para decidir se se vai ou não aumentar impostos específicos, e/ou aumentar a carga tributária como um todo, e/ou aumentar operações de crédito dos demais setores institucionais residentes, e/ou aumentar os títulos de dívida públicos e/ou aumentar os títulos de dívida privados e/ou aumentar os créditos concedidos por não residentes (dívida externa).

3. A Curva de Laffer é capaz de representar a razão de taxação na qual o valor máximo de arrecadação é atingido, o que significa dizer que A PARTIR DE DETERMINADO PONTO DE AUMENTO DA TAXAÇÃO OU AUMENTO DA CARGA TRIBUTÁRIA, A ARRECADAÇÃO TRIBUTÁRIA, AO INVÉS DE AUMENTAR, PASSA A CAIR, por se tornar UM CUSTO TÃO EXCESSIVO PARA OS AGENTES ECONÔMICOS, que a continuidade da atividade econômica empreendedora torna-se não lucrativa e, assim, os agentes econômicos passam a abandonar o exercício da atividade econômica, provocando declínio da RECEITA A SER TRIBUTADA POR ALÍQUOTAS CADA VEZ MAIORES, LEVANDO À INSUSTENTABILIDADE DA RECEITA TRIBUTÁRIA QUE GERA A ARRECADAÇÃO TRIBUTÁRIA.

4. Um resultado potencial da curva de Laffer seria servir como instrumento de gestão para demonstrar se o Brasil já atingiu ou não o PONTO DA CURVA DE LAFER EM que aumentar as alíquotas dos tributos OU A CARGA TRIBUTÁRIA, além daquele certo PONTO DA CURVA DE LAFER, torna-se improdutivo, à medida que a receita tributária também passa a diminuir, por se tornar UM CUSTO TÃO EXCESSIVO PARA OS AGENTES ECONÔMICOS, que a continuidade da atividade econômica empreendedora torna-se não lucrativa e, assim, os agentes econômicos passam a abandonar o exercício da atividade econômica, provocando declínio da RECEITA A SER TRIBUTADA POR ALÍQUOTAS CADA VEZ MAIORES. Todo aumento de imposto além de determinado ponto da CURVA DE LAFER só diminui a arrecadação, ao invés de aumentá-la.

4.1 No item 4 acima, tratamos do cálculo da CURVA DE LAFER, para demonstrar se o Brasil já atingiu ou não o PONTO DA CURVA DE LAFER EM que aumentar as alíquotas dos tributos OU A CARGA TRIBUTÁRIA, além daquele certo PONTO DA CURVA DE LAFER, A SER DETERMINADO POR CÁLCULOS MATEMÁTICOS, torna-se improdutivo, à medida que a receita tributária também passa a diminuir, por se tornar UM CUSTO EXCESSIVO PARA OS AGENTES ECONÔMICOS.

4.2 A CARGA TRIBUTÁRIA é, apenas, uma das variáveis que podem gerar um UM CUSTO TÃO EXCESSIVO PARA OS AGENTES ECONÔMICOS, que a partir de determinado ponto da CURVA DE LAFER, torna-se improdutivo AUMENTAR A CARGA TRIBUTÁRIA, à medida que a receita tributária também passa a diminuir.

4.3 Seria importante utilizar, no CÁLCULO DA CURVA DE LAFER, além da CARGA TRIBUTÁRIA, outras variáveis conjugadas como, por exemplo, operações de crédito dos demais setores institucionais residentes, os títulos de dívida públicos e privados e os créditos concedidos por não residentes (dívida externa), pois todas essas variáveis, atuando conjuntamente, podem gerar UM CUSTO TÃO EXCESSIVO PARA OS AGENTES ECONÔMICOS, que a partir de determinado ponto da CURVA DE LAFER DESSE CONJUNTO DE VARIÁVEIS INTER-RELACIONADAS, torna-se improdutivo AUMENTAR A CARGA TRIBUTÁRIA, e/ou torna-se improdutivo AUMENTAR operações de crédito dos demais setores institucionais residentes, e/ou torna-se improdutivo AUMENTAR os títulos de dívida públicos,
e/ou torna-se improdutivo AUMENTAR os títulos de dívida privados e/ou torna-se improdutivo AUMENTAR os créditos concedidos por não residentes (dívida externa), ISOLADAMENTE E/OU CONJUNTAMENTE.

4.3.1 O crédito ampliado ao setor não financeiro totalizou R$9,4 trilhões em dezembro de 2018, correspondendo a 138% do Produto Interno Bruto (PIB): 

A) “De acordo com o boxe do REB, o crédito ampliado ao setor não financeiro totalizou R$9,4 trilhões em dezembro de 2018, correspondendo a 138% do Produto Interno Bruto (PIB). Desse total, 56% são destinados a empresas (privadas e públicas) e a famílias e 44% ao governo geral (administração pública federal, estadual e municipal)”;

😎 “No que diz respeito à participação no crédito ampliado, o maior componente foi o de títulos públicos, respondendo por 35% do total em dezembro de 2018, seguido pelas operações de crédito do SFN (34%)”;

C) “A dívida externa representou 22% do crédito total, enquanto o mercado de capitais e os outros empréstimos corresponderam a 6% e 2%, respectivamente”;

D) “A nova estatística crédito ampliado ao setor não financeiro passa a ser divulgada mensalmente, a partir de 29/05/2019, fornece uma visão abrangente do conjunto das fontes de recursos utilizadas para o financiamento dos setores público e privado não financeiros da economia brasileira, permitindo aferir a dimensão e a participação relativa de seus principais componentes (operações de crédito dos demais setores institucionais residentes, os títulos de dívida públicos e privados e os créditos concedidos por não residentes - dívida externa), bem como padrões de complementaridade e de substituição entre eles”.

Fonte - Link https://www.bcb.gov.br/detalhenoticia/345/noticia

4.4 “Um estudo do Banco Mundial mostrou que, quando a relação dívida/PIB supera 77% durante um longo período de tempo, o crescimento econômico se desacelera e cada ponto percentual da dívida acima deste nível custa ao país 1,7% de crescimento econômico nos países desenvolvidos. Quanto aos países em desenvolvimento, a situação é ainda pior: cada ponto percentual adicional de dívida acima do nível de 64% reduzirá anualmente o crescimento econômico em 2%”, conforme matéria intitulada “Nova crise econômica mundial será grave e pode mudar ordem global existente, diz analista”, constante do item 7 abaixo.

4.4.1 Se o crédito ampliado ao setor não financeiro totalizou R$9,4 trilhões em dezembro de 2018, correspondendo a 138% do Produto Interno Bruto (PIB), envolvendo operações de crédito dos demais setores institucionais residentes, os títulos de dívida públicos e privados e os créditos concedidos por não residentes (dívida externa), a relação crédito ampliado ao setor não financeiro/PIB de 138%, durante um longo período de tempo, afeta o crescimento econômico, que se desacelera a cada ponto percentual acima de determinado nível dessa relação crédito ampliado ao setor não financeiro/PIB, e custa ao país QUANTO DE PERCENTUAL de crescimento econômico menor?

5. Início da transcrição da matéria:

Receita diz que mudança em regra de lucro obtido com venda de imóveis não aumenta carga tributária

Fonte - Link https://oglobo.globo.com/economia/receita-diz-que-mudanca-em-regra-de-lucro-obtido-com-venda-de-imoveis-nao-aumenta-carga-tributaria-23687942

Técnico do Fisco confirma que projeto, anunciado por Bolsonaro, está em estudo pelo órgão

Imagem Removida 

Claudemir Malaquias, chefe do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros da Receita ANDRE COELHO / O GLOBO

POR MARCELLO CORRÊA
23/05/19 - 12h27 | Atualizado: 23/05/19 - 15h59

BRASÍLIA - A Receita Federal confirmou nesta quinta-feira que a nova taxa para lucro imobiliário está em estudo pelo órgão. A ideia, de acordo com técnicos, faz parte de um conjunto de estudos feitos pelo Fisco para aumentar a arrecadação sem aumentar a carga tributária.

— Desde o início do ano, vários estudos estão sendo feitos em todas as direções. Estamos vivendo um período de grave situação fiscal e todas as alternativas estão sendo discutidas. Inclusive novos impostos, desde que não se aumente a carga — disse o chefe do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros da Receita, Claudemir Malaquias, durante a divulgação do resultado da arrecadação federal.

As linhas gerais do projeto foram anunciadas na quarta-feira pelo secretário da Receita Federal, Marcos Cintra, após uma reunião com o presidente Jair Bolsonaro. Trata-se de uma mudança na regra do Imposto de Renda para permitir que valores de imóveis sejam atualizados na hora de declarar o IR. Segundo o presidente, o projeto pode garantir uma arrecadação maior que a economia prevista com a reforma da Previdência.

De acordo com o colunista do GLOBO Merval Pereira, o mecanismo envolveria o pagamento de uma taxa para atualizar o valor do imóvel e, assim, reduzir o imposto de 15% recolhido sobre o lucro obtido com a venda de imóveis.

— Esse rearranjo do sistema tributário está sendo discutido no âmbito das discussões das reformas. Todos os estudos que foram feitos e analisados são feitos nesse sentido: de se identificar e quantificar as bases possíveis de serem tributadas e as hipóteses que juridicamente podem ter incidência. No Brasil, a carga tributária é mal distribuída. Há espaço para que, sem aumentar tributo, aumentar a base de contribuintes — disse Malaquias, sem dar detalhes sobre o projeto.

6. Início da transcrição da matéria

A curva de Laffer

Fonte - Link https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Curva_de_Laffer

A curva de Laffer é uma representação teórica da relação entre o valor arrecadado com um imposto a diferentes Alíquotas.

É usada para ilustrar o conceito de "elasticidade da receita taxável". Para se construir a curva, considera-se o valor obtido com as alíquotas de 0% e 100%.

É óbvio que uma alíquota de 0% não traz receita tributária, mas a hipótese da curva de Laffer afirma que uma alíquota de 100% também não gerará receita, uma vez que não haverá incentivo para o sujeito passivo da obrigação tributária receber ou conseguir qualquer valor.

Se ambas as taxas - 0% e 100% - não geram receitas tributárias, conclui-se que deve existir uma alíquota na qual se atinja o valor máximo.

A curva de Laffer é tipicamente representada por um gráfico estilizado em parábola que começa em 0%, eleva-se a um valor máximo em determinada alíquota intermediária, para depois cair novamente a 0 com uma alíquota de 100%.

Um resultado potencial da curva de Laffer é que aumentar as alíquotas além de certo ponto torna-se improdutivo, à medida que a receita também passa a diminuir.

Em geral, os economistas tem encontrado pouco apoio para a afirmação de que cortes de impostos aumentam as receitas fiscais, ou mesmo que a maioria dos tributos estaria do "lado errado" da curva de Laffer.[1][2]

A ideia apresentada pela curva de Laffer foi popularizada por Jude Wanniski na década de 1970, com Wanniski dando o nome à curva em referência ao trabalho de Arthur Laffer.

Laffer mais tarde disse que o conceito não era original, apontando ideias similares nos trabalhos do polímata norte-africano do século XIV Ibne Caldune — que discutira a ideia em sua obra de 1377 Muqaddimah — bem como nos estudos de John Maynard Keynes.[3]

Fonte - Link https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Curva_de_Laffer

Fim

7. Início da transcrição da matéria:

Nova crise econômica mundial será grave e pode mudar ordem global existente, diz analista

Um estudo do Banco Mundial mostrou que, quando a relação dívida/PIB supera 77% durante um longo período de tempo, o crescimento econômico se desacelera e cada ponto percentual da dívida acima deste nível custa ao país 1,7% de crescimento econômico nos países desenvolvidos. Quanto aos países em desenvolvimento, a situação é ainda pior: cada ponto percentual adicional de dívida acima do nível de 64% reduzirá anualmente o crescimento econômico em 2%

De acordo com previsões do Fundo Monetário Internacional (FMI), a economia mundial irá desacelerar neste ano em 70% dos países.
"Muitas economias não são suficientemente sustentáveis. A alta dívida pública e baixas taxas de juro limitam sua capacidade para superar uma nova recessão", disse a diretora-executiva do FMI, Christine Lagarde

Fonte - Link https://br.sputniknews.com/amp/economia/2019042213732096-nova-crise-economica-grave-mudar-ordem-existente/

06:29 22.04.2019(atualizado 06:30 22.04.2019)

O mundo está à beira de uma iminente crise global provocada pelas ambições excessivas dos Estados: no início de 2019, a dívida mundial alcançou 244 trilhões de dólares e continua crescendo.

O principal problema atual é a perspectiva de uma recessão deflacionária prolongada e estagnação interminável da economia, como foi no caso do Japão nas últimas décadas, revelou Aleksandr Losev, diretor de uma empresa de gestão de ativos, ao diário Kommersant.

O que está por trás das previsões econômicas sombrias do FMI para mundo e Brasil?

O aumento da carga da dívida e o custo cada vez maior de sua manutenção afetam o crescimento econômico, aumentam os riscos de crédito e a possibilidade de incumprimento de pagamentos, o que no futuro criará dificuldades para refinanciar as dívidas e abrandará o "boom" de crédito que atualmente está estimulando o crescimento global, explicou Losev.

O financista sublinhou que esse processo afetará a situação econômica porque significa "menos novos empréstimos e investimentos, um crescimento econômico mais débil ou até sua cessação completa, mais moratórias, atrasos de pagamento […], crises locais em certas regiões e indústrias que podem causar efeito dominó e sacudir não apenas os mercados financeiros, mas também toda a economia global".

Segundo Losev, um estudo do Banco Mundial mostrou que, quando a relação dívida/PIB supera 77% durante um longo período de tempo, o crescimento econômico se desacelera e cada ponto percentual da dívida acima deste nível custa ao país 1,7% de crescimento econômico nos países desenvolvidos. Quanto aos países em desenvolvimento, a situação é ainda pior: cada ponto percentual adicional de dívida acima do nível de 64% reduzirá anualmente o crescimento econômico em 2%.

Dólar desnecessário: como moeda americana está perdendo posições na arena global

De acordo com previsões do Fundo Monetário Internacional (FMI), a economia mundial irá desacelerar neste ano em 70% dos países.
"Muitas economias não são suficientemente sustentáveis. A alta dívida pública e baixas taxas de juro limitam sua capacidade para superar uma nova recessão", disse a diretora-executiva do FMI, Christine Lagarde.

Ao mesmo tempo, o analista sublinha que uma nova crise poderia trazer mudanças na ordem global existente.

"Uma crise econômica de grande escala pode levar a mudanças geopolíticas e transformar a ordem mundial existente, que se baseia na desigualdade hierárquica dos Estados, associada com ciclos econômicos longos e padrões tecnológicos, bem como em uma acumulação infinita de capital. A Rússia, bem como a maioria dos países em desenvolvimento, está na periferia desse sistema", escreveu Losev.

O financista prevê que "a atual ordem mundial começará a mudar rapidamente não no momento da crise, mas quando os Estados não puderem coordenar seus esforços a nível global para manter o sistema econômico e financeiro atual, os princípios e regras do comércio internacional, quando o egoísmo prevalecer, mas a competição não for suficiente".
Isso levará a uma época de conflitos, à revisão de prioridades, ao protecionismo, mobilização e reindustrialização, ou seja, às prioridade de produção nacional, projetos de grande escala e desenvolvimento da ciência.

Losev aconselha a não esquecer que, em momentos de instabilidade, todas as grandes potências, em virtude de sua posição e interesses de suas elites, negócios e capital, tentam criar sua própria ordem e, até certo ponto, estão prontas para defender esta ordem de várias maneiras, de militares até políticas.

Fonte - Link https://br.sputniknews.com/amp/economia/2019042213732096-nova-crise-economica-grave-mudar-ordem-existente/

Fim 

sábado, 25 de maio de 2019

Empresários consideram Previdência aprovada e pedem novas reformas para o Governo Bolsonaro - Digital Triangle Brazil a evolução do International Data Center Hub - Será que alguém no Governo Bolsonaro está acompanhando a implantação do DIGITAL TRIANGLE BRAZIL?

Empresários consideram Previdência aprovada e pedem novas reformas para o Governo Bolsonaro - Digital Triangle Brazil a evolução do International Data Center Hub - Será que alguém no Governo Bolsonaro está acompanhando a implantação do DIGITAL TRIANGLE BRAZIL?



Observações: 

A) Empresários consideram Previdência aprovada e pedem novas reformas para o Governo Bolsonaro, conforme matéria constante do link https://mobile.valor.com.br/politica/6274933/empresarios-consideram-previdencia-aprovada-e-pedem-novas-reformas

B) Segue, para conhecimento, detalhamento de reforma tecnológica (PROJETO DIGITAL TRIANGLE BRAZIL), que envolve todos os setores econômicos e todas as atividades econômicas do país), que o Governo Bolsonaro poderia considerar como opção de reforma (REFORMA TECNOLÓGICA DE TODA A ECONOMIA BRASILEIRA), a ser avaliada junto aos empresários, se for o caso, como mais uma reforma, além da reforma da previdência e da reforma tributária, a ser implementada pelo Brasil;

C) Este DIGITAL TRIANGLE BRAZIL estará conectado a outros 13 DIGITAL TRIANGLEs ao redor do mundo, a serem instalados em outros países distribuídos em todos os continentes. Ser instalado o DIGITAL TRIANGLE BRAZIL, no país, aumentará a integração do Brasil com o resto do planeta, uma vez que o fluxo da Internet mundial, que hoje está todo concentrado nos Estados Unidos, passará a ser dividido entre todos os DIGITAL TRIANGLEs, e nosso DIGITAL TRIANGLE BRAZIL fará parte deste compartilhamento. Isto colocará o Brasil definitivamente no cenário mundial da Tecnologia da Informação. Em se concretizando, este será um marco histórico tanto na área de TI, quanto na economia Brasileira como um todo e atrairá muitos outros investimentos para o nosso país;

D) A implementação do DIGITAL TRIANGLE BRAZIL, em avaliação por uma empresa Americana, líder mundial em Data Centers e pelo Governo Americano aceleraria a modernização da economia brasileira, gerando atração de investimentos em tecnologias de última geração, incentivando a INDÚSTRIA 4.0, fazendo com que a PRODUTIVIDADE e a COMPETITIVIDADE do país aumentem muito em curto espaço de tempo, em todos os setores econômicos e em todas as atividades econômicas e poderia ser uma opção de reforma a ser avalia pelo Governo Bolsonaro junto aos empresários que consideram Previdência aprovada e pedem novas reformas, conforme matéria do item 7 abaixo;

E) Será que alguém no Governo Bolsonaro está acompanhando a implantação de um DIGITAL TRIANGLE BRAZIL, em avaliação por uma empresa Americana, líder mundial em Data Centers e pelo Governo Americano para sediar nada menos que três CIDADES DIGITAIS em três cidades Brasileiras diferentes, conforme matéria do item 6 abaixo?

1. Empresários consideram Previdência aprovada e pedem novas reformas, conforme matéria do item 7 abaixo.

1.1 Além da reforma tributária, o Brasil necessita avançar na modernização da sua economia como um todo, atraindo investimentos em inovações que elevem a COMPETITIVIDADE e a PRODUTIVIDADE de todos os setores econômicos e de todas as atividades econômicas, em curto espaço de tempo.

2. Este TRIANGLE BRASILEIRO estará conectado a outros 13 DIGITAL TRIANGLEs ao redor do mundo, a serem instalados em outros países distribuídos em todos os continentes. Alguns dos possíveis locais a receberem tais instalações são: Rússia, possivelmente em Moscou; Ásia - País a ser definido; Oceania - País também a ser definido, entre outros.

3. O fato de vir a possuir três INTERNATIONAL DATA CENTER HUBs, aumentará a integração do Brasil com o resto do planeta, uma vez que o fluxo da Internet mundial, que hoje está todo concentrado nos Estados Unidos, passará a ser dividido entre todos os DIGITAL TRIANGLEs, nosso fará parte deste compartilhamento. Isto colocará o Brasil definitivamente no cenário mundial da Tecnologia da Informação. Em se concretizando, este será um marco histórico tanto na área de TI, quanto na economia Brasileira como um todo e atrairá muitos outros investimentos para o nosso país.

4. Este projeto irá transformar as cidades Brasileiras nas quais for instalado, os estados nos quais se encontram e, por consequência, todo o Brasil. As cidades Brasileiras que estão concorrendo são: Campinas-SP, Sorocaba-SP e Recife-PE. Ainda não há uma decisão sobre a implementação do projeto no Brasil.

4.1 O projeto irá gerar em cada uma das CIDADES DIGITAIS cerca de 20.000 empregos diretos de profissionais altamente capacitados, 60.000 empregos indiretos, além de, cerca de 3.000 empresas startups.

4.2 As CIDADES DIGITAIS terão: Complexo de Data Centers de última geração, Centros de Treinamentos, Centros de Pesquisa & Desenvolvimento, Universidade especializada em Data Centers (primeira no mundo), uma parceria com grandes Universidades do país vem sendo desenvolvida, condomínios residenciais, shoppings, cinemas, áreas de lazer, Hospital, Clínicas, Segurança de primeiro mundo, tudo isto com tecnologia de última geração, ou seja, uma CIDADE DIGITAL de verdade.

5. Hoje só existe 01 International Data Centers HUB que concentra 70% do fluxo da Internet mundial. Ele fica em Loudoun County, VA, USA, a 30 milhas de Washington, DC. Os demais 30% do fluxo de Internet mundial estão distribuídos em outras cidades, também em território Americano.

6. Início da transcrição da matéria:

Digital Triangle Brazil a evolução do International Data Center Hub

publicado por Wilson Laia

Fonte - Link http://www.tiespecialistas.com.br/2016/02/digital-triangle-brazil-evolucao-do-international-data-center-hub/

fev. 26, 2016

O projeto Brazilian International Data Center HUB que mencionamos há um mês atrás evoluiu, e para muito melhor.

O país poderá ter em breve um DIGITAL TRIANGLE BRAZIL, uma vez que continua sendo considerado por uma empresa Americana, líder mundial em Data Centers e pelo Governo Americano para sediar nada menos que três CIDADES DIGITAIS em três cidades Brasileiras diferentes.

Nestas CIDADES DIGITAIS serão instalados os chamados Next Generation Data Center Complex, contendo vários Data Centers de última geração, transformando-as em um International Data Center HUB, que por sua vez irá configurar o DIGITAL TRIANGLE BRAZIL.

Nasce, então, a chamada UNIVERSAL CLOUD, que será a primeira Nuvem de Computação Corporativa do planeta.

Falaremos especificamente sobre este tema em uma outra oportunidade.

Este TRIANGLE estará conectado a outros 13 DIGITAL TRIANGLEs ao redor do mundo, a serem instalados em outros países distribuídos em todos os continentes.

Alguns dos possíveis locais a receberem tais instalações são:

Rússia, possivelmente em Moscou
Ásia - País a ser definido
Oceania - País também a ser definido, entre outros

Hoje só existe 01 International Data Centers HUB que concentra 70% do fluxo da Internet mundial.

Ele fica em Loudoun County, VA, USA, a 30 milhas de Washington, DC.

Loudoun County é a cidade mais rica dos EUA, segundo recente publicação da Forbes, justamente em função da indústria de Data Centers, já que possuí a maior concentração de Data Centers dos Estados Unidos.

Os demais 30% do fluxo de Internet mundial estão distribuídos em outras cidades, também em território Americano.

Porém, este cenário deve mudar. Este é o motivo pelo qual o Brasil está sendo considerado para sediar o primeiro HUB fora do território Americano.

O projeto a ser implantado no Brasil deverá ser o primeiro dos outros 13 a serem implantados e servirá de modelo para os demais.

O fato de vir a possuir três INTERNATIONAL DATA CENTER HUBs, aumentará a integração do Brasil com o resto do planeta, uma vez que o fluxo da Internet mundial, que hoje está todo concentrado nos Estados Unidos, passará a ser dividido entre todos os DIGITAL TRIANGLEs, nosso fará parte deste compartilhamento.

Isto colocará o Brasil definitivamente no cenário mundial da Tecnologia da Informação.

Em se concretizando, este será um marco histórico tanto na área de TI, quanto na economia Brasileira como um todo e atrairá muitos outros investimentos para o nosso país.

Este projeto irá transformar as cidades Brasileiras nas quais for instalado, os estados nos quais se encontram e, por consequência, todo o Brasil.

As cidades Brasileiras que estão concorrendo são: Campinas-SP, Sorocaba-SP e Recife-PE.

Ainda não há uma decisão sobre a implementação do projeto no Brasil.

Uma análise criteriosa vem sendo feita pelos investidores Americanos sobre as características das cidades envolvidas e a atual situação econômica do país.

Um dado interessante e que chama muito a atenção, é que existem algumas iniciativas que vem sendo empreendidas em algumas esferas do país que visam buscar soluções para a atual situação econômico, político, financeira em que o Brasil se encontra.

Em abril de 2016, será realizada a segunda edição da Brazil Conference at Harvard and MIT, iniciativa dos estudantes brasileiros dessas duas instituições.

Neste ano, o tema central será a busca de soluções para diversos problemas encontrados atualmente no Brasil.

Com o objetivo de aproximar ainda mais as discussões à realidade brasileira, de envolver alunos de graduação no Brasil nos debates da Conferência, e de criar embaixadores jovens que instigarão discussões em universidades no Brasil sobre as ideias e os temas lá discutidos, a Conferência deste ano contará com uma novidade: o Programa de Embaixadores da Brazil Conference.

O Programa de Embaixadores da Brazil Conference de 2016 selecionará 3 (três) estudantes da graduação de universidades públicas ou privadas Brasileiras, que terão sua vinda à Brazil Conference (que será realizada na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos).

A conferência está fundamentada em quatro pilares. É interessante como o DIGITAL TRIANGLE BRAZIL atende a todos estes pilares, que nem sequer foram idealizados pela indústria de Data Centers ou de TI.

Isso mostra o quão completo e fundamentado é este projeto, visto que foi todo concebido pelos critérios do IDCA – International Data Center Authority, que utiliza o Infinity Paradigm, que por sua vez, divide os Data Centers em sete camadas.

Devido a sua abrangência e seriedade, certamente o projeto atende a outros critérios da indústria como um todo, se fosse avaliado sob esta óptica.

Apenas para ilustrar, os pilares da Brazil Conference de 2016 são os seguintes:

People Globe Foundations Imagination

Este projeto irá “catapultar” o Brasil para o topo do mundo da Tecnologia da Informação, ajudando significativamente a melhorar o cenário atual do nosso país.

Fazendo um contraponto com os pilares acima mencionados, temos o seguinte:

People

O projeto irá gerar em cada uma das CIDADES DIGITAIS cerca de 20.000 empregos diretos de profissionais altamente capacitados, 60.000 empregos indiretos, além de, cerca de 3.000 empresas startups.

As CIDADES DIGITAIS terão: Complexo de Data Centers de última geração, Centros de Treinamentos, Centros de Pesquisa & Desenvolvimento, Universidade especializada em Data Centers (primeira no mundo), uma parceria com grandes Universidades do país vem sendo desenvolvida, condomínios residenciais, shoppings, cinemas, áreas de lazer, Hospital, Clínicas, Segurança de primeiro mundo, tudo isto com tecnologia de última geração, ou seja, uma CIDADE DIGITAL de verdade.

Desta forma, os idealizadores planejam fazer parte do crescimento das tecnologias verdes e da economia digital verde no nosso país.

Tudo isto proporcionará uma melhora significativa na qualidade de vida, aumentando a remuneração da população local, mudando totalmente a realidade do país.

Globe

O fato de estar conectado a outros 13 DIGITAL TRIANGLEs, em um mundo cada vez mais integrado, onde sustentabilidade está na pauta de discussões globais, fará o Brasil ter um papel crucial no cenário internacional.

Foundations

Este Projeto tem os seus alicerces na indústria de Data Centers, que é o segmento que mais cresce no mundo, em função do advento do IoT (Internet of Things), mídias sociais, Cloud Computing, etc.

Será fundamental para o Desenvolvimento Econômico e Social do país, pois, estima-se que seja investido 5.4 bilhões de dólares em cada CIDADE DIGITAL, perfazendo um total de 19 bilhões de dólares ao longo de 10 anos.

A receita estimada é de 60 milhões de dólares/ano por CIDADE DIGITAL.

Imagination

A concepção deste Projeto por si só, aliada ao atual cenário econômico, político e social do país, mostra que seus idealizadores são visionários, com uma visão holística do mercado global, e portanto, configura-se por si só em uma grande capacidade imaginativa e de pragmatismo para projetar o futuro, já que neste momento a maioria dos investidores estão deixando de investir no Brasil, até mesmo lastreados pelo rebaixamento do grau de investimento de nosso país pelas três principais agências do globo terrestre: Fitch, Standard & Poors e Moody’s.

A exemplo da Brazil Conference de 2016, o Google também lançou recentemente uma competição que visa buscar soluções para o Brasil.

Esta competição dará um prêmio de até R$ 10 milhões para as dez melhores iniciativas que possam ajudar a melhorar o país.

Chamado de “Desafio Google de Impacto Social”, o evento está em sua segunda edição e a primeira aconteceu em 2014.

Parece que realmente algumas esferas da sociedade e das empresas estão empenhadas em ajudar o país a sair deste imbróglio.

Dado a todo o exposto acima, agora precisamos torcer muito para que o resultado final da análise dos investidores Americanos seja positiva e que o projeto seja efetivamente implementado por aqui.

*IDCA - International Data Center Authority, Infinity Paradigm, Brazilian International Data Center HUB, DIGITAL TRIANGLE BRAZIL, Next Generation Data Center Complex e UNIVERSAL CLOUD são respectivamente marcas registradas de seus criadores.

Fontes:
http://br.reuters.com/article/internetNews/idBRKCN0UQ2P520160112
http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2016/01/12/empresa-de-dados-techxact-planeja-investimento-bilionario-em-computacao-em-nuvem-no-brasil.htm
http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=41488&sid=97#.Vqtt__orLIU
http://www.jornalacidade.com.br/cienciasetecnologia/cienciasetecnologia_internaNOT.aspx?idnoticia=1136127
http://computerworld.com.br/techxact-investe-r-128-bi-para-tornar-campinas-e-sorocaba-em-hubs-de-ti
http://m.baguete.com.br/news/readnews/4/90947
http://correiopopular.fivepress.com.br/
http://www.greenrecord.co.uk/brazil-conference
http://olhardigital.uol.com.br/noticia/concurso-do-google-paga-r-10-milhoes-por-ideia-para-melhorar-o-brasil/55412

Inicio da Era Digital

7. Início da transcrição da matéria:

Empresários consideram Previdência aprovada e pedem novas reformas

Fonte - Link https://mobile.valor.com.br/politica/6274933/empresarios-consideram-previdencia-aprovada-e-pedem-novas-reformas

24/05/2019 às 22h54

Por Folhapress

SÃO PAULO  -  A reforma da Previdência será aprovada e é página virada, segundo empresários de diversos setores da economia. O foco, agora, é o tamanho da economia com o ajuste das regras de aposentadoria e as próximas medidas de estímulo, como a reforma tributária.

O tom otimista, que contrasta com a ameaça do ministro da Economia, Paulo Guedes, de entregar o cargo caso uma reforma muito desidratada seja aprovada, foi adotado após um almoço com o secretário de Produtividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa. Nesse encontro, 45 entidades ligadas à indústria, comércio e serviços entregaram um manifesto de apoio à reforma.

"A gente não tem mais dúvida, eu já quero saber é da tributária", disse Synésio Batista da Costa, presidente da Abrinq (associação dos fabricantes de brinquedos).

Foi endossado por José Ricardo Roriz, presidente da Abiplast (associação da indústria do plástico).

"A reforma da Previdência é agenda velha, da época do Fernando Henrique, Lula e Dilma. Nós precisamos virar essa página, e para virar essa página é fundamental que saia", afirmou Roriz, que é também vice-presidente da Fiesp (Federação das Indústrias de São Paulo).

Os executivos tentaram também transmitir a certeza de que as mudanças na aposentadoria já foram aceitas pela população e pelos deputados. Por isso a aprovação sairá de forma relativamente fácil.

"O Congresso é muito mais favorável do que parece. Nós que andamos em Brasília, [vemos que] não há objeção. Dá uma sensação de que a reforma passa com uma certa facilidade", afirma Paulo Solmucci, presidente da Abrasel (de bares e restaurantes).

Na semana passada, o presidente da comissão especial da Câmara dos Deputados, Marcelo Ramos (PR-AM), afirmou que a Câmara tocaria um texto próprio, e não o apresentado pelo governo em fevereiro.

Nesta sexta, ele afirmou que a Previdência não depende da permanência de Guedes no governo, uma resposta às declarações do ministro sobre deixar o ministério, feitas à revista “Veja”.

"A reforma da Previdência, quando você conversa com o deputado, quando conversa com as frentes [parlamentares], quando conversa com cidadão, ela já é dada como passada. Nós queremos saber é o tamanho dela. E esse tamanho eu também acho que está muito bem ancorado em R$ 1 trilhão", acrescentou Solmucci.

A proposta do governo prevê economia de R$ 1,2 trilhão, mas nesta sexta o ministro da Economia falou que o corte mínimo em dez anos precisa ser de R$ 800 bilhões. Ao final do dia, após causar novo ruído com o Congresso, reafirmou que contava com parlamentares para uma reforma integral.

Para o mercado financeiro, a economia deve ficar entre R$ 600 bilhões e R$ 800 bilhões após os ajustes no Congresso.

O presidente da Abrinq minimizou também a profundidade da crise econômica do país, minimizando os números do primeiro trimestre, que indicam queda do PIB (Produto Interno Bruto). O dado oficial será conhecido na próxima semana.

"Não está desse jeito, o mundo não está acabando. Pode ser que a mãe não compre duas bonecas, mas uma ela vai comprar. Não compra duas blusas, uma vai comprar", disse.

Fonte - Link https://mobile.valor.com.br/politica/6274933/empresarios-consideram-previdencia-aprovada-e-pedem-novas-reformas

Fim 

quinta-feira, 23 de maio de 2019

O Grancismo Nasceu Morto - O ANTI-CRISTO Dentro de Cada Um de Nós - O JESUS CRISTO DENTRO DE CADA UM DE NÓS - Nunca devemos nos esquecer que como filhos de Deus, deuses somos em essência, mas como crianças imaturas e irresponsáveis o Universo retira nossos poderes divinos até que tenhamos maturidade para utilizar nossos poderes divinos, apenas, no amor ao próximo e no amor a DEUS acima de todas as coisas, pois se entregares o volante de um carro para uma criança, o desastre é uma certeza inafastável



1. “Gramsci ficou meditando na cadeia. Mussolini, que o mandara prender, acreditava estar prestando um serviço ao mundo com o silêncio que impunha àquele cérebro que julgava temível. Aconteceu que, no silêncio do cárcere, o referido cérebro não parou de funcionar; apenas germinou ideias que dificilmente lhe teriam ocorrido na agitação das ruas. Gramsci transformou a estratégia comunista, de um grosso amálgama de retórica e força bruta, numa delicada orquestração de influências sutis, penetrante como a Programação Neurolinguística” (Olavo de Carvalho, 1994) - Fonte - Link http://voxbrasilis.com/o-gramscismo-e-os-seus-agentes-no-brasil/

1.1 Sim, é muito inteligente transformar “a estratégia comunista, de um grosso amálgama de retórica e força bruta, numa delicada orquestração de influências sutis, penetrante como a Programação Neurolinguística”, COMO ESTRATÉGIA DE DIFUSÃO DO COMUNISMO SEM QUE OS OPOSITORES DO COMUNISMO PERCEBAM, mas o máximo que se consegue com essa ESTRATÉGIA DE DIFUSÃO DO COMUNISMO SEM QUE OS OPOSITORES DO COMUNISMO PERCEBAM, sútil e inteligente, é abordar o aspecto externo das reais forças que criam e mantém o poder das classes dominantes sobre o proletariado e sobre todas as classes dominadas dentro do modo de produção capitalista, que não reside simplesmente no controle dos aparelhos repressivos do Estado.

1.2 Gramsci não sabia, e seus seguidores até hoje não sabem, de onde provém o poder das classes dominantes sobre o proletariado e sobre todas as classes dominadas dentro do modo de produção capitalista.

1.2.1 E ainda bem que Gramsci não sabia, e seus seguidores até hoje não sabem, de onde provém o poder das classes dominantes sobre o proletariado e sobre todas as classes dominadas dentro do modo de produção capitalista, senão a humanidade estaria em perigo real de extinção, pois é um crime universal dar poder ao ANTI-CRISTO PARA GOVERNAR A MAIORIA!

1.2.2 O que é o ANTI-CRISTO? Sabemos quem é o ANTI-CRISTO, intuitivamente, pois o ANTI-CRISTO é a antítese de JESUS CRISTO.

1.2.3 Se JESUS CRISTO é sinônimo de amor ao próximo e amor a DEUS acima de todas as coisas, com total respeito ao semelhante e serviço aos outros, principalmente aos mais necessitados, o ANTI-CRISTO é sinônimo de amor a si mesmo, com utilização do próximo para atingir interesses pessoais de poder e de dominação sobre os demais, sob a falsa crença do amor a DEUS acima de todas as coisas, com total desrespeito ao semelhante.

1.2.4 Olhando o Brasil e os demais países do mundo não temos como nos enganar ao afirmarmos que o ANTI-CRISTO CONDUZ O BRASIL NA ÁREA PÚBLICA, NAS ESFERAS FEDERAL (PODERES EXECUTIVO, PODERES LEGISLATIVO, PODERES JUDICIÁRIO, E MINISTÉRIO PÚBLICO, DAS ESFERAS ESTADUAIS E MUNICIPAIS, E CONDUZ, TAMBÉM, A INICIATIVA PRIVADA, E QUE O ANTI-CRISTO CONDUZ OS DEMAIS PAÍSES DO MUNDO.

1.2.5 Observe se o ANTI-CRISTO está presente no seu lar, se as relações familiares são sinônimo de amor a si mesmo, com utilização do próximo para atingir interesses pessoais de poder e de dominação sobre os demais, sob a falsa crença do amor a DEUS acima de todas as coisas, com total desrespeito ao semelhante.

1.2.6 Observe se o ANTI-CRISTO está presente na política (Congresso Nacional, Câmara dos Deputados, Senado Federal, Assembléias Legislativas dos Estados, Câmaras Municipais, etc.), onde a política é sinônimo de amor a si mesmo, com utilização do próximo para atingir interesses pessoais de poder e de dominação sobre os demais, sob a falsa crença do amor a DEUS acima de todas as coisas, com total desrespeito ao semelhante.

1.2.7 Observe se o ANTI-CRISTO está presente em você, onde suas ações são sinônimo de amor a si mesmo, com utilização do próximo para atingir interesses pessoais de poder e de dominação sobre os demais, sob a falsa crença do amor a DEUS acima de todas as coisas, com total desrespeito ao semelhante.

1.2.8 Observe se o ANTI-CRISTO está presente nos outros, onde as ações dos outros são sinônimo de amor a si mesmo, com utilização do próximo para atingir interesses pessoais de poder e de dominação sobre os demais, sob a falsa crença do amor a DEUS acima de todas as coisas, com total desrespeito ao semelhante.

1.2.9 Medite que “Vós sois Deuses e se o quiserdes podereis fazer o que JESUS CRISTO FAZIA e muito mais...”

1.2.9.1 Essa é uma frase que nos faz refletir sobre o poder divino de que somos portadores e do qual muitas vezes negligenciamos, seduzidos que somos pelas ilusões do mundo material, onde nos tornamos cada um de nós o ANTI-CRISTO, sinônimo de amor a si mesmo, com utilização do próximo para atingir interesses pessoais de poder e de dominação sobre os demais, sob a falsa crença do amor a DEUS acima de todas as coisas, com total desrespeito ao semelhante, mas por obra de nosso livre arbítrio podemos manifestar o JESUS CRISTO que está, também, dentro de cada um de nós, sinônimo de amor ao próximo e amor a DEUS acima de todas as coisas, com total respeito ao semelhante e serviço aos outros, principalmente aos mais necessitados.

1.2.10 Nunca devemos nos esquecer que como filhos de Deus, deuses somos em essência, mas como crianças imaturas e irresponsáveis o Universo retira nossos poderes divinos até que tenhamos maturidade para utilizar nossos poderes divinos, apenas, no amor ao próximo e no amor a DEUS acima de todas as coisas, pois se entregares o volante de um carro para uma criança, o desastre é uma certeza inafastável.

1.2.11 Gramsci e seus seguidores querem o poder das classes dominantes sobre o proletariado e sobre todas as classes dominadas dentro do modo de produção capitalista.

1.2.12 Ao invés de tomar o poder das classes dominantes sobre o proletariado e sobre todas as classes dominadas dentro do modo de produção capitalista, por meio da força bruta, Gramsci e seus seguidores transformaram “a estratégia comunista, de um grosso amálgama de retórica e força bruta, numa delicada orquestração de influências sutis, penetrante como a Programação Neurolinguística”, COMO ESTRATÉGIA DE DIFUSÃO DO COMUNISMO SEM QUE OS OPOSITORES DO COMUNISMO PERCEBAM.

1.2.13 Gramsci e seus seguidores são o ANTI-CRISTO em ação, sinônimo de amor a si mesmo, com utilização do próximo para atingir interesses pessoais de poder e de dominação sobre os demais, sob a falsa crença do amor a DEUS acima de todas as coisas, com total desrespeito ao semelhante.

1.2.14 Eu mesmo e você mesmo podemos ser a manifestação do ANTI-CRISTO em ação, sinônimo de amor a si mesmo, com utilização do próximo para atingir interesses pessoais de poder e de dominação sobre os demais, sob a falsa crença do amor a DEUS acima de todas as coisas, com total desrespeito ao semelhante, querendo governar a maioria, assim como Gramsci e seus seguidores.

1.2.15 Por eu ser imperfeito, pelo fato de você ser imperfeito, não devemos querer que os outros sejam perfeitos, julgando os demais por um critério de perfeição que nós mesmos muitas vezes não conseguimos manifestar em nós mesmos nas coisas mais pequenas do dia a dia, razão pela qual não devemos julgar Gramsci e seus seguidores e tão pouco podemos ignorar Gramsci e seus seguidores, pois se ignorarmos Gramsci e seus seguidores permitiríamos que o ANTI-CRISTO, sinônimo de amor a si mesmo, com utilização do próximo para atingir interesses pessoais de poder e de dominação sobre os demais, sob a falsa crença do amor a DEUS acima de todas as coisas, com total desrespeito ao semelhante, passe a GOVERNAR COM CADA VEZ MAIS INTENSIDADE O MEU FUTURO, O SEU FUTURO, O FUTURO DA MINHA FAMÍLIA E O FUTURO DA SUA FAMÍLIA E NÃO SERIA NADA SÁBIO DE NOSSA PARTE PERMITIR QUE NENHUM ANTI-CRISTO ASSUMA O PODER PARA GOVERNAR OS DESTINOS DAS PESSOAS QUE MAIS AMAMOS.

1.2.16 Portanto, devemos nos acautelar contra todo aquele que deseja tomar o poder das classes dominantes sobre o proletariado e deseja tomar o poder sobre todas as classes dominadas dentro do modo de produção capitalista, por meio da força bruta ou por meio de uma delicada orquestração de influências sutis, penetrante como a Programação Neurolinguística, COMO ESTRATÉGIA DE DIFUSÃO DO COMUNISMO OU COMO ESTRATÉGIA DE DIFUSÃO DE QUALQUER DOUTRINA HUMANA EGOÍSTA QUE BUSQUE MANTER O HOMEM ACORRENTADO A APENAS VALORES MATERIAIS DE EVOLUÇÃO, nunca nos esquecendo que como filhos de Deus, deuses somos em essência, mas como crianças imaturas e irresponsáveis o Universo retira nossos poderes divinos até que tenhamos maturidade para utilizar nossos poderes divinos apenas, no amor ao próximo e no amor a DEUS acima de todas as coisas, pois se entregares o volante de um carro para uma criança, o desastre é uma certeza inafastável.

2. Gramsci atribuiu um papel central à separação entre infraestrutura (base real da sociedade, que inclui forças produtivas e relações sociais de produção) e superestrutura (a ideologia, constituída pelas instituições, sistemas de ideias, doutrinas e crenças de uma sociedade), a partir do conceito de "bloco hegemónico". Segundo esse conceito, o poder das classes dominantes sobre o proletariado e todas as classes dominadas dentro do modo de produção capitalista, não reside simplesmente no controle dos aparelhos repressivos do Estado”. “Se assim fosse, tal poder seria relativamente fácil de derrocar (bastaria que fosse atacado por uma força armada equivalente ou superior que trabalhasse para o proletariado).”

2.1 O poder das classes dominantes sobre o proletariado e todas as classes dominadas dentro do modo de produção capitalista ou o poder de qualquer classe dominante sobre o proletariado e sobre todas as quaisquer demais classes dominadas dentro de qualquer modo de produção, capitalista ou não capitalista, tem como um DOS SEUS PILARES A CONTENÇÃO DO EGO HUMANO VOLTADO PARA O ANTI-CRISTO, PELO EGO HUMANO VOLTADO PARA JESUS CRISTO, de forma que busquemos cada um de nós a felicidade de como filhos de Deus, deuses sendo em essência, façamos nossas crianças imaturas e irresponsáveis se desenvolverem para que o Universo nos restitua nossos poderes divinos, quando atingirmos a maturidade para utilizar nossos poderes divinos, apenas, no amor ao próximo e no amor a DEUS acima de todas as coisas.

2.1 Gramsci também se equivoca sobre qual é a base real da sociedade, ao analisar apenas seu aspecto externo, incluindo relações aleatórias entre as forças produtivas, as relações sociais de produção e a superestrutura (a ideologia, constituída pelas instituições, sistemas de ideias, doutrinas e crenças de uma sociedade). Gramsci NÃO SABE QUAL É A BASE REAL DA SOCIEDADE! E ainda bem que Gramsci não sabe qual é A BASE REAL DA SOCIEDADE! A BASE REAL DA SOCIEDADE SÓ PODE SER DETERMINADA POR MEIO DE UMA LÓGICA DESCONHECIDA DE GRAMSCI E DA HUMANIDADE!

3. “Este poder é garantido fundamentalmente pela "hegemonia" cultural que as classes dominantes logram exercer sobre as dominadas, através do controle do sistema educacional, das instituições religiosas e dos meios de comunicação.”

3.1 Eu diria que “Este poder é garantido fundamentalmente pela "não hegemonia" cultural que as classes dominantes logram não exercer sobre as dominadas e as dominantes, através do controle do sistema educacional, do controle das instituições religiosas e do controle dos meios de comunicação. LIBERDADE ANTES QUE TARDIA E O QUE NA ALMA SE ANUNCIA, DECORRENTE DO PODER QUE IRRADIA SUA HEGEMONIA, PLANTANDO AS BASES DA DESORGANIZAÇÃO, REORGANIZADORA DAS PARTES, SEM LEVAR O TODO EM CONSIDERAÇÃO E, nesta perspectiva falha, tal ação se mostra um desastre completo, pois sois enganados pela inteligência inteligente irresponsável de EGOS ESTÓICOS!

4. “Usando deste controle, as classes dominantes "educam" os dominados para que estes vivam em submissão às primeiras como algo natural e conveniente, inibindo assim sua potencialidade revolucionária”. DE QUE POTENCIALIDADE REVOLUCIONÁRIA TRATA Gramsci??? Revolução de quem? Revolução para quê? O que fazer depois que se toma o poder, utilizando a “estratégia comunista, de um grosso amálgama de retórica e força bruta, numa delicada orquestração de influências sutis, penetrante como a Programação Neurolinguística”??

4.1 Depois que se toma o poder, utilizando a “estratégia comunista, de um grosso amálgama de retórica e força bruta, numa delicada orquestração de influências sutis, penetrante como a Programação Neurolinguística”, as DOUTRINAS DE Gramsci morrem e não conseguem fazer o todo operar de modo harmônico, pois Gramsci só trata do aspecto externo das partes e sequer consegue chegar no âmago das partes e/ou na essência do todo, pois todo seu pensamento é um amontoado de estratégias para tomar o poder de modo egoísta e continuar a dominar as nações como um novo líder hegemônico. Peça a qualquer homem revolucionário para fazer uma laranja do nada, para alimentar o povo a ser salvo da dominação de terceiros e logo se entende por que as DOUTRINAS REVOLUCIONÁRIAS DE GRAMCI E QUAISQUER OUTRAS DOUTRINAS REVOLUCIONÁRIAS FRACASSAM EM MANTER A SUSTENTABILIDADE DA SOCIEDADE E EM MANTEREM-SE COMO DOUTRINAS REVOLUCIONÁRIAS SUSTENTADORAS DE INDIVÍDUOS PRÓSPEROS COMO SERES HUMANOS, PARA QUE A ECONOMIA SEJA PRÓSPERA E A POBREZA E A MISÉRIA ESPIRITUAL NÃO SEJAM O ESTEIO DA POBREZA E DA MISÉRIA MATERIAL.

5. “Assim, por exemplo, em nome da "destruição do conceito de nação", as classes Grancistas dominantes criam no povo o sentimento de identificação com elas, de união sagrada com os exploradores, contra um inimigo exterior e a favor de um suposto "destino nacional" de uma sociedade concebida como um todo orgânico desprovido de antagonismos sociais objetivos. Assim se forma um "bloco hegemónico Grancista" que amalgama a todas as classes sociais em torno de um projeto neoburguês, de viés financeiro. O poder hegemônico combina e articula a coerção e o consenso e no fundo no fundo do egoísmo humano, construindo conceitos humanos egoístas, nada mudou na essência humana, na busca pela sua elevação na fraternidade e no bem, verdadeira revolução em andamento em todos os cantos do Planeta Terra.

6. “Há glórias da inteligência e carências do sentimento. Todos esses e outros mais grandiosos milagres da evolução, no entanto, não conseguiram a paz da Humanidade nem a formação moral de todos para melhor” (DIVALDO FRANCO - Pelos Espíritos VIANNA DE CARVALHO E JOANNA DE ANGELIS - Momentos de Sublimação - Página 08 - ISBN 978-85-8266-209-0).

Fim

Fonte - Link https://rogerounielo.blogspot.com/2019/05/o-grancismo-nasceu-morto-o-anti-cristo.html?m=1