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domingo, 11 de junho de 2017

Criação de “Bitcoin” e de “Blockchain” Pelo Sistema Financeiro Nacional da “Era Digital” Utilizando INTERLIGAÇÃO e INTEGRAÇÃO Entre a Moeda Real Virtual e o “Bitcoin” da Moeda Real - Criação de “Bitcoin” e de “Blockchain” Pelo Sistema Financeiro Internacional da “Era Digital” Utilizando INTERLIGAÇÃO e INTEGRAÇÃO Entre a Moeda Real Utilizada Pela Economia Real Depositada em Reservas Bancárias e o “Bitcoin” da Moeda Real Utilizada Pela Economia Real Depositada em Reservas Bancárias - Parte 03

CONTINUAÇÃO DA PARTE 02

Transcrição do arquivo “Moeda de Reserva Digital - Blockchain e Bitcoin.docx” - Arquivo “Moeda de Reserva Digital - Blockchain e Bitcoin.docx”, disponibilizado no Google Drive, pasta pública (WEB) “ECONOMIA DIGITAL - DIGITAL ECONOMY”, conforme link abaixo, contendo 32 arquivos da “Nova Ordem Mundial - Projeto Base - Criação de Moeda Digital Única - Evite Fracassos Com a Transformação Digital - Manual Estratégico, Tático, Técnico, Tecnológico, Jurídico Digital, Operacional e Introdutório do Processamento Geométrico Quântico nº 01”, objetivando COMPARTILHAR CONHECIMENTO - Fonte - Link https://drive.google.com/drive/folders/0B-FB-YQZiRk8SEdQb1BYUTRQLXc?usp=sharing

Academia Platônica de Brasília - Ciclos Cósmicos - Moeda de Reserva Digital - “Blockchain” - “Bitcoin” - Sistema Financeiro Nacional da “Era Industrial” e o Sistema Financeiro Internacional da “Era Industrial” - SUGESTÕES PARA CRIAÇÃO DE ECOSSISTEMA DO SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL DA “ERA DIGITAL” - SUGESTÕES PARA CRIAÇÃO DE ECOSSISTEMA DO SISTEMA FINANCEIRO INTERNACIONAL DA “ERA DIGITAL” - Criação de “Bitcoin” e de “Blockchain” Pelo Sistema Financeiro Nacional da “Era Digital” - Criação de “Bitcoin” e de “Blockchain” Pelo Sistema Financeiro Internacional da “Era Digital” - Sugestões de Formas de INTERLIGAÇÃO e de  INTEGRAÇÃO do Sistema Financeiro Nacional da “Era Industrial” e do Sistema Financeiro Internacional da “Era Industrial” Com o Sistema Financeiro Nacional da “Era Digital” e Com o Sistema Financeiro Internacional da “Era Digital” - Criação de Bitcoin da Moeda Real Utilizada Pela Economia Real Depositada em Reservas Bancárias - Espelhamento Entre a Moeda Real Utilizada Pela Economia Real Depositada em Reservas Bancárias e o “Bitcoin” da Moeda Real Utilizada Pela Economia Real Depositada em Reservas Bancárias - INTERLIGAÇÃO E INTEGRAÇÃO ENTRE A MOEDA REAL UTILIZADA PELA ECONOMIA REAL DEPOSITADA EM RESERVAS BANCÁRIAS E O “BITCOIN” DA MOEDA REAL UTILIZADA PELA ECONOMIA REAL DEPOSITADA EM RESERVAS BANCÁRIAS - Criação de “Bitcoin” e de “Blockchain” Pelo Sistema Financeiro Nacional da “Era Digital” Utilizando INTERLIGAÇÃO e INTEGRAÇÃO Entre a Moeda Real Virtual e o “Bitcoin” da Moeda Real - Criação de “Bitcoin” e de “Blockchain” Pelo Sistema Financeiro Internacional da “Era Digital” Utilizando INTERLIGAÇÃO e INTEGRAÇÃO Entre a Moeda Real Utilizada Pela Economia Real Depositada em Reservas Bancárias e o “Bitcoin” da Moeda Real Utilizada Pela Economia Real Depositada em Reservas Bancárias


Banco Central do Brasil - Confirmação de Recebimento de Mensagem - Protocolo nº 2017228389, de 11/06/2017, às 19:56:20


12.26   Austrália vai reconhecer o Bitcoin como moeda, e protegerá empresas de Bitcoins – sem impostos

12 DE MAIO DE 2017  EDUARDO GUIMARÃES

O Bitcoin será reconhecido como dinheiro na Austrália até dia 1º de julho de 2017, e estará isento de imposto sobre bens e serviços (GST).

Os comerciantes e investidores de bitcoin não serão tributados pela compra e venda de bitcoin por meio de bolsas e plataformas de negociação regulamentadas.

Austrália vs Bitcoin

Nos últimos dois anos, o mercado de câmbio de bitcoin australiano caiu significativamente atrás de mercados em crescimento como a Coréia do Sul e Japão, que controlam mais da metade da participação do mercado global de bitcoins.

Dois fatores principais que afastaram startups, exchanges e negócios que tratam do bitcoin e outras moedas digitais da Austrália, foi o término de serviços bancários por bancos australianos, e a dupla tributação no trade do bitcoin pelo australiano governo.

No entanto a partir de 1° de julho, não haverá mais tributação dupla, nem imposto sobre bens e serviços.

Em seu orçamento de 2018 para “Apoio à inovação e Fintech”, o governo australiano se pronunciou:

A partir de 1° de julho de 2017, as compras de moeda digital deixarão de estar sujeitas ao GST, permitindo que as moedas digitais sejam tratadas como o dinheiro para fins de GST.

Atualmente, os consumidores que usam moedas digitais são taxados com GST duas vezes: uma vez na compra da moeda digital e mais uma vez em seu uso em troca de outros bens e serviços sujeitos ao GST.

O governo também protegerá os negócios e as exchanges de bitcoin

Mais importante ainda, a nova visão do governo australiano de estimular o crescimento da fintech e do mercado de moeda digital, isso provavelmente evitará que bancos locais e instituições financeiras recusem injustamente os serviços bancários às empresas e bolsas de bitcoin.

Se as questões acima mencionadas puderem ser resolvidas até 1º de julho, o mercado australiano de bitcoin poderá experimentar um rápido crescimento em termos de base de usuários, e volumes de negociação.

O documento ainda informa:

A inovação impulsionará o crescimento da produtividade da Austrália.

É por isso que a Agenda Nacional de Inovação e Ciência (NISA) do governo, com U$ 1,1 bilhão de fundo, foi projetada para permitir que a Austrália aproveite plenamente as novas oportunidades econômicas.

O governo está empenhado em estabelecer a Austrália como um centro líder de tecnologia financeira global (fintech).

Com a nova política da Austrália, o ecossistema do Bitcoin no país poderia mudar drasticamente.

Os bancos começarão a oferecer serviços às bolsas de bitcoin e os traders não serão tributados.

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Fim

12.27   JP Morgan e Santander Anunciam Criar nova Corporação Baseada no Blockchain do Ethereum

14 DE FEVEREIRO DE 2017  TAYRONE SANTOS

Novos detalhes surgiram sobre uma nova iniciativa que em breve vai ser lançada para uso empresarial baseada no protocolo ethereum.

Confira também: Bitcoin Poderia Afetar a Política Monetária dos Mercados Emergentes?

Empresas Envolvidas

Dubbed Enterprise Ethereum, o projeto inclui as principais instituições financeiras, gigantes da tecnologia e empresas de recursos naturais. De acordo com fontes, as empresas participantes incluem JP Morgan, CME Group, BNY Mellon, Banco Santander, Microsoft, Red Hat, Cisco, Wipro e British Petroleum, entre outros.

As startups blockchain, BlockApps, Brainbot Technologies, ConsenSys, Nuco e Tendermint – bem como a Ethereum Foundation, sem fins lucrativos que supervisiona a sua criação de código – também estão envolvidos neste novo projeto.

Confira também: Microsoft Está Investindo Fortemente no Blockchain do Ethereum

Muitas das empresas listadas acima já trabalharam com ethereum, como o JPMorgan e Micrsoft, que desenvolveu vários projetos baseados no Blockchain Ethereum.

Nomeadamente, a Enterprise Ethereum parece incluir as partes interessadas existentes em casos anteriores, como no consórcio da R3 Blockchain.

Interesses

A iniciativa é talvez a mais significativa até agora em termos de interesse empresarial e da escala de desenvolvimento que está sendo discutida.

Ele também sinaliza um aprofundamento do interesse entre as empresas financeiras na plataforma ethereum, embora uma parte esteja focada em implementações que são separadas, mas compatíveis com a rede pública do Ethereum.

Além do mais, algumas fontes, dizem que os membros planejam trabalhar em iniciativas que se relacionem tanto com a rede pública de Ethereum ou blockchain privado .

Espera-se que mais empresas se juntem ao projeto.

“Haverá um anúncio no futuro próximo”, disse James Moreau , da BlockApps.
Enquanto estiverem em desenvolvimento, os apoiantes da Ethereum estão planejando criar uma entidade sem fins lucrativos.

Iniciativa do Santander

Atualmente o Banco Santander tem u o programa  The Code Force  que tem como principal objetivo encontrar desenvolvedores com mentes criativas através de um Hackathon.

O projeto visa que os desenvolvedores desenvolvam soluções voltados para o mercado financeiro através de criptomoedas, soluções com base no Protocolo do ethereum, Bitcoin e Ripple.

Enterprise Ethereum será baseado em um modelo de associação, incorporando  grupos de trabalho focados em governança, desenvolvimento técnico e colaboração da indústria.

Confira também: Comparativo de Taxas entre Exchanges Brasileiras


Fim

12.28   Relatório do G20: Blockchain “é a chave” para uma “economia global inclusiva”

21 DE MARÇO DE 2017  EDUARDO GUIMARÃES

Os países do G20 reconheceram oficialmente os benefícios positivos da tecnologia Blockchain em um comunicado sobre cooperação econômica global.

A declaração, publicada na semana passada e atualizada hoje, detalha a necessidade de um esforço conjunto para “restaurar a fé do público na cooperação econômica internacional”.

“As tecnologias Blockchain são a chave para construir uma economia global digital inclusiva que seja auditável [sic] segura e transparente para todos cidadãos do mundo,” disse Julie Maupin do Centro de Inovação em Governança Internacional.

Segundo Julie, a tecnologia Blockchain “pode desempenhar um papel crítico no fortalecimento da resistência econômica, ao mesmo tempo em que assegura que a economia global funcione em benefício de todos”.

Ela continua:

“O G20 deve tomar medidas decisivas para aproveitar esta tecnologia no serviço de suas metas de política em […] áreas centrais de foco[. …] não correr o risco de fragmentar ainda mais a economia global, minando a confiança do público nas instituições econômicas internacionais e empurrando os mais recentes desenvolvimentos do Blockchain para a marginalidade, que está além do alcance da influência governamental “.

O governador do Bank of England, Mark Carney, que preside um grupo consultivo suíço do G20, disse em janeiro que pretendia fazer do Brexit London o “centro mundial de Fintech”, ao mesmo tempo em que advertiu que as startups de Fintech poderiam “intensificar a volatilidade financeira”.

A perspectiva de Julie parece otimista, detalhando evidências que benefícios do Blockchain já estão sendo testemunhados pela economia global.

“Blockchains já estão sendo implantados para substituir pontos de falha do sistema financeiro, utilizando estruturas de mercado descentralizadas”, continua o relatório.

“[…] Eles estão ajudando a expandir a inclusão financeira para as populações anteriormente não ‘bancarizadas’ […] Eles estão prontos para melhorar a supervisão dos mercados internacionais, fornecendo aos responsáveis, dados em tempo real sobre os fluxos financeiros e riscos de classe de ativos.
[box type=”shadow” ]Confira também: Nasdaq pretende lançar um mercado baseado em blockchain voltado para publicidade.[/box]

Realmente a tecnologia Blockchain mudará nossas vidas drasticamente.

Deixe abaixo sua opinião sobre o desenvolvimento da tecnologia Blockchain no mundo.


Fim

12.29   Índia caminha para legalização do Bitcoin, governo quer cobrar impostos

21 DE ABRIL DE 2017  ELEANDRO PAVANATTI

Boa novas sobre a adoção do bitcoin pelo mundo a fora, em um noticiário televisivo da CNBC India vinculado em 20 de abril de 2017 revela que o governo indiano está inclinado a ceder concessão de legalidade para o uso do Bitcoin e algumas outras criptomoedas ou moedas virtuais no país. Mas claro ainda está levantando os regulamentos e impostos a serem cobrados sobre esta tecnologia financeira.

Os passos parecem sólidos pois na semana passada, o governo indiano estabeleceu um comitê interdisciplinar para examinar a matriz de uso e disponibilidade do quadro de moedas virtuais no país. O comitê foi instalado pelo Ministério das Finanças, em teoria o órgão regulador financeiro do país, citando “preocupação” com a crescente adoção por parte da população de criptomoedas na Índia.

O comitê ouviu discussões sobre a legalidade do Bitcoin e moedas virtuais na Índia. O relatório também sugere que a comissão está vendo como uma boa oportunidade a legislação das criptomoedas na Índia.

Muitas pontas foram discutidas e colocadas na frente do comitê interdisciplinar. A maioria das pessoas está convencida de que este o Bitcoin e outras criptomoedas têm de ser regulamentados, mas alguns discordaram e dizem que deveria existir apenas uma proibição ou não sobre o uso e nenhuma exigência de regulamentos.

Embora, uma proibição parece improvável. A comissão deverá decidir até 15 de Maio de 2017 o último dia para submeter a sua proposta ao Ministério das Finanças, que poderá então tomar as suas medidas regulamentares assim decidir o que vai acontecer com o Bitcoin e outras criptomoedas no país.

Com certeza a adoção do Bitcoin pelos indianos será interessante para o mercado por conta do mercado de TI que eles abrangem e pelos polos de desenvolvimento de software eles tem bem o perfil de usarem uma moeda descentralizada que passa direto da origem até o destino sem interferências de atravessadores, o que trará melhores ganhos à “população” desenvolvedora no país. Esperamos que não haja taxação de impostos e nem regulação no uso do Bitcoin.


Fim

12.30   Nasdaq pretende lançar um mercado baseado em blockchain voltado para publicidade

17 DE MARÇO DE 2017  TAYRONE SANTOS

A casa de câmbio Nasdaq está planejando lançar um novo mercado baseado em Blockchain para contratos de publicidade.

Confira também: Cresce o número de startups no Brasil usando a tecnologia Blockchain
O The New York Interactive Advertising Exchange ou NYIAX , está se posicionado como um meio transparente para os compradores e vendedores para negociar mídia digital, de acordo com comunicado foi feito pela Nasdaq.

Detalhes sobre mercado de anúncios

Embora não tenha entrado em detalhes, a Nasdaq pretende usar tecnologia proprietária, implantada na nuvem, usando Blockchain como o “core ledger” para transações no mercado. 

Por enquanto nenhuma data de lançamento foi revelada, a empresa disse que pretende realizar alguns testes com um programa piloto até o final de 2017.

Segundo a empresa, o objetivo, é conquistar um mercado de US $ 32 bilhões para publicidade de mídia através da obtenção de fundos e divisão de riscos em contratos de publicidade.

Richard Bush, chefe de produtos e tecnologia da Nasdaq, disse em um comunicado o seguinte:

“A negociação, é uma parte vital em outros setores do mercado".

"A capacidade de negociar contratos de mídia garantida, os anunciantes e editores podem agora ser eficientes e livrar-se de custos e riscos desnecessários".

"NYIAX está alavancando nossa arquitetura Nasdaq Financial Framework, que se baseia em tecnologia de ponta, incluindo a integração da tecnologia Blockchain como nosso principal ledger, além da capacidade de negociação e compensação habilitadas pela nuvem “.

O lançamento ocorre meses depois que a Nasdaq começou a oferecer serviços baseados em Blockchain para seus clientes de câmbio.

Também foi realizada uma votação com base em blockchain na Estónia, os primeiros resultados das quais Nasdaq têm dito parecem promissores do ponto de vista operacional.

Em 2015, a Nasdaq lançou a Linq , um mercado privado impulsionado pela tecnologia.

A casa de câmbio também é uma das várias empresas em todo o mundo a buscar patentes relacionadas à blockchain.

No ano passado, a Nasdaq arquivou um pedido de patente para “sistemas e métodos de registro de transações via blockchain” como um meio para agilizar o processo de arquivamento pós-negociação.


Fim

12.31   SWIFT testa Hyperledger para transações via Blockchain

26 DE ABRIL DE 2017  EDUARDO GUIMARÃES

A Sociedade para Telecomunicações Financeiras Interbancárias Globais (SWIFT) anunciou que utilizará o Hyperledger como base para simplificar transações internacionais.

Num teste em conjunto com um grupo bancário da Austrália e da Nova Zelândia – o BNP Paribas, BNY Mellon entre outros – a SWIFT busca utilizar o Blockchain para atualizar suas práticas num mercado de pagamentos internacionais em constante evolução.

No anúncio da SWIFT, em sintonia com muitas instituições do setor bancário, faz referência à chamada “tecnologia da ledger (livro-razão) distribuída” (DLT).

Damien Vanderveken, Chefe de pesquisa e desenvolvimento, SWIFT Lab e UX da SWIFT, comentou em um comunicado de imprensa ontem (25/04/17):

“Estamos muito animados para iniciar o teste com o conceito DLT com os bancos participantes".

"Este é um grande passo e outro exemplo de como a SWIFT e a indústria podem trabalhar em conjunto para resolver desafios de negócios, com uma mentalidade inovadora e colaborativa.”

Membro da diretoria da Hyperledger há algum tempo, a SWIFT vem considerando uma mudança para soluções de fintech inovadoras.

O Futuro da SWIFT

Com o Bitcoin e as criptomoedas, sabemos que se a rede SWIFT não se adaptar ao novo mercado, num futuro próximo ela poderia se tornar extinta, já que está usando uma tecnologia que está ficando obsoleta.


Fim

12.32   Banco Central da França apresenta estudos sobre a tecnologia Blockchain

23 DE DEZEMBRO DE 2016  TAYRONE SANTOS

O Banco Central da França emitiu uma declaração em 15 de Dezembro, com alguns detalhes específicos sobre os estudos que foram feitos com a tecnologia contabilidade distribuída Blockchain.

Os estudos

Estes testes foram feitos de modo a estabelecer os aspectos positivos e negativos do uso da tecnologia Blockchain sobre questões relacionadas com The Single Euro Payments Area SEPA.

Os estudos começaram em julho 2016 com a colaboração e incentivos da startup Labo Blockchain, também participou grupos bancários e outras entidades que não são mencionadas no comunicado.

Cada instituição envolvida no experimento contribui a sua análise para chegar a um consenso com a vista à utilização da tecnologia no futuro.

Trecho comunicado: “Esta experiência permite aos bancos participantes compartilhar a sua análise sobre o impacto e as oportunidades que podem oferecer esta tecnologia.”

Na verdade, na página SEPA , é de notar que, embora os pagamentos em dinheiro ao redor do mundo funcionam bem, cartões de pagamento e transferências eletrônicas é rápido mas ainda bastante problemático.

Por este motivo a França estuda e propõe uma solução possível usando blockchain.

O futuro para Blockchain na França

Na declaração oficial do banco, o estudo terminou em outubro, com a criação de ferramentas de protótipo para o gerenciamento de identificadores de crédito, entre outros.

Também é esperado para ser relatado mais detalhes e especificações nos próximos meses de 2017.

Além disso, meses antes, o Banco Central da França havia estabelecido que uma investigação foi necessária mais sobre o assunto, é vital examinar as vantagens e desvantagens de estabelecer essa inovação.

Especialmente se você levar em conta o sistema descentralizado oferecida pela tecnologia.

Por o outro lado, este não é o primeiro contato da França com o mundo da tecnologia Blockchain, a Escola de Engenharia Leonardo da Vinci (ESILV) decidiu no início deste ano começar a gravar os seus títulos acadêmicos na Blockchain, tornando-se a primeira universidade a fazê-lo.

Esta medida destina-se eliminar títulos falsificados que muitas instituições acadêmicas têm sofrido nos últimos tempos.

Adoção do bitcoin na França

Como uma curiosidade, a França tornou muito bem o uso do Bitcoin, desde 17 de novembro deste ano, a fundação francesa Le Cercle du Coin abriu  uma rua inteira de lojas que aceitam os pagamentos em bitcoins.

No entanto, o fato de que o banco central toma a iniciativa , finalmente ilumina o caminho para muitas outras aplicações distribuídas.

Em qualquer caso, aumenta a possibilidade tanto o uso da tecnologia para outras coisas, como também  adoção de outras criptomoedas.

Após a revelação, o banco central francês junta-se a outros países como Singapura, Japão, Rússia, Finlândia, Suécia, Banco Central Europeu, China e Canadá, entre outros, ao manifestar interesse, experimentar ou até mesmo desenvolver moedas digitais baseadas na tecnologia blockchain.


Fim

12.33   Toyota busca a tecnologia Blockchain para proteção de carros autônomos

27 DE MAIO DE 2017  DOUGLAS CAIQUE

Logo após a Ford substituir seu executivo-chefe, com o intuito de se inovar como fabricante de veículos com visão futurística, a Toyota anunciou que também está de olho no futuro e caminhará para a nova onda da tecnologia.

A gigante americana Ford sonha com o topo na fabricação de veículos autônomos e elétricos, porém em contrapartida a montadora japonesa dita os próximos passos para permitir o desejado futuro autônomo e elétrico, através do Instituto de Pesquisa da Toyota (Toyota Research Institute – TRI).

Em conjunto do renomado laboratório MIT Media, a  Toyota elaborou uma lista de parceiros especializados nas mais diferentes áreas da tecnologia Blockchain para examinar como os recursos dessa tecnologia, famosa no mundo das criptomoedas, poderá ser aplicada na indústria automobilística.

A Toyota divulgou uma sequência de projetos que visam a abordagem de como o software ajudará as pessoas a se familiarizarem com as tecnologias autônomas.

Isso tem o significado de que é necessário monitorar e distribuir informações sobre a segurança de veículos individuais, a forma como os donos usam os seus carros e diminuir fraudes.

Chris Ballinger, diretor de serviços de mobilidade e financeiro do Instituto de pesquisa da Toyota, disse em comunicado:

Centenas de bilhões de quilômetros de dados de condução humana podem ser necessários para desenvolver veículos autônomos seguros e confiáveis.

Os blockchains e os ledgers distribuídos podem permitir que os proprietários de veículos, os gerentes de frota e os fabricantes compartilhem dados para encurtar o tempo necessário para alcançar esse objetivo, trazendo adiante os benefícios de segurança, eficiência e conveniência da tecnologia de condução autônoma.

A pesquisa inicial está concentrada nos seguintes quesitos:

Compartilhamento de dados em cada viagem que um veículo autônomo leva;
No desenvolvimento de ferramentas que os usuários poderão usar para tornar mais fácil as viagens compartilhadas;

Na criação de novos produtos de seguros baseados na usabilidade dos clientes que preferirem essa cobertura.

O diretor de Digital Currency Initiative no MIT Media Lab, Neha Narula, também se manifestou em comunicado:

Estou animado que a Toyota está liderando esta iniciativa que usa a tecnologia Blockchain para criar uma plataforma aberta onde os usuários podem controlar seus dados de condução.

Nossa esperança é que outras partes interessadas da indústria se juntem a este esforço para trazer veículos autônomos seguros e confiáveis mais próximo da realidade.

O TRI está investindo alto e trabalhando com algumas startups focadas no Blockchain, além da iniciativa com o MIT.

Uma startup que levantou mais de U$ 3 milhões, foi a BigchainDB sediada em Berlim, para desenvolver um ledger baseado em blocos flexíveis e escaláveis.

Ela está ajudando no desenvolvimento do tipo de arquitetura que a Toyota precisara lançar para ter o crescimento e escala que deseja.

Em outras cidades do mundo a Oaken Innovations (sede em Dallas, EUA) e a Commuterz (sede em Tel Aviv-ISR), estão trabalhando no desenvolvimento de aplicativos blockchain para compartilhamento de carro, acesso a veículos e pagamentos.

O desenvolvedor de aplicativos de Los Angeles, Gem, que fez aplicações da indústria de seguros de saúde para a Toyota, será aproveitado para o seguro de automóvel.

A empresa fornece um ledger para entradas distribuídas a partir de um número de diferentes fontes que podem ser usadas na automatização da maior parte do processo de reivindicação de seguro.

Com a Toyota, a Gem trabalhará especificamente em produtos de seguros baseados na usabilidade, ligados a telemática que sai do veículo de um usuário.

Com grandes empresas adotando o Blockchain qual será o próximo segmento a adotar a tecnologia?


Fim

12.34   Foxbit integra Banco Intermedium em sua plataforma

5 DE MAIO DE 2017  TAYRONE SANTOS

Hoje considerada a maior corretora de Bitcoins da América Latina, a FoxBit tem disponibilizado algumas funcionalidades para seus usuários. Agora Foxbit também trabalhará com o banco Intermedium.

Conta Intermedium na Foxbit

Atualmente a FOXBIT trabalha com 3 bancos conveniados: Banco do Brasil, Caixa e Bradesco.

A abertura da conta da empresa no Banco Intermedium vem após o banco anunciar a modalidade de conta para Pessoa Jurídica (PJ), anteriormente só era permitido abertura de contas para Pessoa física.

Hoje o Intermedium é o Banco Digital mais completo do Brasil com conta digital totalmente gratuita e livre de qualquer tarifa.

Devido a taxas abusivas por outros bancos, o Intermedium é a melhor opção para quem usa bitcoin, ficando livre de qualquer taxa e acima de tudo rapidez nas transferências.

O comunicado da abertura da conta Intermedium pela Foxbit foi feito em suas redes sociais.

A empresa afirmou que em breve já vai estar liberado para os usuários efetuar depósitos e saques direto para sua conta Intermedium.

A empresa aproveitou e recomendou a abertura da conta no banco, confira a publicação:

Apesar de um dia bem conturbado, gostaríamos de anunciar nossa conta no Intermedium o/ pic.twitter.com/hyMojPp097

— FOXBIT – Bitcoin BR (@foxbitcoin) 5 de maio de 2017

A Foxbit é a primeira empresa nesse seguimento a trabalhar com um banco 100% digital, até o momento não sabemos se existirá algum tipo de taxa.

A empresa citou que desde o ano passado vem conversando com a equipe do Banco Intermedium.

Conheça mais sobre o Banco Intermedium: Banco Intermedium, a melhor opção para comprar Bitcoins.

O que achou dessa nova opção na Foxbit? Comente abaixo.


Fim

12.35   Pagando pelo Green Card americano com Bitcoin?

16 DE MAIO DE 2017  EDUARDO GUIMARÃES

O Serviço de Imigração dos EUA (USCIS) está analisando se o bitcoin pode ser usado para pagar as obrigações ligadas a um programa de visto americano.

O cenário

Uma maneira de conseguir o famoso Green Card ou a residência permanente nos EUA é com o programa de visto de imigrante investidor EB-5.

Esta iniciativa começou na década de 1990 como uma forma de atrair capitais de investidores estrangeiros para projetos em áreas ostensivamente carentes.

No entanto, o programa tem sido atacado nos últimos meses em meio a acusações de que se tornou um veículo para os investidores ricos para de fato comprarem seu caminho para os EUA e investir em projetos – normalmente imobiliárias de luxo – que são completamente independentes do objetivo pretendido.

O programa foi alvo até mesmo de membros do Congresso para a eliminação, dadas as críticas.

Qual a ligação com o bitcoin?

As recentes declarações dadas pela chefe do programa de vistos de investidores, Lori MacKenzie, sugerem que os investidores podem de fato, pagar suas obrigações de acordo com as diretrizes EB-5 usando bitcoin.

Durante um evento do EB-5 Lori em Washington em 3 de março, Lori disse que o Serviço de Imigração Americano está “considerando questões envolvendo moedas virtuais como o bitcoin” em relação com “o uso de bitcoin para transferir fundos de investimento para a nova empresa comercial.”

Print do documento CIS

Ela ainda completou:

O USCIS não pode fornecer garantias gerais sobre qualquer forma particular de transferência, mas continuaremos a avaliar as evidências fornecidas pelos peticionários para determinar se os requisitos estatutários e regulatórios relevantes foram cumpridos, incluindo evidências de que os fundos investidos pertencem ao peticionário e foram adquiridos por meios legais, diretamente ou indiretamente.

No twitter o assunto foi comentado pelo Chris deRose, jornalista e entusiasta do Bitcoin:

Por agora, nada ainda é certo. Qualquer atualização sobre o assunto avisaremos aqui.

O que você achou dessa notícia? Deixe sua opinião na seção de comentários abaixo.


Fim

12.36   Ericsson libera solução de blockchain para plataforma Predix da GE

Segundo a empresa, a Blockchain Data Integrity garante que os aplicativos e soluções Predix forneçam dados totalmente auditáveis, compatíveis e confiáveis

Da Redação

29 de Maio de 2017 - 16h45

A Blockchain Data Integrity da Ericsson está agora disponível comercialmente na plataforma Predix da GE para a construção de aplicativos industriais.

O sistema da Ericsson oferece aos desenvolvedores de aplicativos e seus usuários finais uma maneira de se certificar de que os ativos de dados armazenados na nuvem não foram manipulados.

A GE projetou a plataforma Predix para permitir que os clientes desenvolvam, implantem, operem e capitalizem aplicativos industriais da internet.

Setores como serviços públicos, transportes, assistência médica e aviação precisam cumprir requisitos rigorosos quanto à integridade dos dados e à confiança verificável, a fim de conseguir a conformidade regulamentar.

A Blockchain Data Integrity da Ericsson é baseada na oferta Data Centric Security da Ericsson e automatiza a geração e a verificação de assinaturas irreversíveis e invioláveis para garantir a integridade da cadeia de suprimentos de software por meio de dados, configuração do sistema, firmware e operações de campo.

O serviço pode ser acionado usando APIs RESTful e suporta uma cadeia de custódia independente e verificável para pipelines de dados e fluxos de trabalho, desde a captura de dados até o armazenamento, sem depender de autoridades centrais ou de uma infraestrutura-chave pública

“Por meio do uso da plataforma Predix da GE, o microsserviço blockchain da Ericsson fornece garantia de que os dados capturados durante as inspeções de campo ou dos sistemas IoT sejam confiáveis e consistentes, mesmo que sejam transferidos entre sistemas. Isto é especialmente importante tanto em indústrias fortemente regulamentadas, quanto a de transporte, e em ambientes analíticos onde os resultados estão à mercê da precisão dos dados”, diz Brandon K. Parker, diretor de produto de Asset Performance Management & Analytics da GE Transportation Digital Solutions.


Fim

12.37   B3, Bradesco e Itaú Unibanco viram acionistas da R3 por Blockchain

Convergência Digital* ... 30/05/2017 ...

A B3, ex-BMF&Bovespa e CETIP, o Bradesco e o Itaú Unibanco adquiriram participação na R3, em conjunto com outras instituições do mercado financeiro internacional, na rodada de financiamento (Series A) da R3 para aceleração do desenvolvimento da tecnologia de DLT e suas aplicações.

O valor total levantado pela R3 foi de mais de US$ 100 milhões.

Ao total, mais de 40 investidores internacionais estratégicos de mais de 15 países participaram deste aporte.

Com a iniciativa, as três instituições seguem em linha com o seu DNA de inovação, ao participar de um modelo colaborativo que pode impulsionar a modernização dos serviços financeiros.

A R3 lidera o maior consórcio de instituições financeiras globais que colaboram para desenvolver uma plataforma para a indústria financeira e aplicações comerciais para distributed ledger technology (DLT).

Os recursos serão utilizados para acelerar o desenvolvimento de tecnologia e expandir parcerias estratégicas para implantação de produtos.

Os esforços da empresa serão focados no Corda, plataforma DLT da R3 para instituições financeiras, e em sua rede de infraestrutura, que apoiará uma vasta gama de aplicações financeiras construídas por parceiros.

Atualmente, o consórcio conta com mais de 80 bancos, câmaras de compensação, bolsas, fornecedores de infraestrutura de mercado, gestores de ativos, bancos centrais, reguladores, associações comerciais, firmas de serviços profissionais e empresas de tecnologia para desenvolver inovadoras aplicações comerciais de DLT para a indústria de serviços financeiros.

Operando em nove países de todas as regiões do mundo, a equipe R3 é formada por veteranos da indústria financeira, tecnólogos e novos empreendedores de tecnologia, reunindo expertise de mercados financeiros eletrônicos, criptografia e moedas digitais.


Fim

12.38   Gigante do varejo europeu integra pagamentos em Bitcoins

19 DE MAIO DE 2017  TAYRONE SANTOS

Alza, a maior rede varejista da Europa, começou a aceitar bitcoins e a instalar caixas eletrônicos (ATM) em seus pontos de venda em Praga e Bratislava.

Segundo uma fonte de notícias checa Lupa.cz, Alza está recebendo pagamentos em bitcoin em vários países em que atua, incluindo Áustria, Alemanha e Reino Unido.

Porque aceitar bitcoins?

A publicação diz que um porta-voz afirmou que a mudança se deve ao interesse por parte de seus clientes internacionais e locais.

“Praga já é um dos centros mais importantes para o Bitcoin na Europa hoje. Ao aceitar bitcoins no comércio estamos apoiando a crescente popularidade desta forma de pagamento, e o potencial da nova tecnologia”, disse Jan Sadílek, chefe de marketing na internet da Alza.

A integração ocorreu com a ajuda do gateway de pagamento BitcoinPay.

O próximo passo será as altcoins

Sadílek acrescentou que bitcoin é apenas o primeiro passo no relacionamento da Alza com criptomoedas. Altcoins como Ethereum e Litecoin tem um potencial enorme para serem integradas nas lojas da Alza.

“Alza vende uma variedade de produtos que vão desde joias e relógios a eletrônicos, incluindo aparelhos para o público do Bitcoin, como carteiras hardware.”

As instruções para pagamento em bitcoin incluem uma condição de que quaisquer reembolsos serão emitidos em moeda fiduciária, no momento a opção de reembolso em bitcoin está indisponível.

A Alza é o primeiro grande anúncio de aceitação de bitcoin na Europa, contrastando com mercados como o Japão, onde uma importante iniciativa está em andamento para trazer a moeda digital para milhares de varejistas.

Caso você tem interesse em encontrar empresas que aceitem bitcoins como forma de pagamento no Brasil, basta visitar o site coinmap.org, que você vai encontrar inúmeras lojas que já recebem bitcoin na venda de produtos ou serviços.

Gostou da iniciativa da Alza? Comente abaixo.

Imagem: Designed by Lyashenko / Freepik


Fim

12.39   JPMorgan integra Zcash em seu Blockchain

23 DE MAIO DE 2017  TAYRONE SANTOS

O maior banco do mundo fechou parceria com a equipe da Zcash para fornecer uma nova camada de privacidade para os usuários em seu blockchain corporativo.

O comunicado foi feito CoinDesk’s Consensus 2017, JPMorgan e a Zerocoin Electric Coin Company estão agora no processo de integração da ZSL, uma camada de segurança de zero knowledge  projetada para segurança e anonimato, para liquidar transações no blockchain que anteriormente eram conduzidas em outros lugares.

Anonimato com a Zcash

Enquanto a camada de segurança de conhecimento zero é crucial para as transações anônimas na Zcash, a própria tecnologia foi projetada para permitir que uma ampla gama de redes estabelecesse com segurança transacionar ativos digitais.

A implementação do ZSL pelo JPMorgan é a primeira vez que a tecnologia está sendo formalmente adotada por uma plataforma Blockchain como parte de seu projeto Quorum baseado no Ethereum.

O CEO da Zcash, Zooko Wilcox, disse que a integração da tecnologia pode levar a um grande crescimento nos tipos de ativos que podem ser utilizados, com a base de código aberto da JPMorgan.

Wilcox disse:

“É a mesma coisa que nós implantamos na Zcash. Estamos montando isso em cima do Quorum, e está fornecendo o mesmo tipo de segurança para o Quorum que ele fornece para a Zcash.”

Após este comunicado, a Zcash sofre uma forte valorização, a unidade da criptomoeda que estava sendo negociada por de 0,05 BTC, após o comunicado chegou a tingir picos de 0,13 BTC, conforme mostra os dados em coinmarketcap.com.

Este ano a Zcash já fechou parceiras com outras instituições, a exemplo da startup brasileira coinBR, sendo a única empresa no Brasil a integrar a Zcash em sua Smart Wallet carteira com suporte a bitcoin e a própria Zcash.

E você o que está achando da Zcash? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.


Fim

12.40   SingularDTV lança laboratório focado na pesquisa e desenvolvimento de ecossistemas de tokens

5 DE ABRIL DE 2017  PAULO ARAGÃO

Em um comunicado hoje no Medium da SingularDTV, o CEO Zach LeBeau anunciou o lançamento de um laboratório – chamado CODEX – que será focado no desenvolvimento e popularização de ecossistemas de tokens.

Para os que ainda não sabem, o próprio projeto SingularDTV é um ecossistema de tokens baseados na blockchain do Ethereum.

“Se o Bitcoin e o boom das altcoins pode ser considerado o primeiro passo da tecnologia blockchain, o Ethereum e os tokens ERC20 serão o segundo passo. Essa mudança ocorrerá em 2018 e 2019″, disse Zach.

Enquanto o principal modelo econômico projetado pela SDTV é em torno de aplicativos de varejo para artistas e criadores, o CODEX incorpora um modelo de negócio B2B que irá expandir as funcionalidades dos tokens de ETH, assim como o poder de diversificação dos sistemas que já são baseadas nestes tokens.

Zach Lebeau fez questão de ressaltar que o CODEX também irá auxiliar outros projetos baseados em tokens, pois já tem sido comum a consulta de outros desenvolvedores à equipe do SDTV:

“De tempos em tempos somos abordados por várias entidades que nos pedem para aconselhá-los na construção de seus ecossistemas tokenizados".

"Tem sido nossa política negar estas ofertas de parcerias, pois não iremos deixar que outros projetos interfiram no foco da SingularDTV, que é construir uma indústria de entretenimento descentralizada".

"Mas em ocasiões muito raras, uma entidade virá junto com uma idéia tão boa e cuja escala de desenvolvimento se encaixa perfeitamente com o tempo e, além disso, adicionará um valor substancial para SingularDTV. Nestes raros casos de sincronicidade, nos sentimos obrigados a formar parcerias. O CODEX é o lugar onde essas parcerias acontecem.”

Desenvolvedores selecionados ao redor do mundo já estão sendo convidados para participarem do CODEX como consultores, e outros desenvolvedores estão sendo contratados para trabalharem em período integral.

“O CODEX prestará assessoria à SingularDTV e a um seleto grupo de parceiros estratégicos. O CODEX não será uma entidade pública com um website".

"O CODEX faz parte do grupo SingularDTV de empresas internacionais e está sediado em Porto Rico, onde se beneficia de uma série de incentivos de tecnologia, impostos e negócios. Porto Rico é um local importante para SingularDTV e onde a maior parte da série Singular sci-fi será filmada e produzida.”

Qual a sua opinião sobre a CODEX? Deixe nos cometários abaixo.


Fim

12.41   Tecnologia Blockchain começa a ser usada para registrar imóveis no Brasil

6 DE ABRIL DE 2017  ISRAEL FINARDI

A Ubitquity, uma startup Blockchain que fica na cidade de Dover, no estado de Delaware (EUA), anunciou que registrou propriedades privadas brasileiras em sua plataforma com a autorização de cartórios de dois municípios brasileiros.

A empresa incorporou informações sobre as propriedades das terras na Blockchain do Bitcoin.

[box type=”shadow” ]Confira também: Bitcoin será aceito em 260 mil lojas no Japão.[/box]

O programa que foi desenvolvido por americanos passou a parear os dados do Cartorio de Registro de Imoveis dos municípios de Pelotas e Morro Redondo, ambas cidades do estado do Rio Grande do Sul, com a Blockchain.

O sistema de registro da Ubitquity incorporará hashes de informações detalhadas como: endereço de propriedade, proprietário, número de parcela e classificação de zoneamento no bloco do bitcoin usando o Protocolo de Moedas Coloridas.

De acordo com os fundadores da plataforma, o programa é um esforço para a diminuição da burocracia dos registros de imóveis feitos em papel, substituindo-os por uma solução 100% digital e verificável de forma online, 24 horas por dia.

Os registros armazenados na cadeia de blocos do bitcoin são imutáveis, o que significa que eles não são suscetíveis a roubos, corrupção, danos ou fraudes.

A Ubiquity recebeu um licitação exclusiva do Cartorio de Registro de Imoveis para fornecer os serviços de registro descentralizados.

Se o projeto for bem sucedido, a Ubiquity planeja franquiar seu software a outros municípios brasileiros interessados em migrar e parear seus registros na cadeia de blocos.

Segundo a CoinDesk, o fundador da Ubitquity, Nathan Wosnack, compartilhou que a primeira propriedade brasileira já foi incorporada a Blockchain, usando uma plataforma de registro imobiliário (embora tenha se recusado a tornar os detalhes públicos).

Publicado em 30 de março, a entrada contém as informações de propriedade de um médico residente na cidade de Pelotas.

Uma iniciativa similar de registro de propriedades está sendo executada na Suécia onde a Autoridade de Registros de Terra de Lantmäterie é parceira do projeto startup blockchain ChromaWay, que visa registar negócios e propriedades em um ledger distribuído.

A interface permite que os bancos se conectem com indivíduos para agilizar o processo de compra e venda de imóveis.

[box type=”shadow” ]Confira também: Construtora Passa a Aceitar Bitcoin como Pagamento.

Qual sua opinião sobre isso? Deixe nos comentários.


Fim

12.42   Empresa de armazenamento em nuvem Storj Labs utiliza tecnologia Blockchain do Ethereum

24 DE ABRIL DE 2017  ELEANDRO PAVANATTI

A Storj Labs o maior storage descentralizado nas nuvens do mundo, venderá uma série de Tokens digitais da empresa já com a próxima conversão para um token de aplicativo baseado em Ethereum.

Esta venda de Tokens permite que os usuários participem na rede Storj e recebam serviços relacionados da empresa.

Storj pretende ser o mais transparente possível com a oferta e venda de Tokens mantidos pela Storj Labs que permitirá avançar o desenvolvimento de produtos e acelerar a taxa de inovação no armazenamento em nuvem.

Os detentores de Tokens Storj atuais converterão seus token para os baseados em Ethereum, e esta venda de Token não aumentará a oferta total de Tokens disponíveis.

As previsões de analistas estimam que o mercado de armazenamento em nuvem poderia ultrapassar os impressionantes US$ 65 bilhões até 2020.

A demanda global por armazenamento em nuvem está sendo impulsionada por uma série de fatores, incluindo:

Desejo por menores custos;

Aumento na utilização de tecnologias em nuvem;

E o mais importante preocupações de segurança e privacidade;

Backup de informações.

A Storj Labs desenvolve e mantém uma rede peer-to-peer (P2P) e comunidade de denominados “agricultores” (usuários que alugam seu espaço de disco rígido para outros usuários ou clientes) para fornecer uma alternativa segura, econômica e de alto desempenho às soluções tradicionais de armazenamento em nuvem.

Os dados dos usuários Storj são armazenados de forma segura de forma descentralizada, utilizando tecnologia de criptografia de última geração e cadeia de blocos Ethereum.

Houve um anunciou da migração para o padrão Ethereum em substituição ao Bitcoin atualmente utilizado.

O objetivo é básico, reduzir as taxas de transação da rede para a comunidade e aumentar a funcionalidade e usabilidade.

Storj está entre os primeiros tokens a ser migrado da cadeia de blocos Bitcoin para a cadeia de blocos Ethereum, que fornece capacidades mais avançadas e um forte ecossistemas de participantes.

Como usuário do sistema, não vi mudanças ainda, mas acredito que os recursos do Etherium podem trazer benefícios ao serviço de storage em cloud peer-to-peer. Comente sua opinião e dúvida.


Fim

12.43   Câmara cria comissão especial para regular moedas virtuais

Luís Osvaldo Grossmann ... 31/05/2017 ...

A Câmara dos Deputados instalou na terça-feira, 30/5, uma comissão especial para discutir a regulamentação das negociações com moedas virtuais, além programas de milhagem de companhias aéreas.

O projeto de lei 2303/15 insere essas modalidades como arranjos de pagamento, sob a competência do Banco Central, a supervisão do Coaf e às luzes do Código de Defesa do Consumidor.

“Apesar de não haver ainda uma regulamentação nem nacional e nem internacional sobre a matéria, há uma preocupação crescente com os efeitos das transações realizadas por meios destes instrumentos”, sustenta o autor da proposta, Aureo Ribeiro (SD-RJ). O PL teve tramitação praticamente congelada desde 2015 e retomada agora na forma de uma comissão especial.

Na defesa do projeto, o parlamentar argumenta que “tanto o Banco Central como o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e os órgãos do consumidor já tem competência para fiscalizar e regular moedas virtuais.

No entanto, entendemos que as legislações que conferem tais atribuições podem ser mais transparentes em relação a tais atribuições, o que evita desnecessários questionamentos judiciais”.

Na reunião de instalação desta terça foram eleitos Alexandre Valle (PR-RJ) para presidir a comissão, além de Lucas Vergílio (SD-GO) e Roberto Sales (PRB-RJ) como vice-presidentes.

O relator será Expedito Netto (PSD-RO).

“Vamos trabalhar para proteger o consumidor brasileira e criar uma legislação que possa ser referencia mundial”, disse o autor do PL. A primeira reunião será em 7/6.


Fim

12.44   BBVA aposta em APIs abertas

30 de Maio de 2017 as 11:20

Fernando Paiva, de São Paulo*

O banco BBVA está apostando na abertura de uma série de APIs para atrair parceiros para se conectarem a diversas das suas plataformas.

O projeto foi batizado como API Market e nasceu após uma série de investimentos da empresa em várias start-ups na área de finanças nos últimos anos.

Com uma delas, um banco digital no México, foram necessários dois anos de trabalho para concluir a integração com seus sistemas de TI.

A dificuldade técnica despertou o interesse da empresa em construir APIs.

O projeto do API Market compreende diversas APIs, incluindo uma para facilitar a abertura de contas, outra para auxiliar na entrega de empréstimos para a compra de carros e uma com dados sobre pagamentos com cartões de crédito do banco.

As APIs também variam para cada mercado onde a BBVA atua, afinal, cada país tem a sua própria regulamentação financeira e legislação sobre compartilhamento de dados.

Por enquanto as APIs estão sendo oferecidas de maneira controlada para algumas start-ups parceiras, em caráter de teste.

Mas a ideia é torná-las públicas no futuro.

Ainda não está definido, contudo, o modelo de negócios, ou seja, como ou se o BBVA cobrará pelo acesso a cada uma delas, explicou Marcela Zetina, head de inovação e empreendedorismo do BBVA.

A executiva apresentou o projeto nesta terça-feira, 29, durante o seminário APIX, em São Paulo.


Fim

12.45   Banco do Japão Pretende Adotar Tecnologia Blockchain

2 DE MARÇO DE 2017  TAYRONE SANTOS

Blockchain, a inovação subjacente às moedas digitais, incluindo o bitcoin, esteve sob o destaque durante o 3º Fórum Fintech, realizado pelo Banco Central do Japão.

Confira também: O que Aconteceu com o Bitcoin na China?

Pesquisas com a tecnologia Blockchain

O terceiro Fórum Fintech do Banco do Japão, viu funcionários do departamento de pagamentos do Banco Central admitir que os bancos centrais em todo o mundo estavam pesquisando a tecnologia.

De acordo com um relatório do Nikkei, o tema quente do dia foi a tecnologia Blockchain com bancos privados e instituições financeiras que, aparentemente, mostrariam modelos de potenciais aplicações Blockchain durante o evento.

Em dezembro de 2016, o governador do Banco Central do Japão, Haruhiko Kuroda, confirmou que o departamento de pagamentos e liquidação do banco estava usando a tecnologia Blockchain em um “test drive”, afirmando que é importante que os bancos centrais “compreendessem profundamente a inovação”.

Resultados dos testes

Após o teste, Yuji Kawada, outro funcionário do departamento de pagamentos confirmou que a tecnologia Blockchain tinha o “potencial de proporcionar benefícios” durante o Fórum Fintech.

No entanto, a tentativa da tecnologia de contabilidade distribuída com o Banco Central do Japão – NET, que permite transferências eletrônicas de fundos e títulos no Japão, não se ajustou ao atual sistema em termos de capacidade de processamento, acrescentou o funcionário.

Parcerias com outras instituições

O Banco do Japão firmou parceria com o Banco Central Europeu para estudar os potenciais casos de uso da tecnologia Blockchain em um projeto de pesquisa conjunta, que iniciou-se no final de 2016.

As conclusões do projeto devem ser divulgadas ainda este ano.

Um iene digital?

No evento desta semana, o relatório do Nikkei reverte as questões colocadas pelo setor financeiro privado, no caso de uma moeda digital emitida pelo Banco Central do Japão, em que a moeda fiduciária física em notas e moedas seria substituído por registros digitais.

A política monetária instalada e executada pelo banco central seria significativamente alterada se um iene digital fosse emitido, assim como a relação entre o banco central e os bancos do setor privado.

Quando surgiu a inevitável pergunta sobre uma moeda digital emitida pelo banco central, Hiromi Yamaoka, diretora geral do Departamento de Sistemas de Pagamentos e Liquidação, não deu muita importância. Apenas disse o seguinte:

“Vamos considerar seriamente que é possível para um banco central.”

Em novembro de 2016, Hiroshi Nakaso, vice governador do banco central, revelou que o banco não tinha um cronograma específico ou planejava emitir moedas digitais como meio de substituir dinheiro.

No entanto, outro funcionário afirmou que o banco estava em conversando com acadêmicos para fornecer respostas a questões significativas sobre uma moeda digital emitida pelo banco central.

Conclusão

Não é de agora que boa parte dos bancos centrais do mundo, tenha visto potenciais significativos na tecnologia Blockhain, e o Banco Central do Japão não é exceção.

Ainda por ser uma tecnologia bastante nova, poucos são os bancos que adotaram para substituir os sistemas atuais.

Mas uma coisa é certa, cada vez mais veremos bancos estudando a tecnologia, para que de fato seja implementado algo no futuro.

Confira também: As Maiores Instituições Globais Apostam Tudo no Ethereum

E você o que acha de banco usar Blockchain em seus sistemas de pagamentos?


Fim

12.46   Startup brasileira é finalista em concurso Blockchain em Dubai

30 DE MAIO DE 2017  TAYRONE SANTOS

Surgido no final de 2008, de lá pra cá o Bitcoin tem chamado atenção por suas vantagens, não somente ao mercado financeiro como também em outras áreas, como na educação e na segurança de dados.

Em entrevista ao Criptomoedas Fácil, o Antonio Hoffert CEO da Coinaction, falou como o bitcoin e sua tecnologia subjacente Blockchain tem ajudado as startups.

A solução da Coinaction

A Coinaction ajuda as pessoas a usar o bitcoin sem a necessidade de entender a tecnologia ou até mesmo se preocupar com a segurança das chaves privadas, tudo isso fica por conta da startup.

Tudo começou em 2015 com uma solução de câmbio turismo com rede de parceiros internacionais, onde qualquer pessoa poderia ir a um estabelecimento local para troca de bitcoins por moeda fiat local.

Saímos do modelo câmbio turismo para um modelo para facilitar pessoas enviarem dinheiro internacionalmente via bitcoin.

Na época as pessoas tinham muito receio a tecnologia, e boa parte das informações que passava na mídia era mal interpretada, gerando bastante confusão.

Como funciona solução da Coinaction?

Segundo Antônio, o que a Coinaction faz é bem simples, eles criam uma conta para o cliente em uma exchange com maior liquidez, em países diferentes como se fosse um serviço de transferência internacional apenas executando uma ordem de compra de bitcoins em um país e executando ordem de venda em outro país.

A Coinaction faz isso tão simples para o cliente que ele se sente como se estivesse realizando uma transação bancária.

A principal vantagem nesse modelo de operação é o que o usuário não vai precisar se preocupar em abrir diversas contas em corretoras diferentes.

Além disso, a conta fica em posse da Coinaction, porém o cliente pode solicitar acesso a conta a qualquer momento podendo operar por conta própria.

A Coinaction aperta botões para nossos clientes.

O serviço da Coinaction pode ser usado por qualquer pessoa sem ter a necessidade de entender termos técnicos ou correr riscos nas transações e por trás de tudo é o bitcoin que está em operação.

Público alvo

Atualmente o público alvo da startup são pessoas físicas que querem fazer remessas para exterior, como as transações ocorrem em bitcoin há uma economia de custos de 20% comprados aos meios bancários atuais.

Nossa solução é bem simples, mais muito poderosa, captando novos usuários para o mainstream.

Situação do bitcoin e Blockchain no mercado Brasileiro

Para Antônio mesmo o Brasil tendo poder de compra muito grande e possuir um dos preços mais caros comparados a outros países, ainda tem muito a aprender e avançar.

De acordo com ele, outros países já fazem uso da tecnologia Blockchain em serviços públicos a exemplo do Chile.

A bolsa de valores de Santiago foi a primeira a usar tecnologia Blockchain para garantir a estabilidade de operações de Futuros.

Além disso, o Brasil conta já com algumas soluções blockchain com o app “+mudamos” que coleta assinaturas via blockchain para propor projetos de interesse de toda a população do país.

Outro caso de uso é pelos ITS Rio que emite certificados de conclusão de cursos via Blockchain.

Você acredita que as instituições bancárias ficaram para trás caso não mude seu modelo de operação?

É possível que haja mudança no modelo de operação dessas instituições, principalmente na redução em custos de conciliação.

Segundo Antônio, se hoje comparamos o modelo de operação dos bancos a exemplo de transferências internacionais onde a necessidade de ter confiança em terceiro para validar a transação, ao longo do tempo este intermediário ficará obsoleto.

É uma ilusão dizer que Blockchain veio para acabar com os intermediários.

O que vai surgir serão novos intermediários a exemplo da Coinaction, mesmo assim ainda dependemos das instituições bancárias para realizar transferências internacionais. Além de ser um meio caro, leva tempo para ser realizada.

A Blockchain tem potencial para ser a solução mais rápida.

Existiu alguma dificuldade perante a legislação de algum país para a Coinaction operar?

Resolvemos não operar nos EUA e União europeia justamente por questões de legislação.

Não é só porque trabalhamos com bitcoin que somos isentos com as regulações internacionais.

As regulamentações nesses países são bem rígidas, e para Antônio os custos são elevados para se conseguir uma licença para poder operar, sem falar do tempo que leva, são mais de 2 anos para se obter licença, ele afirma que essa legislação tem sido responsável por tirar algumas startups do mercado.

Como você se sente em representar o Brasil em um evento em Dubai?

Não é o primeiro evento internacional que a Coinaction participa.

Um dos fatores que nos levou a participar da seleção para este evento foi o portal Criptomoedas Fácil.

No momento eu não dei muita atenção, só depois que li a notícia do concurso em Dubai aqui, que resolvi fazer a inscrição. Vocês tem uma contribuição considerável.

Como funciona este evento?

O evento foi criado por um órgão chamado Smart Dubai Office e contêm três objetivos:

Criar uma indústria baseada em Blockchain

Implementar Blockchain em serviços públicos
Reunir as 20 maiores mentes internacionalmente sobre blockchain

Dubai tem uma economia muito crescente e muito ambiciosa, e que ser reconhecida como a primeira cidade, no qual todos os processos como trânsito e outros serviços sociais são governados pela Blockchain.

Estamos bem feliz em participar, a premiação é de 20 mil dólares para o primeiro lugar, mas a nossa meta é conseguir investimentos além de participar o evento.

Um ponto importante nesse evento, é o que o governo de Dubai deseja implementar o Blockchain além do serviço financeiro, implementando em serviços públicos.

A fase final do concurso acontece hoje, dia 30 de maio.

Como você vê o bitcoin daqui a cincos anos, em questão de uso para o mainstream e valorização de mercado?

Sobre preço ainda não tem uma opinião formada, até porque muita coisa pode mudar até lá, desde computação quântica até legislação por parte dos governos.

O principal legado do bitcoin, mesmo se ele acabar por qualquer motivo, é a forma de trabalhar de modo descentralizado e de maneira eficiente.

Há alguma outra criptomoeda que a Coinaction vem a trabalhar no futuro?

Usamos bitcoin pela liquidez que proporciona, mas se outra moeda tiver liquidez pode ser um veículo de transferir valor.

Novos mercados movidos pela Blockchain

Antônio considera o Bitcoin a maior revolução após a internet, e acredita que não é só na indústria financeira que pode se beneficiar da blockchain.

Existem outros modelos de negócios que se beneficiariam fazendo o uso da blockchain a exemplo, da gestão de redes de energia elétrica, gestão de informações, desde informação hospitalar a identidades.

A Blockchain era uma ferramenta que estava faltando para abordar os 2 bilhões de pessoas que não tem acesso a bancos e boa parte nem possui documentos de identificação.

Por fim o CEO da Coinaction agradeceu ao nosso convite e reforçou a importância em manter as principais exchanges brasileiras como parceiras.

O que você achou? Deixe sua opinião na seção de comentários abaixo.


Fim

12.47   Tecnologia Blockchain pode reduzir o papel de bancos, diz BIS

segunda-feira, 23 de novembro de 2015 19:55 BRST

LONDRES (Reuters) - A tecnologia blockchain pode reduzir o papel de intermediários, como bancos e casas de compensação, disse o Banco de Compensações Internacionais (BIS, na sigla em inglês), o banco central dos bancos centrais, em relatório nesta segunda-feira.

A tecnologia blockchain - ou tecnologia de contabilidade distribuída, como muitos financistas a chamam- é o que sustenta a bitcoin, a controversa criptomoeda online. Trata-se de um registro contábil massivo de toda transação feita com bitcoins, verificada e compartilhada pela rede global de computadores.

O Comitê de Pagamentos e Infraestrutura de Mercados (CPMI, na sigla em inglês) do BIS, formado por bancos centrais de todo o mundo, disse que isso pode desafiar o papel dos bancos - mas se a tecnologia se tornar difundida ainda era incerto quem forneceria crédito e poupança.

"Moedas digitais e registros contábeis distribuídos são inovações que podem ter um impacto em muitas áreas, não apenas em sistemas de pagamento e serviços", disse Benoit Coeure, presidente do Comitê e do Conselho Executivo do Banco Central Europeu.

(Por Jemima Kelly)


Fim

12.48   Acompanhe na íntegra a Comissão do Banco Central que visa a regulamentação das criptomoedas

30 DE MAIO DE 2017  ISRAEL FINARDI

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), vai instalar uma comissão especial ainda hoje, que analisará o projeto de lei que regulamenta o uso de todas as moedas digitais, sendo a principal pauta o bitcoin e outras criptomoedas, assim como o sistema de milhagens aéreas.

O motivo para essa instalação teria sido tomada como uma resposta tanto à onda de ataques mundiais do ramsomware WannaCry, quanto à polêmica recente envolvendo a invasão de computadores da Disney e o roubo do filme dos Piratas do Caribe.

O projeto sob análise já tinha sido apresentado em 2015 pelo deputado Aureo (SD-RJ) e o colegiado chegou a ser criado em julho do ano passado, mas a tramitação do PL não prosperou.

Foi adiada várias vezes, inclusive na quarta-feira da semana passada, mas ao que tudo indica, a comissão deverá ser presidida pelo deputado Alexandre Valle (PR-RJ) e relatada por Expedito Netto (PSD-RO), nesta tarde.

Para acompanhar na íntegra a transmissão da comissão, acesse o link abaixo.

Fonte - Link https://youtu.be/V3KwNRKjFSs

O que você achou dessa notícia? Você é a favor ou contra a regulamentação? Vote abaixo e deixe sua opinião na sessão de comentários.


Fim

12.49   2,3 Bilhões de Pessoas Agora Podem Comprar na Amazon com Bitcoin

24 DE JANEIRO DE 2017  EDUARDO GUIMARÃES

Agora aproximadamente 2,3 bilhões de pessoas podem fazer compras na Amazon sem um computador ou conta bancária, usando apenas o aplicativo da Purse.io para Android e iOS.

Após o lançamento do seu aplicativo para iOS, Purse.io lançou a versão Android para a sua plataforma.

Isso permite que bilhões de pessoas façam compras na Amazon usando bitcoin, no sistema operacional para smartphones mais popular do mundo, com mais de 1,4 bilhões de usuários.

Leia também: Purse.io divulga ranking com as moedas mais utilizadas para realizar compras através da plataforma.

Com ambos sistemas operacionais suportados, o número de usuários que podem usar este serviço agora é de cerca de 2,3 bilhões, e deverá chegar a 2,8 bilhões em 2020, de acordo com Statista.

Purse.io disse:

Estamos felizes em anunciar formalmente o lançamento do nosso aplicativo oficial Purse para Android! Lançamos nosso aplicativo para iOS em novembro […].

Então, é claro que tivemos que abraçar o maior e mais amplamente utilizado sistema operacional móvel do mundo, o Android.

Não é necessário lembrar que todos os itens da Amazon que são comprados pelo Purse.io são mais baratos do que os listados na própria Amazon.

Leia também: Comparação de Transações entre Criptomoedas e Cartão de Crédito.

Será que a Purse.io vai impulsionar a adoção do bitcoin?

E a Amazon vai demorar para adicionar bitcoin como forma de pagamento?

Compartilhe seus pensamentos abaixo!


Fim

12.50   Blockchain como um Serviço (BaaS)

17 de abril de 2017

Se você esta pensando que as empresas de cloud service estão em guerra, e o clima esta meio tenso, você esta certo.

Mas para piorar o crescimento na demanda pelo uso do blockchain esta empurrando essa guerra para um novo nível com as gigantes como Microsoft, Amazon e IBM correndo para trazer a oferta do Blockchain como um Serviço (Blockchain-as-a-service) BaaS um diferencial para seus servidores e serviços de cloud.

O que é Blockchain acredito que todos conhecem, se você não conhece aqui vai basicamente o que é a tecnologia por trás das criptomoedas como Bitcoin, mas não é a moeda em si mas sim o processo de validar os registros e move-los pela rede para que a informação se propague de maneira criptografada mas distribuída, sendo validada a cada novo passo.

Em outras palavras, ele cria uma trilha de papel transparente que qualquer pessoa pode acessar, mas ninguém pode alterar. Isso torna o Blockchain muito mais do que uma ferramenta financeira é uma das mais recentes maneiras de compartilhar, validar ou endossar qualquer tipo de ponto de dado, seja dinheiro, títulos, atos, música, arte, descobertas científicas, propriedade intelectual e até votos.

Demandas por Blockchains são inúmeras mas podemos listar algumas coisas bem pontuais que estão emergindo nessa área como eliminar o homem no meio do processo, e com isso elimina fraudes pois ele se auto-valida por exemplo com um blockchain artistas poder ir direto ao seu público, e não através de distribuidoras garantindo seus direitos autorais e royalties substituindo o Spotify por exemplo.

Muito além disso o Blockchain pode gerenciar os ditos “contratos inteligentes”. Você acha que as assinaturas digitais são a onda do futuro? Pense de novo.

Com o Blockchain, contratos inteligentes não são apenas para facilitar a tomada de assinaturas digitais, mas também podem validar a estrutura e conteúdo do contrato.

Ele pode validar e proteger quase tudo. Da autenticação do eleitor aos processos do governo, à informação da saúde, e à prova da propriedade intelectual, Blockchain pode servir como um processo seguro para validar quase qualquer coisa do valor, e para mantê-lo seguro.

De fato, por causa da estrutura Blockchain, é muito mais seguro que os ambientes de nuvem padrão.

Por isso do interesse dos grandes Clouds em disponibilizar esse tipo de plataforma para seus clientes. Se você tem aquela ideia mirabolante e revolucionária usando o blockchain agora é a hora de começar a trabalhar nela com tudo, pois o BaaS esta chegando.

Se me permitem a dica cerca de 65% dos bancos devem implementar uma solução Blockchain nos próximos anos.


Fim

12.51   Bancos discutem a abertura de seus sistemas via APIs

07 de Junho de 2017 as 19:17

Henrique Medeiros

A tendência de abertura dos bancos através de APIs está avançada nos Estados Unidos e principalmente na Europa, cuja regulação forçará as empresas financeiras nesse sentido a partir do dia 2 de janeiro do próximo ano.

A ideia é permitir que outras empresas usem seus serviços tendo os bancos como plataformas.

No entanto, as instituições brasileiras trilham o mesmo caminho de maneira mais devagar.

“Na Europa, isso vem pelos reguladores e nos EUA é pela dinâmica do mercado. De um jeito ou de outro isso vai chegar aqui”, disse Jimmy Lui, executivo de tecnologia da Accenture.

“Eu já vejo banco partindo para inovação no Brasil. É um movimento benéfico para os clientes e para a indústria em geral”. Lui, que é o responsável no Brasil da aceleradora Up Innovation Lab da Accenture, ressaltou ainda que com o formato atual será “inevitável” para os bancos se abrirem, em especial pelo fato de o ambiente financeiro estar se tornando um ecossistema de dados.

Em sua visão, quanto mais cedo adotarem o banco como uma plataforma aberta para parceiros e mesmo fintechs, mais cedo entrará a rentabilização e a melhoria da relação entre empresas e clientes.

“Segundo a pesquisa de mobile banking da Accenture, as pessoas estão consumindo mais serviços financeiros, mas menos de seus provedores atuais".

"Eu vejo uma oportunidade para os bancos, não necessariamente com seus serviços, e sim com aqueles de seu ecossistema”, afirma Lui.

“Um exemplo prático de relação entre clientes e empresas é o GuiaBolso, o cliente acessa menos o app do banco”.

Valério Murta, vice-presidente de produtos da Mastercard no Brasil e Cone Sul, acredita que as mudanças que as companhias financeiras trarão aos meios de pagamentos vão revolucionar a indústria nos próximos cinco anos em um ritmo mais rápido que nas últimas cinco décadas.

E com as mudanças ele entende que os sistemas legados tendem a ser desativados.

Parceria, mas com prudência Durante o segundo dia do Ciab Febraban, nesta quarta-feira, 7, o executivo Paulo De Iudicibus, vice-presidente de customer success da Salesforce no Brasil, ressaltou que o ambiente no ecossistema deve ser de colaboração, com APIs inovadoras e abertas para parceiros.

Por outro lado, Cristina Pinna, superintendente executiva da Scopus, destacou problemas que podem aparecer: “Quando se fala em API, tem o lado bonito e outro não tão bonito.

Se a gente quer ir para esse mundo tem sempre alguns bons cuidados a tomar. Primeiro é a segurança na hora de abrir essas informações do cliente.

Segundo é a identidade, pois as credenciais só devem ser usadas no banco, não devem ser compartilhadas com outros apps.

Em terceiro, existe o domínio da informação: o banco deve oferecer uma estrutura para os desenvolvedores entenderem os dados.

Por último, é preciso oferecer informação e analytics”.


Fim

12.52   Transformação digital vai mudar mapa empresarial, sustentam especialistas do gA

O fluxo constante de dados recebidos pelas empresas hoje graças às novas tecnologias deve gerar maior rentabilidade, devendo injetar US$ 100 TRILHÕES  NA ECONOMIA MUNDIAL EM UMA DÉCADA, segundo dados divulgados no FÓRUM ECONÔMICO MUNDIAL, EM DAVOS, NA SUIÇA

Empresas que não se adptarem à transformação digital dos negócios tendem a desaparecer, alertam executivos

Da Redação
08 de Junho de 2017 - 11h15

As empresas precisam entender que a transformação digital dos negócios chegou a um ponto sem volta e quem não se adaptar vai simplesmente desaparecer, segundo executivos do gA (grupo ASSA), especializado transformação digital dos negócios, com escritórios e operações nos Estados Unidos e América Latina.

O fluxo constante de dados recebidos pelas empresas hoje graças às novas tecnologias deve gerar maior rentabilidade, devendo injetar US$ 100 trilhões  na economia mundial em uma década, segundo dados divulgados no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suiça.

Mas os desafios para as empresas devem aumentar na mesma proporção, alertam os executivos.

Para Roberto Wagmaister, CEO e fundador do gA (grupo ASSA), especializado transformação digital dos negócios, com escritórios e operações nos Estados Unidos e América Latina, o grande desafio para as empresas é como fazer o redesenho organizacional que permita analisar os dados para tornar seus negócios mais rentáveis.

"Tome-se o exemplo dos fabricantes de máquinas fotográficas, como a Kodak, fortemente abalados pela invenção da fotografia digital".

"Quem não se adaptou praticamente desapareceu do mercado", lembra Wagmaister.

"Estamos entrando no quarto grande ciclo de transformação da humanidade e do conhecimento, impulsionado pela aquisição e gestão de dados; mas é necessário modificar os sistemas de negócios para capitalizar a tecnologia disponível", completa.

Ariel Capone, diretor geral do gA nos EUA, observa que as empresas já podem desfrutar de diversas ferramentas em busca de maior rentabilidade, como software de mineração de dados, big data, nuvem, Internet das Coisas e muitas opções para obter mais dados para fortalecer o negócio.

Ao contrário da tendência mundial de redução de empregos provocada pela digitalização da economia, as novas tecnologias devem gerar mais postos de trabalho especializados.

"A tecnologia para fazer negócios mais sustentáveis gera emprego de maior qualidade".

"Hoje temos todos os tipos de ferramentas que predizem o comportamento do consumidor e tendências imediatamente".

"Quando novos empregos são criados para pessoas que são capazes de desenvolver uma ligação bem-sucedida entre o mundo real e plataformas digitais, as empresas serão mais sustentáveis", diz Wagmaister.

O desafio, saber escolher

A transformação digital de uma empresa analógica, sustenta Fernando Gambôa, diretor sênior do gA no Brasil,  deverá percorrer uma rota que inclua: a adoção de uma nova abordagem que permita a compreensão da dinâmica dos canais digitais indiretos e a revisão da proposta de valor; a transformação e automatização dos processos produtivos, para incorporar os paradigmas da Industria 4.0; o desenvolvimento de novos modelos de negócios, respaldado em uma estratégia de business analytics que permita maior compreensão dos clientes, seus anseios e a importância de uma estratégia de customer experience; a revisão do modelo operacional para permitir responder à pressão da digitalização da cadeia de valor.

Finalmente, Gambôa cita a criação de um mapa de rota que defina a transição da situação atual de coexistência dos dois modelos operacionais (físico e digital) para um modelo integrado.

A sobrevivência do negócio passa, portanto, pela resolução destes desafios cada dia menos adiáveis.

O rápido desenvolvimento da transformação digital trouxe inúmeras ferramentas  ​​e o principal desafio que as empresas enfrentam é saber quais são as mais adequadas às suas necessidades.

Jesus Macias Villacorta, diretor geral do gA no México, estima  que as empresas gastam entre 3% e 7% do total da receita em inovação na tentativa de potencializar o investimento, modelo de negócio e as vantagens competitivas que desenvolveram ao longo dos anos.

“Entretanto, antes de investir em novas tecnologias, é preciso  um diagnóstico para identificar valores e objetivos estratégicos de negócios, bem como  conhecer o que é necessário mudar internamente para criar um novo ambiente sob medida para melhorar os serviços e produtos aos clientes e a melhor experiência de compra ao usuário final”, recomenda.

O executivo estima que um diagnóstico digital constante permite às empresas um aumento de 20% a 30% nas vendas, até duplicar a depender do tipo de negócio, maturidade tecnológica e oferta de produtos.

Neste sentido, o processo de transformação digital deve ser unificado em três categorias principais: tecnologia, melhores práticas em processos de negócios e o que o cliente necessita. "80% dos nossos clientes já contam com base instalada e apenas 20% ainda precisam investir em infraestrutura.

Nas duas situações, fazemos um diagnóstico completo para identificar pontos de mudança em seus processos, fabricação, redes sociais, produção, compras, vendas ou fornecedores e priorizar as áreas que tem o maior impacto no negócio ", recomenda.


Fim


Publicado em 25 de fevereiro de 2017 por Chrys

O Banco central da Coréia planeja executar o projeto de tecnologia de blockchain da prova de conceito do consórcio R3. Kim Jung-hyuk, chefe da equipe de planejamento de e-finanças para o serviço de supervisão financeira do banco, anunciou o projeto na conferência Digital Money 2017, de acordo com a EconoTimes.

O consórcio R3 é um grupo de trabalho que conta com mais de 70 das principais instituições bancárias e financeiras do mundo.

Cronograma ainda a ser anunciado

“Recentemente decidimos prosseguir com a prova de conceito do consórcio R3, e uma vez que a decisão final será tomada internamente, e logo o escopo específico e cronograma do projeto serão anunciados”, disse Jung-hyuk. “Como um banco central, estávamos olhando para diferentes maneiras de utilizar a tecnologia blockchain.”

O banco criou uma equipe de força-tarefa para supervisionar possibilidade da emissão de uma moeda digital. A força-tarefa examinará o efeito da moeda digital sobre a política monetária do banco e sua estabilidade financeira.

Uma equipe separada vai explorar maneiras de emitir, circular e regular a negociação de moeda digital, disse Kim. Ele disse que o banco planeja organizar um grupo de trabalho sobre outras questões, incluindo a invasão de privacidade.

Coréia investe em Blockchain

A Comissão de Serviços Financeiros (FSC) da Coréia do Sul – o principal regulador e autoridade financeira do país – revelou anteriormente seu plano de lançar um projeto-piloto impulsionado por uma blockchain de serviços financeiros.

Esse anúncio ocorreu pouco mais de um mês após a formação do primeiro consórcio de blockchain da Coréia do Sul. Um grupo de 21 empresas de investimento financeiro e cinco empresas de tecnologia blockchain assinaram um memorando de entendimento para desenvolver soluções de livro distribuído como um think tank para o mercado de capitais coreano.

O consórcio público-privado foi liderado por autoridades como o FSC e o Korea Financial Investment Association.

O banco informou recentemente que vê companhias não-financeiras, voltadas para a tecnologia, fazendo um grande alvoroço no setor financeiro do país.

Fintech avança

O relatório observou que uma série de empresas de tecnologia global entraram no mercado financeiro coreano para introduzir produtos de banco digital, empurrando a adoção de tecnologias financeiras.

O relatório apontou particularmente para a tecnologia blockchain e inteligência artificial como duas inovações que já estão em andamento no mercado.

Chrys é fundadora e escritora ativa do BTCSoul. Desde que ouviu falar sobre Bitcoin e criptomoedas ela não parou mais de descobrir novidades. Atualmente ela se dedica para trazer o melhor conteúdo sobre as tecnologias disruptivas para o website.


Fim

13.         Ciclos Cósmicos:

13.1      Aula 1 - Ciclos Cósmicos - Parte 1 de 4 - http://www.youtube.com/watch?v=goNb5t-lW0E

13.2      Aula 1 - Ciclos Cósmicos - Parte 2 de 4 - http://www.youtube.com/watch?v=_k9EGMd7qHY&feature=relmfu

13.3      Aula 1 - Ciclos Cósmicos - Parte 3 de 4 - http://www.youtube.com/watch?v=ZcxMMiWZENI&feature=relmfu

13.4      Aula 1 - Ciclos Cósmicos - Parte 4 de 4 - http://www.youtube.com/watch?v=ooYaEG8tXSc&feature=relmfu

13.5      Aula 2 - Ciclos Cósmicos - Parte 1 de 5 - http://www.youtube.com/watch?v=mVRCuLmrnYU

13.6      Aula 2 - Ciclos Cósmicos - Parte 2 de 5 - http://www.youtube.com/watch?v=PpuNS3ReI9U&feature=relmfu

13.7      Aula 2 - Ciclos Cósmicos - Parte 3 de 5 - http://www.youtube.com/watch?v=17KMTadV_i8&feature=relmfu

13.8      Aula 2 - Ciclos Cósmicos - Parte 4 de 5 - http://www.youtube.com/watch?v=wGuTImoU9_o&feature=relmfu

13.9      Aula 2 - Ciclos Cósmicos - Parte 5 de 5 - http://www.youtube.com/watch?v=lkMmILm574w&feature=relmfu

13.10   Aula 3 - Ciclos Cósmicos - Parte 1 de 2 - http://www.youtube.com/watch?v=J74R5Qresos

13.11   Aula 3 - Ciclos Cósmicos - Parte 2 de 2 - http://www.youtube.com/watch?v=K4XvGSywpOc&feature=relmfu

13.12   Aula 4 - Ciclos Cósmicos - Parte 1 de 2 - http://www.youtube.com/watch?v=5MwAXDwj4Ao&feature=relmfu

13.13   Aula 5 - Ciclos Cósmicos - Parte 2 de 2 - http://www.youtube.com/watch?v=gioNa4pEtJ4&feature=relmfu

Fim


Criação de “Bitcoin” e de “Blockchain” Pelo Sistema Financeiro Internacional da “Era Digital” Utilizando INTERLIGAÇÃO e INTEGRAÇÃO Entre a Moeda Real Utilizada Pela Economia Real Depositada em Reservas Bancárias e o “Bitcoin” da Moeda Real Utilizada Pela Economia Real Depositada em Reservas Bancárias - Parte 02 – Fonte – Link https://rogerounielo.blogspot.com.br/2017/06/criacao-de-bitcoin-e-de-blockchain-pelo_38.html

Criação de “Bitcoin” e de “Blockchain” Pelo Sistema Financeiro Internacional da “Era Digital” Utilizando INTERLIGAÇÃO e INTEGRAÇÃO Entre a Moeda Real Utilizada Pela Economia Real Depositada em Reservas Bancárias e o “Bitcoin” da Moeda Real Utilizada Pela Economia Real Depositada em Reservas Bancárias - Parte 03 – Fonte – Link https://rogerounielo.blogspot.com.br/2017/06/criacao-de-bitcoin-e-de-blockchain-pelo_11.html

Brasília-DF, Brasil, 11/06/2017

Maçonaria Oculta - Decreto Grau 666 - 7º Nível - 49ª Potência

SÓ A FRATERNIDADE E UNIÃO ENTRE OS SERES HUMANOS, DO MUNDO, PODERÁ RESOLVER OS PROBLEMAS SOCIAIS, AMBIENTAIS, ECONÔMICOS, FINANCEIROS E DE RELACIONAMENTO, DO PLANETA TERRA. NÃO HÁ IDEOLOGIA SUPERIOR À FRATERNIDADE UNIVERSAL

“O poder que os homens possuem, no Planeta Terra, serve para nos ensinar que o maior PODER DO MUNDO é o PODER de dominar-se a si mesmo, que é um PODER MENOR, que te leva ao PODER MAIOR, QUE É NÃO TER PODER ALGUM, QUE É O MAIOR DE TODOS OS PODERES”.

"No vazio, na solidão e no silêncio da mente, a consciência pura, imóvel, sem movimento, integrada ao "Não-Ser", "Causa Sem Causa", por "Não Ser", junto com a "Causa Sem Causa", como a gota de água da chuva que cai pelo espaço e se integra, novamente, ao oceano, "capta instantaneamente", de forma absoluta, todas as infinitas possibilidades de "Ser" que o "Não-Ser" pode vir a assumir existencialmente, nas infinitas dimensões, ontologicamente falando, "ao mesmo tempo", na eternidade, factualizando suas infinitas possibilidades de consciência consciente, cópia, imperfeita, em processo de realização da perfeição do Pai Universal Único, da consciência inconsciente absoluta".

Atenciosamente,

Rogerounielo Rounielo de França
Advogado - OAB-SP 117.597
Especialista em Direito Público
Especialista em Marketing - FGV - Núcleo de Brasília
Participante do Fórum de Discussão “Segundas Filosóficas” - “http://segundasfilosoficas.org - “Somos capazes de sonhar com um mundo melhor. Seremos também capazes de projetá-lo e de efetivamente construí-lo?”

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